Laranja Mecânica
Média
4,4
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307 Críticas do usuário

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Jesus N.
Jesus N.

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5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2019
Este é meu filme preferido com toda a certeza que tenho. o jeito que trabalha com o emocional e transforma o expectador num super fã da produção, é sensacional! Stanley Kubrick é uma lenda. Isto é Claro como um céu de brigadeiro no verão.
Juan Z
Juan Z

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2019
Até agora, não conhecia nenhuma obra de Kubrick, decidi começar com o mais bem falado, Laranja Mecânica. Ao ouvir o nome, já me arrepiava, olho brilhava e tudo mais. Daí, decidi assisti-lo. Essa obra-prima nos apresenta o ápice do sadismo, da violência, da fala manipuladora, do olhar obscuro e tudo do que há de mais sujo, imundo e repugnante. Alex ( personagem principal), ''aprende'' a lição ao ser traído, preso, ridicularizado e passar por tratamentos arrepiantes. Teve até que apanhar ao vivo em forma de questionarem se o mesmo estava curado. Foi expulso de casa, afogado por ex-parceiros e mais um bocado de situações complicadas. O filme tem uma bela direção com um roteiro magnífico, acho um pecado o mesmo não ter ganhado nenhum oscar.
mont c.
mont c.

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5,0
Enviada em 9 de maio de 2018
Simplesmente deveria estar no Top 10 Melhores filmes de todos os tempos. Recomendo a todos que queiram saber o que é ultra violência
Anne S
Anne S

13 seguidores 65 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2017
Um amigo sempre me falava muito bem sobre esse filme, mas como ele não dava spoiler, erroneamente eu tirava conclusões extremamente preciptadas a respeito do mesmo. Nem mesmo o fato de o filme sempre ser mencionado por cinéfilos me fazia sequer pesquisar sobre o conteúdo dele. Mas eu pensei bem e resolvi ver esse clássico, só pra constatar que não adianta ter idéias pré concebidas. Eis um filme que trata de forma primorosa a realidade, contemporâneo apesar de ter sido realizado há décadas e se passar num futuro ainda distante. O tema e as formas de desenvolve-lo nos leva a ver que esse filme é atemporal; há elementos dele em todas as fases de nossa vida. Muito bem dirigido por um visionário Kubrick, roteiro muito bem montado e com uma crítica contundente a cada passo, a cada ação das personagens. Mostra claramente a hipocrisia existente em todos, o que faz o anti-herói ora ser odiado ora ser objeto de reflexão de até onde as pessoas vão para ser idolatrados, agindo da mesma forma e pior ainda do que aqueles a quem eles "combatem". Manipulação e livre-arbítrio tirado, a tal ponto que nos leva a ver o quanto é enganoso o "fazer justiça " passando por cima, ironicamente, da moral e da ética. Lembra o "guerra tendo que ser combatida com mais guerra", , como é comum no planeta em que vivemos, e lembra também as experiências da época de Hitler, tendo como meta a "raça pura". Kubrick genial, nos deixou um filme para ser visto e revisto e que não toca só no cenário criado para o filme, mas em toda forma de existir, procurar resolver problemas e reividicar da humanidade.
cristiano q.
cristiano q.

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5,0
Enviada em 14 de outubro de 2017
Obra-prima extraordinária. Um dos maiores filmes de todos os tempos, de um dos maiores cineastas de todos os tempos, mestre Kublick. Puro cinema Arte.
Gabriel  S.
Gabriel S.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de dezembro de 2016
um filme excelente, pois aborta a ruína e incoerência da sociedade civilizada humana de uma forma única.
Pedro S.
Pedro S.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de junho de 2016
Um filme grande demais para mentes pequenas. Filme polêmico, espetacular, genial, brilhante. Um clássico
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de abril de 2016
Filmaço. Super atual, pois até hoje a política é podre e populista. A violência ainda toma as páginas jornais, de papel ou digitais. Nada mudou. É pesado, mas vale a pena assistir.
Marcão
Marcão

24 seguidores 81 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
No satírico, ultra-violento e pornográfico livro publicado por Anthony Burgess em 1962, Stanley Kubrick encontrou mais uma de suas obras-primas. Laranja Mecânica chegava aos cinemas em 1971, narrando as desventuras do carismático sociopata Alex (Malcolm McDowell) e seus droogs (Pete, Georgie e Dim) em uma Grã-Bretanha distópica e brutal.

Em 2011, o filme ganhou uma restauração em digital 4K em comemoração aos seus 40 anos e teve sua primeira exibição pública no Festival de Cannes naquele ano. Desde então, circulou por festivais e ganhou uma edição em Blu-ray. Celebrando a chegada da versão restaurada do filme a São Paulo, separamos dez curiosidades sobre o longa:

Ao escolher Beethoven como trilha sonora, fica marcada a metáfora. Genial como o impacto surdo que propõe. Atuações magistrais, (muito embora com cenas muito marcadas, como a da briga), figurino fantástico, roteiro afiado e uma trilha sonora que dispensa comentários. Mainstrem!

genial mesmo pois foi na época um soco no estomago da sociedade conservadora que censurou o filme em varios paises, é mais uma obra prima de kubrick.agora a pergunta que não quer calar como esse filme perdeu o oscar de melhor filme para operação frança, acho que o oscar é realmente uma piada.
Melhor Filme Que Ja Vi, Cada Cena desse Filme Me Marca Muito, Aprendi com Esse Filme Que a mascara cai para ambos "lados", a sociedade se sente no direito de julgar determinadas questões, porém cegas de saber que o mal (no caso a violência) sobrecarrega suas mentes e com isso a usam para o julgamento. vivemos como largatos... Ora somos ratos... Ora somos gatos... Nunca sabemos a pele que vestir.

O perfeccionismo insano do diretor está estampado em cada plano de Laranja Mecânica. Seja jogando pela janela (leia-se 'destroçando') seis câmeras até conseguir a queda ideal, seja filmando em um único plano cinquenta segundos de uma tentativa de afogamento (e contaminando o espectador com a angústia da falta de ar). Kubrick foi um louco. E um gênio. Decerto a linha que separa os dois predicados é das mais tênues. Malcom McDowell, na pele do complexo Alex, dá um show à parte, consagrando-se um ator como poucos. Enfim, pegue um copo de leite e deixe-se satisfazer com um pouco da velha ultraviolência. Proteja o gúliver e prepare-se: é Horroshow!
Genial.
Alvino
Alvino

10 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2016
Tenho medo de ser hipócrita ao falar do Alex. O Alex é mau, e ponto. A complexidade aparece no momento em que tentam fazer ele "se tornar bom". Uma coisa que eu absorvi dessa história é que: não fazer o mal não significa ser bom. O Alex recebe a minha compaixão, no momento em que ele perde sua liberdade e para de fazer maldades, não porque quer spoiler: , mas porque sofre com os enjoos do tratamento
.
E por que eu estaria sendo hipócrita? Porque assim como o Alex, todo o ser humano que vive em sociedade não faz "o bem" por que quer, mas para manter as aparências que o grupo social exige.

Filme de cabeceira. Amo!
(Obs. Alex recebe minha compaixão, mas eu ainda abomino sua ultra-violência).
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