Eu realmente não estava tão ansiosa para assistir esse filme, com tantas críticas e indicações positivas que vi sobre Laranja Mecânica, ainda sim não havia me impressionado muito, mas como de uns tempo para cá fiquei um pouco viciada em clássicos, tomei coragem e fui assistir Laranja Mecânica. O que me impressionou muito, por que é um filme tão maravilhoso, não achava que a história iria ser tão tocante e marcante para mim assim, eu realmente amei o filme, a história, os personagens, exatamente tudo. Um filme bem visto pela sociedade e crítica. A história de Alex, embora suja e triste, me emocionou bastante, e já entrou para a lista de personagens favoritos, ele é corajoso, esperto e... um marginal. Embora tenha lido sobre a história do filme e visto o trailer, não entendia por que era um filme tão inspirador para os jovens assim, mas claro, só assistindo para saber. E realmente esse filme me inspira, por saber que apesar de tantos erros que cometemos, tem uma saída, Alex em via de tantas duvidas, realmente se curou.
O filme é um tanto engraçado, triste e com bastante ação. A história se passa no futuro próximo, conta a história de Alex DeLarge(Malcolm McDowell), um sociopata cujo os interesses incluem música clássica, estupro e ultra violência. Ele é líder de uma pequena gangue de seus amigos. Alex é pego pela polícia, por violentar um escritor, estuprar sua esposa, e matar uma dona de um spa perto da cidade, ele é condenado á 14 anos de prisão, mas fica apenas 2 anos, pois é escolhido para um novo tratamento chamado Ludovico, um tratamento que o paciente, no caso Alex, é obrigado a assistir terríveis filmes, sobre assalto, violência e estupro enquanto está sob efeito de drogas, se Alex reagir mal vendo aquelas imagens, ele está curado, e poderá voltar para casa.
O decorrer do filme, é triste, emocionante e interessante, com fatos inesperados e tristes, pois Alex, embora tenha errado, ele realmente tenta se reabilitar.
Minha nota para o filme é de 9,5, pela impressionante história de Alex e produção cinematográfica. Por: Juliana A.