Apesar de estar empregado na cidade há apenas cinco meses, Francisco Morázan é apontado como chefe de Estado e é convocado para uma assembleia constituinte para validar o decreto de independência que vigora até hoje na Costa Rica. Contando, Morazán desconhia que, ao assinar o papel, estaria assinando também sua setença de morte. Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind