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Thiago Rodrigues
2 críticas
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4,5
Enviada em 1 de agosto de 2020
Filme com uma fotografia muito bonita e ótima atuação dos dois protagonistas. Um filme sem maniqueísmos e com diálogos profundos e deliciosos.
O único problema, para mim, foi o final. Achei ele um pouco tosco (mas entendo que talvez os roteiristas queriam trazer uma leveza após um filme tão denso e pesado).
Após inúmeras boas recomendações, aproveitando essa tarde chuvosa em São Paulo, deletei-me com o filme Dois Papas, maravilhosamente dirigido por Fernando Meirelles. É uma história maravilhosa e que nos convida e inúmeras reflexões. Mostra a história de dois homens sensíveis com grandes diferenças ideológicas, sendo um deles mais conservador e o outro mais liberal.. Como não amar Jorge/Francisco? Como não buscar compreender a religião que moldou a personalidade Ratzinger? Percebemos o quanto são dotados de uma capacidade empático foram do comum, e apesar das diferenças se permitiram aprender e serem transformados um pelo outro nesse processo. Vemos a humanidade de ambos presente, que como todos nós também são aprisionados em seus conflitos existenciais. É um filme maravilhoso, que nos proporciona uma reflexão ampla sobre aspectos do eu e do mundo atual, e o quanto essa mudança na igreja deveria impactar a política mundial
Eu esperava um filme que falasse sobre a Igreja, mas descobri um filme que fala sobre 2 homens com suas personalidades distintas, mas que tem em comum sua ânsia por cumprir o chamado de Deus. Eu me emocionei muito. É belíssimo filme que se basicamente em um diálogo e não é nada monótono. É lindo.
Um filme delicioso de assistir, que nos arranca várias gargalhadas. Ele retrata o lado humano dos papas que, assim como nós, possuem seus erros e fazem coisas simples no dia-a-dia como nós mesmos. Impossível não se apaixonar ainda mais pela figura do Papa Francisco, sempre descontraído, humano e simples. E até mesmo pelo Bento XVI que, mesmo sério, é uma figura encantadora no filme e se rende às brincadeiras de Francisco. Incrível, nota 1000!
Fantástica atuação da dupla Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. Impecáveis em seus papéis, retratam os dramas de cada um, em suas diferentes visões e perspectivas sobre o papel do Papado, à frente da Igreja Católica no mundo.
Um filme essencial para qualquer pessoa, não ensina necessariamente sobre Deus, ou religião. Ensina sobre o que é ser humano e sobre ter um propósito, não se importar com opiniões alheias, não ter medo de fazer o que jamais foi feito, apenas fazer o que é certo e seguir nessa missão, trabalhando, perdoando e pedindo perdão, errando e aprendendo e servindo a um objetivo maior que si mesmo.
Os cardeais se reúnem para a escolha de um novo papa. Há rumores de que ele pode vir a ser o primeiro papa africano, Turksono (Cole) ou latino-americano, como é o caso do argentino Jorge Bergoglio (Pryce), mas a escolha cai sobre o ortodoxo e conservador Ratzinger (Hopkins), consagrado Bento XVI. Bergoglio, tempos depois, tem planos de se aposentar e compra uma passagem para o Vaticano. Mal sabe ele que o Vaticano também o deseja por lá. O papa decide se aproximar de Bergoglio
Filme excelente, baseado na história da assunção do Papa Francisco, com personagens dos atores principais excepcionais.. Apesar de ter o centro apenas os dois papas, sem explorar outros cenarios, o filme é muito envolvedor.
Esse filme tem muitos elementos de verdade, mas que são usados para construir uma política lacradora típica da Netflix se aproveitando da popularidsde do Papa Francisco, e da desprovaçao do Papa Bento VI. O filme não te de fato o objetivo dd retratar a história ou algo assim (concordo que o Bento VI não foi um bom Papa. Se perceber bem, o filme é sim uma defesa ideológica: pega um pequeno recorte da história da Igreja e coloca Francisco, que é visto como mais liberal, retratado na ficção como um “mocinho” que não queria ser líder, mas que era bondoso, intelectual, responsável e, no final, quem tinha razão. A defesa implícita é de que a Igreja deve ser mais liberal — uma defesa woke indireta. É um filme progressista que seleciona recortes e constrói uma narrativa ideológica, mas de forma mais leve do que costumamos ver, para não ficar algo tão explícito. Somado a isso, a popularidade do Papa Francisco se tornou uma arma para o discurso progressista da Netflix.
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