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Karen Santos
1 crítica
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5,0
Enviada em 28 de dezembro de 2019
Incrível, uma obra de arte. Emociona, te deixa refletindo por minutos, pode ser que tenham que pausar em alguns momentos para pensar sobre si mesmo. Assistam!
Lindo de ver! Traz a tona toda a sensibilidade de Fernando Meirelles. Mensagens fortes e instigantes. Mostra o quanto o ser humano é passível de erros, acertos, sofrimentos internos e questionamentos. Independente do cargo ou função que se ocupa, mostra que todos somos iguais! Amei!
Filme excelente. É importante ressaltar que se trata de uma obra de ficção, com diálogos criados livremente pelo roteirista e pelo diretor com base no pensamento de ambos os papas. Possui alguns fatos reais misturados com fatos inventados. Um filme humanista, sério e perturbador. Sem dúvida irá incomodar o público não-humanista, anti-democrático, fundamentalista religioso e, sobretudo, os ignorantes que se alimentam do ódio. Trata-se de uma exaltação dos valores cristãos mais básicos, como a preocupação social com os pobres e marginalizados. Uma obra prima, com atores magníficos e um roteiro impecável. É impossível não se emocionar. Um filme que traz uma sensação de paz e otimismo.
Muito bom filme. Não fosse pelo fato de que as conversas todas são fictícias e os fatos baseados em "reais", que não se há certeza se de fato aconteceram ou realmente não aconteceram, daria nota 5. Papa Francisco por exemplo não assiste televisão desde 1990 por causa de uma promessa, como retratado ele assistindo jogo em um bar e ao final com Papa Bento tomando cerveja (rs Oi?). Contudo, os personagens criados são cativantes, o roteiro e os diálogos criados são incríveis. O filme é emocionante.
spoiler: O filme narra a trajetória do Papa Francisco, de sua juventude ao papado, enquanto aborda de forma sucinta o tempo episcopal do Papa Bento XVI e os percalços de sua administração
Um roteiro redondinho, longos diálogos e excelentes atuações,um dos melhores filmes do ano! A capacidade de sintetizar e colocar na mesa grandes debates da fé cristã, a partir de diálogos nada protocolares entre os dois pontífices, são um aperitivo delicioso para aqueles que pensam e acreditam no transcendente, ou até mesmo para aqueles que não creem, mas compreendem a complexidade da existência humana. As crises de fé, a diferença entre o velho e o novo, o conservador e o progressista, o legalismo e a leviandade, o que é mudança e o que é concessão, são alguns dos assuntos que o filme trabalha com excelência. Aquela polarização rasteira da política nacional, que divide os brasileiros, de alguma forma também afetou a Igreja Católica. Bento XVI, que não foi um papa popular durante o seu pontificado, hoje é visto pelos setores mais conservadores da Igreja como um grande defensor da reta doutrina, contra um Papa Francisco mais popular e carismático, porém não tão apegado as tradições da Igreja. Nessa linha tênue, não é difícil que o filme seja interpretado por uns como “pró Francisco” ou por outros como chapa branca para os grandes escândalos que afetaram a igreja no final do período de Bento XVI, mas é fato que apesar da declarada simpatia do diretor brasileiro Fernando Meireles pelo atual Papa, os dois personagens são tratados com muita humanidade e delicadeza. O espectador mais disposto compreenderá a personalidade mais dura de Bento XVI e como ela levou-o a chegar onde chegou e como chegou, ao mesmo tempo que a simpatia irradiada por Bergoglio encobre um passado cheio de escolhas difíceis e arrependimentos. Não se trata de um filme denúncia, que joga na cara do espectador todos os podres da Santa Igreja, mas sim uma história intimista desses personagens tão diferentes entre si mas que ao cruzarem o caminho um do outro, possibilitaram umas das mais bonitas produções cinematográficas do ano de 2019.
Um filme lindo que mostra um diálogo intenso de duas lideranças da igreja católica com muito humanismo e mostra as dúvidas e necessidades destas pessoas iguais as nossas. Parabéns ao roteirista e diretor que conseguiram magistralmente unir isso tudo com maravilhosa interpretação dos dois atores principais. É um filme para se ver várias vezes e refletir.
Nem sou católica, mas de verdade, me emocionei. Achei interessante, eu quis assistir até o final, e me emocionei váriiiiias vezes. Senti raiva, tristeza, e alegria. Por ter me provocado tais emoções, eu considero um filme ótimo! Atuação, cenário, história, roteiro, figurinos,mtooo bem feitos. ❤
Soberbo... Anthony Hopkins e Jonathan Price em performances maravilhosas...ainda que possa ser um encontro ficcional os diálogos e as situações são de uma densidade impressionante...locações de filmagens, direção, fotografia, irrepreensíveis...
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