Dois Papas
Média
4,4
578 notas

80 Críticas do usuário

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leandro G.
leandro G.

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de maio de 2020
Excelente narrativa.
Apenas dois atores prendendo o telespectador.
Simples, verdadeiro e autêntico,
Márcio Renato G
Márcio Renato G

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2020
O filme consegue retratar os dois papas com leveza, com respeito e também com bastante compaixão. A narrativa é menos histórica e documental, do que alegórica. São dois papas, mas a figura central é o papa Francisco e a sua visão particular de como a Igreja deve se (re)conectar com o seu povo.
Cesar Santana
Cesar Santana

34 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de maio de 2025
Filme muito bom, que nos faz conhecer um pouco sobre a história do Papa Francisco antes de chegar ao pontificado, e nos faz entender melhor sobre o conclave. Vale muito a pena assistir.
JoaNilson R.
JoaNilson R.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de maio de 2020
Um filme que retrata dois Papas como dois seres humanos que são com seus anseios e preocupações, mas com uma enorme responsabilidade.
Emerson Martins
Emerson Martins

18 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de abril de 2025
Um filme ousado, mesmo não sendo totalmente baseado em fatos reais é ótimo pra entender diferentes correntes que existem na igreja. É quase todo filmado com duas pessoas conversando mas nunca fica cansativo.
Adam William
Adam William

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de janeiro de 2020
Para aqueles que assistem de longe, talvez seja impossível imaginar que existam tantos conflitos entre aqueles que estão dentro de uma instituição tão fundamentada quanto a Igreja Católica. Desta forma, os primeiros minutos de Dois Papas (The Two Popes) surgem de forma a subverter tal expectativa, já que dão início a obra com tons de competição, em meio à escolha do novo papa em 2005. Uma escolha acertada, já que os protagonistas desse “embate” serão aqueles a quem iremos acompanhar pelos próximos 125 minutos do filme dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles (Cidade de Deus, Ensaio Sobre a Cegueira).

O drama Dois Papas, entretanto, não pende para um lado biográfico. Pelo contrário, sua narrativa é quase que completamente desenvolvida através das conversas entre o Papa Bento XVI (Anthony Hopkins) e o cardeal Jorge Bergoglio (Jonathan Pryce), que viria a se tornar o Papa Francisco alguns anos depois. Ambos com um desejo em comum de manter a relevância do catolicismo no mundo, mas com visões ideológicas quase sempre contrárias, nos mais diversos assuntos: dos mais simples como o interesse pelo futebol e tango, aos mais complexos como casamento entre pessoas do mesmo sexo e controle de natalidade. Quando Meirelles enfim os coloca frente a frente, o texto de Anthony McCarten (indicado ao Oscar pelo roteiro de A Teoria de Tudo) ganha uma força inimaginável.

Se os diálogos são a base principal na narrativa, nada seriam não fossem as atuações de Anthony Hopkins e Jonathan Pryce. O primeiro dá vida ao conservador Papa Bento com um semblante severo e uma postura aparentemente inflexível, mas cuja expressão de trejeitos sutis demonstra inúmeros conflitos em poucos segundos. É difícil não se deixar hipnotizar pela interpretação de Hopkins enquanto este transita por inúmeros sentimentos — da convicção à dúvida à angústia e, novamente, à convicção — em questão de segundos. Já Pryce, também um veterano do cinema, desempenha seu Bergoglio com um carisma único, exibindo uma humanidade que cativa todos a seu redor. Um homem cuja convicção, mesmo floreada por brincadeiras e sorrisos, não soa inferior a de seu companheiro de cena. Pelo contrário, a dinâmica da dupla permite que ambos, em meio a seus medos, culpas e aflições, sejam humanizados no decorrer da trama.

Conforme os debates entre ambos ocorrem, Meirelles e o fotógrafo César Charlone (que trabalhou com o diretor em Cidade de Deus) criam uma cinematografia interessante para ilustrar o embate de opiniões, através de plano e contraplano com a câmera posicionada sobre o ombro dos personagens. Desta forma, conforme os argumentos ganham mais força, seu intérprete “invade” a cena do outro, crescendo sobre este. Contudo, ao passo que o diretor pontua as discussões — que vão desde assuntos relacionados à igreja até questões pessoais, como o diálogo sobre os Beatles –, ele repetidamente enquadra a dupla de forma tímida, pequenos ante aos ostensivos cenários, demonstrando que por mais importantes que sejam seus debates e opiniões, não apenas questões mundanas frente à igreja e a fé.

Na segunda metade do filme, contudo, há um elemento que acaba sendo utilizado de maneira excessiva. A fim de contextualizar algumas escolhas dos personagens, Meirelles investe um bom tempo de narrativa em uma sequência de flashbacks envolvendo Bergoglio durante o período de intervenção militar argentino. Embora as cenas em si sejam importantes para o desenvolvimento da narrativa e do personagem, a inserção do seguimento acaba atrapalhando o ritmo construído de forma meticulosa até este ponto, além de privar o espectador da presença de Hopkins e Pryce — o jovem Bergoglio é interpretado por Juan Minujín, que não compromete, mesmo que desapareça diante da interpretação da dupla principal –, o que talvez seja um pecado ainda maior que a quebra do ritmo. Além disso, falta um aprofundamento em questões polêmicas — como o abuso infantil dentro da igreja –, por vezes abordado de forma acanhada, quase um ‘segredo’ entre eles, como na cena da confissão.

Conduzido com paciência e maestria por Fernando Meirelles, Dois Papas é uma obra que fascina pelo seu cuidado técnico e temática, mas principalmente por sua dupla principal, Anthony Hopkins e Jonathan Pryce, que revelam-se como o maior acerto do filme. A própria sensação de imperfeição do filme cria uma poética simetria para com seus próprios personagens, que também estão longe da perfeição e tampouco parecem querer atingi-la. Quando assistimos os momentos finais com os dois amigos — e não mais as duas autoridades santas –, entendemos que a obra chegou a seu objetivo: trazer ambas as figuras a um nível muito mais próximo do espectador, tornando-os mais relacionáveis, como seres humanos falhos.
Franciscoclira
Franciscoclira

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 3 de janeiro de 2020
Belo filme, mas se atentem para a manipulação política, trazendo a questão da "ditadura" fora de contexto da polarização política à época da América Latina entre correntes capitalistas e comunistas. Afinal, a Agenda Global está em pleno curso, e Papa está de acordo com a Agenda 2030 da ONU. Esse filme amplia seu carisma, pois se utiliza do recurso psicológico da empatia com o populismo que sempre serviu de manipulação das massas oprimidas, desde o "pão e circo" da Antiga Roma para o poder de governos socialistas disfarçados de democracia, e só observar hoje no Brasil, políticos com altos salários e privilegios, e o povo com cada vez menos retorno de seus altíssimos impostos. Apenas uma referência Ca.nal You-Tube Alexandre Costa

A bela tática do recurso psicológico da empatia muito bem utilizado pelo populismo, o filme se mostra tendencioso, quando explora parcialmente a "ditadura" de forma opressora, sem levantar paralelo ao contexto e polarização política na América Latina entre as correntes capitalistas e comunistas. Nesse aspecto é um desastre, pura manipulação, utiliza-se de ícones cristãos populares para trazer a eterna questão da opressão de minorias, a qual o pseudo-socialismo que se diz democrático mas a história tem mostrado a sua tirania.
Cerutti Consultores
Cerutti Consultores

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Filme incrível. Primeiro parabéns ao Diretor Brasileiro Fernando Meirelles. Atores, enredo, trilha, cenário e história. Cinema fica mais atraente com histórias reais... recomendo.
Marco Dornelas
Marco Dornelas

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2020
Que delícia este filme… Há de tudo: filosofia, história, ficção, atuações soberbas, imagens e edições fabulosas e ainda por cima é divertido…
fernanda rego
fernanda rego

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de dezembro de 2019
Eu me emocionei do início ao fim. Jonathan Pryce é tão semelhante a Jorge Bergoglio, que temos a sensação de ver o próprio Papa Francisco nos diálogos.
Esse filme fala muito mais sobre amor, sobre a necessidades de mudanças dentro de cada um de nós seres humanos, sobre se livrar das culpas e buscarmos a felicidade, do que propriamente sobre uma Instituição ou religião.
Recomendo a absolutamente todos que assistam. Esqueçam o credo e foquem na história. Ela é linda!
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