Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Luana O.
764 seguidores
557 críticas
Seguir usuário
4,0
Enviada em 23 de março de 2020
Atuação primorosa de Hopkins e Pryce vale pelo filme todo. Tudo muito bem caracterizado, e a fotografia é lindíssima. A ideia do roteiro, é interessante, poder entrar nos momentos mais importantes da Igreja Católica, conhecer dois papas tão diferentes, só exagerou na romantização. Uma pena essa necessidade dos tempos atuais de se politizar tudo, filme totalmente tendencioso.
Um bom filme, não sei qual a porcentagem de veracidade do que é retratado no film, mas mesmo sendo um filme com um ritmo mais lento achei bem interessante, atuações incríveis. Nota: 8,0/10
ESSE FILME É PARA TODAS RELIGIÔES, ACREDITEM. Papa Francisco que Deus te de vida longa, pra você restaurar toda a igreja católica, se desde o primeiro papa fosse como você. Assistam em 33 minutos de filme vocês ja querem ser seguidores do papa, Ele defende que os padre casem, que os divorciados vão a igreja.....
A Netflix a cada ano vem mais forte em seu serviço e se distancia de seus concorrentes na questão filmes,depois do excepcional O Irlandês,o serviço lança mais um queridinho das premiações,The Two Popes.Se trata do novo filme do diretor brasileiro Fernando Meirelles que é muito bom,ele é responsável pela obra prima Cidade de Deus e outros bons filmes,aqui felizmente ele conduz a história com belos diálogos e fortes interpretações.O filme acompanha a Ascenção de um cardeal argentino(Papa Francisco)conhecido ainda como Jorge Bergoglio na igreja católica e em 2012 o papa o convoca para uma conversa onde os dois abrem discussões a respeito de suas ideologias de igreja e suas divergências.O filme tem claros cuidados na tolerância,isso porquê vivemos em tempos difíceis onde tudo vira polémica,portanto temos um roteiro cuidadoso e bem estudado,o próprio Meirelles declarou que basicante tudo é com base em estudos de livros verídicos e declarações dos envolvidos,por um lado certas questões se acovardam em aprofundamento e consequentemente são superficiais como a questão de abuso sexual no Vaticano.Não seja pir isso que o filme perca seus méritos,ao contrário,temos um filme muito imersivo em seus diálogos,ele trabalha as divergências de ideias com uma fluidez muito grande e ainda aborda o passado do papa Francisco e fatores que o atormentam.Tudo isso é reforçado pelas atuações espetaculares,Anthony Hopkins é um papa Bento XVI que segue mais o lado conservador e é mais anti social,já o Jonathan Pryce é mais popular e tem ideias mais normais,a atuação dos dosi é muito boa mas o Pryce tem uma carga espetacular,seja pelo seu sotaque espanhol perfeito até a história de vida e costumes que faz o público adorá-lo de cara,aliás ele concorre na categoria melhor ator do globo de ouro assim como o Hopkins na categoria ator coadjuvante.The Two Popes tem uma grande direção e tem seu elenco inspirado,aborda muitos temos relevantes e tem um roteiro cheio de diálogos incríveis,mesmo que certos temas sejam superficiais ainda é incrível.
Sinopse: O cardeal argentino Jorge Bergoglio está decidido a pedir sua aposentadoria, devido a divergências sobre a forma como o papa Bento XVI tem conduzido a Igreja. Com a passagem já comprada para Roma, ele é surpreendido com o convite do próprio papa para visitá-lo. Juntos, eles precisam superar suas diferenças e construir um novo caminho para a Igreja Católica.
Crítica: "Dois Papas" é um filme cativante que transcende o gênero de drama histórico ao apresentar uma narrativa rica em diálogos e reflexões filosóficas. Dirigido por Fernando Meirelles, a obra se destaca não só pela habilidade técnica, mas também pela profundidade emocional das relações humanas que desenvolve, focando na interação entre o Papa Bento XVI e o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, futuro Papa Francisco.
Um dos pontos fortes do filme é a forma como ele explora os conflitos internos e as vulnerabilidades dos protagonistas. Anthony Hopkins e Jonathan Pryce oferecem atuações impressionantes, trazendo à vida personagens que, embora influentes, não estão acima de dilemas éticos e existenciais. As suas conversas revelam nuances da fé, da dúvida e da moralidade, questões que reverberam além dos muros do Vaticano e se conectam com a sociedade contemporânea.
Apesar de abordagens criativas e dramatizações fictícias, o filme serve como um espelho para dilemas atuais que a Igreja enfrenta, como a modernização e a necessidade de renovação moral. A falta de encontros reais entre Bento XVI e Bergoglio para debater a renúncia ressalta a liberdade artística do filme, mas não diminui sua relevância. Em vez disso, provoca reflexões sobre as possíveis conversas e debates que poderiam ter ocorrido em tempos de crise.
Visualmente, "Dois Papas" é uma obra rica em detalhes, com uma cinematografia que captura a grandiosidade e a intimidade dos cenários. As transições entre passado e presente são habilidosas e contribuem para o desenvolvimento narrativo, transformando a história em uma experiência imersiva.
Em suma, "Dois Papas" é mais do que uma biografia; é uma exploração da dualidade da natureza humana e da busca incessante por significado. Ao abordar questões universais, o filme transcende as barreiras da religião, resonando com todos que têm buscado a verdade e a compreensão em tempos de incerteza. Essa capacidade de dialogar com o público torna-o uma obra significativa e impactante.
Um belo filme sobre a natureza da fé humana e onde ela pode nos levar, bem como suas indeléveis contradições e virtudes. Dois Papas encontra o realizador brasileiro Fernando Meirelles em pleno vigor, com um trabalho de direção inspirado e cheio de sensibilidade. O roteiro igualmente sensível e detalhista de Anthony McCarten desenvolve com cuidado e apreço a relação de amizade improvável entre estas grandes figuras tão diametralmente opostas. Protagonizado pelos monstros do cinema Jonathan Pryce e Anthony Hopkins, ambos em plena forma e entregando suas melhores performances em anos, este é um ótimo longa reflexivo que trata de temas universais.
Pryce está inacreditável como Bergoglio. Hopkins está idêntico, nas Pryce parece incorporado. Foi otimamente captado como o Papa Francisco é diferente dos outros papas, que parecem seres arrebatados, intocáveis, feitos agora de outro material extraterreno. Francisco é um homem o cúmulo do comum. A personalidade interpretada por ele é de uma humanidade e humildade comoventes e inspiradoras. Uma consequência disso, por exemplo, é quando ele (liberal e contestador), se despede de Bento no Vaticano, rumo ao aeroporto, e é quase possível sentir Bento ( o frio e conservador) com o coração apertado. O filme é gracioso e poético, sensível como seu diretor, não podia ser de outro jeito. Mas é isso, poético e ingênuo. Papa Bento ficou bonzinho. (Será que foi o próprio Papa Francisco que ajudou Meirelles a construir a personalidade desse Bento?) . E não há qualquer menção séria às politicagens envolvidas no papado. E os casos de abuso sexual cometidos dentro da igreja e acobertado pelos papas são mencionados de maneira muito rápida e suave. Era pra ser um filme bonito, não uma denúncia, e, enfim, ficou mesmo bem bonito.
não fala só dos papas, fala de história, dos tempos duros da Argentina, dos rituais da igreja católica, os dois ficam conversando o tempo todo (ficção), os atores são charmosos e o texto é muito bom, a fotografia está boa também. pra quem não gosta de religião, também vale a pena. é mais uma faceta da natureza humana. e não dá pra deixar de admirar alguém que vive pelo que acredita, ou pelo que tenta acreditar.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade