Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes: Críticas - Página 2
Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
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Felipe Aguiar
1 crítica
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1,0
Enviada em 15 de novembro de 2023
Esse filme poderia ser muito, porém alguns fatores negativos dificultam avaliar melhor. O protagonista atuou muito mal e o roteirista não ajudou. Não tem personalidade, não tem coragem, não tem protagonismo. A coadjuvante tem muito mais personalidade. O que leva a questão: criar um personagem homem protagonista com perfil de idiota é com a intenção de lacrar? O telespectador sente desgosto de ver o protagonista. Cenas de combate simplesmente ridículas. Péssimas atuações, péssimos desfechos, péssimas motivações. Poderiam fazer muito melhor. O ChatGPT faria um roteiro melhor. Os filmes anteriores foram muito melhores. Uma decepção. Não atoa a nota é baixa. Ninguém gostou disso.
A construção do vilão Coriolanus Snow, somado a profundidade, densidade e contexto que o filme trás a franquia original, torna essa prequel uma das, se não a melhor já feita.
Viola Davis e Peter Dinklage são um show a parte. Já quanto os protagonistas, não gostei muito. A história é promissora e consegue se conectar bem com os antecessores, mas nada se compara aos primeiros. Achei chata as partes das cantorias, por ser um filme longo e não ser um propriamente um musical.
Fui sem esperar nada, e o filme me entregou tudo! Muito bom, achei o melhor da série... vale à pena, assistam! Atuações muito boas (com destaque para Viola Davis) e desenvolvimento muito intrigante. É verdade que os últimos 40 minutos são meio corridos, mas nada que desabone... eu adorei.
A quarta obra dessa franquia é de longe o pior e mais cansado. Podemos destacar os pontos positivos que são a forma rudimentar dos primeiros jogos, tendo em vista que aqui no encontramos aproximadamente 70 anos antes dos 3 primeiros filmes. Outro destaque são as sugestões que o Show oferece para que os jogos fique mais parecidos com um reality show. Os pontos negativos estão no roteiro arrastado, falta de criatividade e de construção de personagem que não faz falta nenhuma quando morrem, jogos que acabam na metade do filme e uma tentativa de romance sem graça entre Show e Lucy. O filme é relevante para a franquia apenas a nível de curiosidade.
Essa é uma obra que se insere de maneira complexa e intrigante no universo criado por Suzanne Collins, proporcionando uma rica expansão do universo de sua trilogia original. Sob o ponto de vista da crítica, o filme entrega um panorama interessante do início da distopia de Panem, através de uma abordagem que se destaca pela sua narrativa envolvente da origem de certos personagens intrigantes. A trama, centrada no jovem Coriolanus Snow, oferece uma visão única sobre a evolução do futuro presidente tirano, revelando camadas de sua personalidade e as motivações que moldaram seu caráter.
O filme acerta ao explorar a moralidade ambígua de Snow, mergulhando o espectador em sua jornada pessoal e em seus dilemas éticos. Essa exploração é feita de maneira eficaz, permitindo uma compreensão mais empática, embora perturbadora, de suas ações no futuro. A atuação do elenco, especialmente de Tom Blyth no papel de Coriolanus, é convincente e adiciona profundidade ao personagem, destacando suas vulnerabilidades e ambições.
Por outro lado, o filme também enfrenta desafios ao equilibrar a narrativa com as expectativas dos fãs da série original. Alguns espectadores podem sentir que a trama, por vezes, se arrasta em seu desenvolvimento, especialmente nas partes que se dedicam a construir o contexto histórico e social de Panem. Essa escolha narrativa, embora justificada pela necessidade de aprofundamento, pode testar a paciência de quem busca um ritmo mais acelerado e repleto de ação.
Além disso, temos uma coesão estética e temática com os filmes anteriores da franquia, ao mesmo tempo em que introduz novos elementos visuais e simbólicos que enriquecem a experiência cinematográfica. A trilha sonora e a fotografia complementam a narrativa de maneira eficaz, criando uma imersão sensorial que intensifica as emoções e os conflitos apresentados. No entanto, há momentos em que a sobrecarga de informações e subtramas pode parecer um pouco dispersa, exigindo do espectador uma atenção redobrada para captar todas as nuances e referências.
Dito isso, esse filme é uma adição valiosa e instigante ao universo que oferece uma reflexão profunda sobre poder, ambição e moralidade, através de uma narrativa que, apesar de alguns deslizes em ritmo e densidade, consegue prender a atenção e proporcionar uma experiência rica e provocativa. A complexidade dos personagens e a qualidade da produção fazem deste filme uma peça significativa dentro da saga, convidando os espectadores a reavaliar suas percepções sobre os eventos e figuras centrais de Panem.
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