Um Dia de Chuva em Nova York
Média
3,5
183 notas

32 Críticas do usuário

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Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.884 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2019
Os jovens Ashleigh (Elle Fanning) e Gatsby (Timothée Chalamet) formam um casal que planeja uma viagem romântica a Nova York. No entanto, quando chegam no local, os planos mudam: Ashleigh descobre a possibilidade de fazer uma entrevista com o famoso diretor de cinema Roland Pollard (Liev Schreiber), e Gatsby acaba encontrando a irmã (Selena Gomez) de uma antiga namorada. Ao longo do passeio, Ashleigh e Gatsby descobrem novas paixões e oportunidades únicas.

Achei um filme muito louco com histórias que são uma confusão de sentimentos acho que esperava muito mais⭐⭐
Bruno Campos
Bruno Campos

631 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de dezembro de 2019
Mais uma obra-prima de Woody Allen, um dos maiores diretores de todos os tempos. Como em seus melhores filmes, seu roteiro e suas frases são "simples" e brilhantes. As reviravoltas amorosas, o antimaniqueísmo são marcas constantes, desconstruindo os valores relacionais culturalmente viciados. Gostem dele ou não, só não é aceitável q se reduza sua filmografia a uma única forma de narrativa (vide "Zelig", "Tudo que Você sempre Quis Saber sobre Sexo mas Tinha Medo de Perguntar", "Poderosa Afrodite", etc).
Feldman
Feldman

11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de dezembro de 2019
Mais um filme excelente de Woody Allen, aliando diálogos precisos que prendem o espectador do início ao fim, com um toque do humor que lhe é característico, em uma história com a qual muitos devem se identificar. E, para variar, filmado em Nova York. Pode parecer clichê mais um filme em NY, mas não poderia haver cidade mais apropriada, a cidade que nunca dorme, onde tudo acontece, uma cidade que pulsa e que mais uma vez é explorada com maestria por Allen. Um filme que vale muito assistir, mais um grande filme pra lista de Woody Allen.
Elie Cheniaux
Elie Cheniaux

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de novembro de 2019
“UM DIA DE CHUVA EM NOVA YORK”: MAIS DO MESMO? AINDA BEM!
Domingos Oliveira certa vez fez o seguinte comentário: “Um dos maiores prazeres da minha vida é quando os jornais anunciam um novo filme de Woody Allen. Meu coração bate, sabe que vai encontrar uma alma tão romântica quanto a minha. Não resisto. Estou sempre na pré-estreia, que, por falar nisso, nunca está lotada como eu sempre imagino que estará. Woody Allen não é um sucesso de bilheteria em praticamente nenhum lugar no mundo. Sua plateia não inclui os burros. E os inteligentes são poucos”.
Identifico-me inteiramente com o grande cineasta e dramaturgo brasileiro, recentemente falecido. De 1982 a 2017, Woody fez um filme por ano, eventualmente mais de um. Assim, nesse longo período, a cada ano eu experimentava uma grande expectativa quanto à estreia de um novo filme do cineasta nova-iorquino, da mesma forma que uma criança espera ansiosamente a chegada do Natal, quando irá ver o Papai Noel e ganhar presentes.
Todavia, a regularidade das produções de Woody foi quebrada. Em função da acusação contra Woody de ter abusado sexualmente de sua filha adotiva Dylan quando ela tinha sete anos, os movimentos #MeToo e Time’s Up iniciaram, nos últimos anos, nos Estados Unidos, uma campanha de perseguição contra o cineasta. Isso que influenciou fortemente a mídia, que passou a condená-lo ou, no mínimo, a dizer que a questão era polêmica. Como consequência, a Amazon decidiu não lançar “Um dia de chuva em Nova York” e não produzir os próximos filmes de Woody, rasgando assim o contrato que tinha com ele. Configurou-se então uma situação completamente absurda, já que, no longínquo ano de 1992, a polícia de Connecticut, com a colaboração de uma equipe do Hospital Yale New Haven especializada em abusos sexuais de crianças, investigou a acusação e concluiu que Woody era inocente. Ou seja, ele sequer foi processado criminalmente.
Diante desse tenebroso cenário, há não muito tempo temia-se que “Um dia de chuva em Nova York” jamais chegasse ao público e que Woody não obtivesse mais financiamento para novos filmes. No entanto, para a felicidade geral dos fãs do cineasta, o filme conseguiu distribuidores na Europa, na Ásia e na América Latina, embora não nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, a toda hora eu via nas redes sociais postagens de pessoas de várias partes do mundo que exibiam, com orgulho, imagens de ingressos para o filme e comentavam, nas mais diversas línguas, sobre a sua satisfação em poder vê-lo, despertando em mim inveja e ansiedade.
Eis que, na última quinta-feira, dia 21 de novembro, finalmente “Um dia de chuva em Nova York” estreou no Brasil. Foi em dezembro de 2017 que eu havia assistido ao seu filme anterior, “Roda Gigante”. Assim, já se contavam praticamente dois anos de uma abstinência para mim insuportável, o que me obrigou a fazer como Domingos e ir na pré-estreia, que aconteceu na véspera. A propósito, a sessão estava lotada.
Gostei bastante do filme, mas reconheço que não está entre os maiores do cineasta. Vários críticos consideraram o roteiro pouco criativo e afirmaram que Woody havia repetido nele diversas situações e personagens de outras de suas comédias românticas. De fato, elementos recorrentes de sua obra estão novamente presentes em “Um dia de chuva em Nova York”: o amor por Nova York, aversão ao campo, infidelidades amorosas, a paixão de homens de meia idade por mulheres bem mais novas, prostitutas, a música de Irving Berlin e, especialmente, romantismo. Aliás, como em vários outros de seus filmes, em “Um dia de chuva em Nova York”, as cenas românticas ocorrem especialmente quando está chovendo.
Contudo, não considero essas repetições como defeitos. Adoro rever várias vezes os filmes de Woody, rindo das mesmas piadas, me emocionando com as mesmas cenas. Tendo assistido a todos os seus filmes sem exceção, a minha relação pessoal com a sua obra cinematográfica é mais com o conjunto do que com os filmes isolados. Vejo as repetições de Woody como expressão de sua fidelidade a si próprio e a seu público e como oportunidades para eu revivenciar prazeres antigos.
Na quarta-feira, ao término da sessão, eu não queria sair da sala de cinema e voltar a enfrentar o aterrorizante mundo real. Forçado a ir embora, ainda permaneci em um estado de transição entre a fantasia e a realidade por alguns minutos. Num primeiro momento, achei estranho não estar chovendo lá fora. Além disso, ainda durante essa transição, me senti feliz e romântico. Então, me veio o impulso de ir até a minha amada e declarar o meu amor, e imaginei que, se nós dois fôssemos personagens de um filme de Woody Allen, estaria chovendo e, sob a chuva, nos beijaríamos apaixonadamente.
Elie Cheniaux
(psiquiatra; professor associado da UERJ; professor do programa de pós-graduação em psiquiatria e saúde mental da UFRJ; autor do livro “Woody Allen: seus filmes são mesmo autobiográficos?”, publicado pela editora Autografia, em 2019)
Alan David
Alan David

17.186 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de novembro de 2019
Um Dia de Chuva em Nova York não é uma das comédias românticas mais bonitas ou surpreendentes, mas pode embalar-nos com leveza se dançarmos conforme a música.


Para crítica completa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2019/11/critica-cinema-um-dia-de-chuva-em-nova.html
Lilian M
Lilian M

11 seguidores 76 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2019
Woody! me desculpe! vou te criticar: foi divertido, um fluxo tão rápido de ideias que fazem você descansar a mente (são muitas referências, nem sempre tão acessíveis)
Eu sempre fico na dúvida, qual é a mensagem que ele quer passar? ele faz uma crítica social, ou não?
Depois de ter assistido "Meia noite em Paris" e "Café Society" eu esperava mais ? será que a crítica profissional está certa? o "diretor em crise" poderia ter feito mais desabafos? (só assistindo pra entender a referência)
Woody, enfim, talvez seja mais contido do que imaginávamos (ou não, talvez eu que não tenha conseguido perceber), e realmente,como obra de arte, ele tem o direito de mostrar o seu ponto de vista, da forma sutil e poética dele.
spoiler: Ainda assim é Woody Allen, e roubando/parafraseando uma frase do próprio filme: "o melhor filme dele ainda está por vir??". ps: eu também prefiro pensar que os filmes dele têm um viés romântico. tenho que admitir, que a cena do beijo na chuva é memorável.
. -- opinião de uma leiga na sétima arte, mas que gosta de um "filme/reflexão".
Fernando Nunes
Fernando Nunes

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de novembro de 2019
Uma história sem aquela vontade de prender o leitor, trazendo algo repetitivo e sem força, bem pífio. O que dar um up no filme é a atuação da Selena Gomez da personagem secundária e a bela fotografia de New York.
Cesar Costa
Cesar Costa

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de novembro de 2019
Um filme do Woody Allen sempre parece mais do mesmo, mas de forma surpreendente. Uma comédia romântica que leva a questionar os relacionamentos amorosos. O final feliz teve uma mensagem muito bacana. Recomendo muito assistir.
Nelson J
Nelson J

51.067 seguidores 1.993 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de novembro de 2019
Tipico filme de Woody Allen. Muito New York e personagens interessantes e complicados nas suas interações amorosas eem suas buscas reais de propósito na vida. Vale a pena.
@cinemacrica
@cinemacrica

23 seguidores 107 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de novembro de 2019
(Insta @cinemacrica) Com poucos minutos, o padrão Woody Allen de tecer suas típicas comédias românticas se manifesta. Timothée Chalamet interpreta Gatsby e inicia a obra narrando como chegou a Universidade de Yardley, onde também conheceu sua atual namorada Ashleigh. O marasmo é quebrado com uma viagem a dois para Nova York. A megalópole norte-americana cumpre com o papel de oferecer bifurcações para qualquer planejamento: Ashleigh consegue entrevistar um renomado diretor e entrar em contato com personalidades do meio cinematográfico. Gatsby reencontra antigos conhecidos e ainda tem tempo de encontrar familiares em situações não desejáveis. Da particularidade das agendas segregadas da dupla de protagonista surge a inevitável reflexão sobre o relacionamento.
Não espere muito, mas não espere pouco. "Um Dia de Chuva em Nova York" é um exemplar padrão de Woody Allen: um filme ligeiramente acima da média que dificilmente perdurará na memória por muito tempo. Entre os principais acertos poderia destacar o honestidade em assumir a falta de pretensão e trazer bons momentos cômicos numa atmosfera leve. Com tanta oferta de comédia barata, deve-se reconhecer a capacidade do diretor em escrever textos minimamente interessantes e de fato engraçados.
Contudo, as virtudes não avançam muito além desse ponto. Além da já mencionada crítica de termos o mais do mesmo, a permissividade do roteiro torna o filme mais fantasioso do que poderia ser. Os acontecimentos brotam com a mesma facilidade com que mirram. De um lado, Ashleigh tem uma inserção meteórica no meio artístico. Mesmo relevando a verossimilhança, o fato é que o excessivo número de contatos torna a mensagem pertinente a seu personagem cansativa e redundante. Do outro lado, alguns acontecimentos que rodeiam Gatsby seguem uma dinâmica do entra e sai sem pudores.
Ainda que proponha uma reflexão final válida, o todo não consegue se enquadrar num ótimo exemplar do gênero. Mesmo assim, pelo bom tom de leveza e cômico, essa pode ser uma excelente companhia para o fim do dia de domingo.
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