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joaofilipe
18 críticas
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3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2022
Filme bom! Bem estilo Woody Allen mesmo porém com protagonistas aparentemente mais jovens. É um filme legal pra assistir em uma sexta-feira a noite em que não se tenha nada pra fazer! Não é como os outros espetáculos do diretor porém mesmo assim ainda é bom.
Todos nós temos uma imagem própria de Nova Iorque, ou vai me dizer que ainda não conhece a Grande Maçã com a palma da sua mão de quando maratonou Friends ou Seinfield por horas a fio naquele sábado à tarde?!
Minha Nova Iorque é a metrópole repleta de arranha-céus, onde ocupados homens de terno e sobretudo perdem seus tostões na bolsa de Wall Street. É a megalópole que abriga o Carmine’s, um dos requintados ristorantes italianos no centro de Manhattan, escolhido por casais apaixonados para suspirarem de amor em plena luz do luar. Ou quando o letreiro iluminado da faixada da Broadway, nos indica seu mais novo sucesso comercial.
Se conseguiu visualizar todas estas imagens como luminosos anúncios publicitários, então camarada, você está lascado, é bobo como eu.
Um dia de chuva só torna mais poética, e porque não dizer clichê, a imagem mental que criamos da cidade. E Woody Allen se aproveitou disso, construindo sua nova comédia romântica, tornando possível todas as nossas fantasias, com suas já conhecidas idas e vindas no percurso de seu enredo. Este senhor demostrou tudo o que a poesia pode fazer dentro de uma mente, que ainda cultiva um ingênuo romantismo, sob uma cidade que de romântica, não deve ter é nada, por conta de uma piração regida pelo mundo dos negócios.
O clima do filme se volta ao de um dia de chuva, esperando a água cair, aproveitando cada um de seus momentos, para sensibilizar os olhos do espectador com o melhor do cinema: as imagens que dizem mais do que palavras.
Suas tomadas de chuva nova-iorquina, fazem os amantes por poesia contemplativa como eu babarem, delirarem em suspiros, se imaginando naquela situação. Para minha felicidade, do meio do filme para frente, o glorioso São Pedro fez garoar o clima rio-pardense, me deixando em estado de profundo êxtase diante a precipitação.
Quando Mario Quintana poetou ao escrever: ‘Sempre que chove/tudo faz tanto tempo/que qualquer poema que escreva/ vem sempre datado de 1889’’, com certeza não imaginava o presente que Woody Allen prepararia para os líricos jovens de 2019. Se for assistir ao filme, saiba que, seus dias de garoa, jamais serão os mesmos.
Muito ruim. Mesmo analisado através da perspectiva das criações de Woody Allen, o filme é tão ruim que chega a ser quase insuportável de assistir. O elenco é bom e incorpora os personagens a que foram designados perfeitamente. No entanto, a história é ridícula, sarcástica e irritante.
Um filme bom, simples, rápido e com uma historia agradável. O filme consegue passar uma lucidez para os personagens. Clima impecável. Para quem gosta do tema, é uma boa pedida.
O filem tem uma fotografia extraordinária e com certeza uma das melhores do Woody Allen, mas a fotografia só serve para cobrir um roteiro meio fraco e simples, recomendo para assitir somente como recreação ou algo do tipo e acredito que Woody Allen poderia ter feito algo melhor
Filme leve, divertido, roteiro esperto. Woody Allen em boa forma, com a cidade que ele tanto gosta como fundo de histórias reais. Excelente pedida para esse período de pandemia!
Longe de ser uma comédia romântica, na minha opinião, longe de ser um bom filme, longe de animar alguém com cenas sem sequência conclusiva, o filme me chamou atenção pelo título e atores, e só. Mal gosto segue o raciocínio de Woody com estas comédias romanticas. De bom neste filme sinceramente somente o título e a chuva em Nova York. Mas pra quem gosta do estilo Woody de fazer filmes é um prato cheio, não sei de quê mas é.
Apesar de charmoso, não possui o apelo exato. Mais um roteiro onde acabamos vendo em respeito ao ótimo elenco. É bonito e romântico, mas fraco e falta um ápice da história.
Os jovens Ashleigh (Elle Fanning) e Gatsby (Timothée Chalamet) formam um casal que planeja uma viagem romântica a Nova York. No entanto, quando chegam no local, os planos mudam: Ashleigh descobre a possibilidade de fazer uma entrevista com o famoso diretor de cinema Roland Pollard (Liev Schreiber), e Gatsby acaba encontrando a irmã (Selena Gomez) de uma antiga namorada. Ao longo do passeio, Ashleigh e Gatsby descobrem novas paixões e oportunidades únicas.
Achei um filme muito louco com histórias que são uma confusão de sentimentos acho que esperava muito mais⭐⭐
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