Era uma Vez em... Hollywood
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3,9
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216 Críticas do usuário

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Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.170 seguidores 969 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de agosto de 2019
O tipo de filme que assistimos apenas pelo elenco. O roteiro é bem sem graça e durante uma hora e quarenta minutos não tem muito o que ver, apenas um longa parado e monótono, que chega a ser bobo, fora totalmente do que esperamos desse diretor. No fim, Tarantino finalmente mostra sua marca registrada em um ápice nem tão esperado, que eu diria salvar o longa. Muito extenso e desnecessário.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2024
"Era uma vez... em Hollywood" de Quentin Tarantino é um mergulho nostálgico na Los Angeles de 1969, revisitando a era de ouro do cinema americano. Com foco nos personagens e menos em sua habitual energia cinematográfica, o filme contrapõe a amizade entre um ator em crise (Leonardo DiCaprio) e seu dublê (Brad Pitt) à história e ao revisionismo. Embora repleto de referências e momentos brilhantes, como o embate cômico com Bruce Lee, o longa busca explorar nuances emocionais e um olhar mais contido sobre identidade e representação, mas nem sempre equilibra humor e drama, resultando em uma obra densa, fascinante e imperfeita.

O filme é uma obra densa e nostálgica que demonstra a habilidade de Tarantino em revisitar histórias e criar personagens memoráveis. A nostalgia e a metalinguagem são bem trabalhadas, mas a tentativa de equilibrar humor e drama às vezes soa inconsistente. Ainda assim, é uma obra relevante e ousada, que expande a zona de conforto do diretor, mesmo que sem a energia característica de seus trabalhos anteriores.
judsbiz
judsbiz

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de agosto de 2019
Sem dúvidas que com um elenco estrelado esse filme tinha muito mais em potencial. Um roteiro muito mediano. Longas cenas e diálogos desnecessários. De Tarantino mesmo só os últimos 20 minutos e, principalmente, a parte final do filme. De resto, um drama cômico bobalhão.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.289 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de novembro de 2019
Um tanto decepcionado, pela expectativa gerada por ser de um dos melhores diretores de todos os tempos, o grande Quentin Tarantino, que aqui consegue fazer uma boa direção, mas nada de excepcional, nada de deferencial, temos atuações marcantes de Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, onde os dois merecem ser indicados, ainda temos Kurt Russell, Margot Robbie e monstro sagrado Al Pacino todos estão bem. O que incomoda nessa obra é a duração de mais de duas horas e meia , poderia ter tido menos 30 minutos, a perca de energia é visível, com diálogos descartáveis, faltou o pouco mais de gore que é característicos de Tarantino, temos apenas no ato final e com desfecho insosso. Era uma vez em Hollywood está na lista dos piores do diretor.
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de janeiro de 2020
Bom. Talvez seja o filme menos surpreendente e menos marcante de Quentin Tarantino, porém não deixa de trazer toques de cinema refinado, humor sátiro e belas atuações.
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de julho de 2021
O filme não quer contar uma história sobre os anos 60 e sim te colocar lá dentro. Achei esse estilo bem diferente do comum, são apenas sequencias de fatos, sem necessariamente ter algum desfecho lá na frente, e isso pode não agradar a todos, mas garanto que as atuações de Brad Pitt e Di Caprio fazem valer a experiência... E o final extremamente empolgante recompensa o espectador!
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de janeiro de 2020
É um filme com uma riqueza de detalhes e com uma fotografia impecável. Mas é um filme longo, fica até cansativo. As cenas de Rick Dalton, poderiam ter sido cortadas pela metade ou então mais cenas para os personagens Cliff Booth e/ou Sharon Tate. Quanto ao final, acho que o próprio título já sugere um final diferente, e esse com certeza foi a cereja do bolo.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2019
Era uma Vez em… Hollywood, filme dirigido e escrito por Quentin Tarantino, se passa no final da década de 60, momento em que a capital do cinema vivenciava diversas transformações que a aproximavam, cada vez mais, do modelo de cinema europeu. Isso está refletido na grande tela, na medida em que acompanhamos um instante de transição entre gêneros como o western, que migrava para o estilo italiano do western spaghetti. A obra também retoma uma discussão que já foi bastante aprofundada em longas como Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder: a sobre como Hollywood é uma terra de altos e baixos, principalmente para os atores, que podem estar no topo e, posteriormente, entrarem em ostracismo.

Além desse pano de fundo, digamos, cultural, Era uma Vez em… Hollywood, também se passa numa conjuntura histórica bastante particular. Foi também pelos idos de 1969, que um grupo conhecido como a Família Manson se estabeleceu numa propriedade conhecida como Spahn Ranch (rancho pertencente a um ex-ator da época do cinema mudo e que foi locação de filmes e séries de notoriedade). Liderado por Charles Manson, o grupo se dedicava a golpes, consumo de drogas, sexo livre e, também, à perpetração de crimes – o mais célebre deles, o da atriz Sharon Tate, que foi assassinada ao estar grávida de 9 meses.

Ter conhecimento sobre esses fatos irá ajudar a plateia a se situar melhor diante do que assistirá em Era uma Vez em… Hollywood, mas a verdade é que não foi a intenção de Quentin Tarantino se debruçar sobre estes fatos. Seu filme é uma grande fábula centrada em uma dupla: o ator Rick Dalton (Leonardo DiCaprio), que estrelou uma série de sucesso e, no momento em que o filme se passa, vive uma fase decadente em sua carreira; e o dublê Cliff Booth (Brad Pitt), que trabalhou anos como dublê de Rick e, no momento em que o filme se passa, está atuando como faz-tudo e motorista do ator. São eles que vão desencadear as diversas situações que assistimos no decorrer do longa e que vão compor uma colagem de cenas em que, mais uma vez, Tarantino comprova que, antes de ser um diretor competente, ele é um verdadeiro apaixonado pela sétima arte.

Por isso mesmo, é inegável que Era uma Vez em… Hollywood é um filme com aspectos técnicos destacados, com boas atuações de um elenco de primeira e com elementos que são característicos da filmografia de seu diretor/roteirista – principalmente aqueles que dizem referência à sua fascinação por inserir suas influências e gostos pessoais em cena. Entretanto, também fica claro que a obra tem diversos problemas, principalmente em sua estrutura narrativa. Por boa parte do filme, a sensação é a de que a trama não decola spoiler: (apesar da genialidade de algumas cenas, como o diálogo entre Rick Dalton e a atriz mirim em um dos intervalos de gravação de um episódio de um seriado ou naquela em que Cliff Booth visita o Spahn Ranch)
e o filme só ganha um fôlego verdadeiro quando se encontra no seu ato final, no momento que antecede e no qual deveria acontecer o assassinato de Sharon Tate. Este era o sinal que Tarantino precisava… Talvez, se seu filme fosse centrado mais na trama de Tate, a sensação que Era uma Vez em… Hollywood passaria seria diferente… Porém, o caminho escolhido por Tarantino é aquele em que ele faz o que deseja e não deve explicações a ninguém por isso!
Wellingta M
Wellingta M

938 seguidores 257 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2020
Tarantino é um filho de uma égua! O nono filme dele (que ele chamou de penúltimo), não é pra ser levado a sério e por isso é bom. Que delícia ver Leo e Brad juntos, ídolos da juventude, completamente maduros artisticamente. Leo se despiu de toda vaidade pra viver Rick Dalton e falo, sem medo: Não fosse o Joaquin Phoenix, Leo ganharia o Oscar porque está simplesmente ma-ra-vi-lho-so!

Brad, nem se fala. Mereceu o Oscar de coadjuvante e ainda provou que dos altos de seus 56 anos, ainda dá um caldo bacana. GATO com G maiúsculo. Ele honrou a profissão dos dublês que agora querem que sua categoria, apareça no Oscar.

Os únicos senões do filme são a aparição de Bruce Lee (achei desnecessário) e a melancolia que eu senti no final, por conta da história de Sharon Tate.

Quem dera que pudéssemos refazer as coisas, né Tarantino?
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de junho de 2022
Um filme gostoso de assistir, apesar do roteiro ser lento.., a direção de arte desse filme é o ponto forte ! fantástica! Se passa no final da década de 60.., Um roteiro simples , elenco muito bom , um filme de época onde mistura alguns eventos reais , com ficção., alterando o rumo da história , e isso é bem interessante! Não faz parte dos melhores de Tarantino, bem longe disso..., a história é arrastada e pouca coisa acontece.., apenas no final , que o filme fica mais interessante., mas ainda assim é muito bom!
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