Era uma Vez em... Hollywood
Média
3,9
1566 notas

216 Críticas do usuário

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Roberto L
Roberto L

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de agosto de 2019
Primeiramente, cada um faz a crítica que quiser, ficar criticando a crítica de alguém é ridículo

Sobre o filme
Eu gostei no geral, mas muuuuito longe de achar um filme do c......, se não tivesse o nome tarantino, dicaprio, e brad pit no filme, provavelmente passaria batido do público

Dos últimos do tarantino sem dúvida é o mais sem graça
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de janeiro de 2020
Ainda bem que antes de ver o filme, fui pesquisar sobre o caso real do assassinato da Sharon Tate que serve de pano de fundo para o filme. Sugiro que todos façam o mesmo, pois o Tarantino parece que considera que todos já conhecem o caso real e não se preocupa em explicar nada. Quem não sabe a historia real vai entender o filme de forma diferente e com certeza vai ficar perdido. Não sei bem o que ele quis fazer, mas só posso imaginar que foi uma homenagem à Sharon, "salvando-a" do destino tão brutal e impensável que teve, junto com as demais vítimas. As atuações sem dúvida são muito boas ( e o cachorro também merece o globo de ouro...), mas a cena final, marca registrada do Tarantino, passou dos limites pelo grotesco. Foi um retorno ao Drink no Inferno.
Vai saber o que se passa na cabeça desse doido (do Tarantino e dos maniacos reais). Mas muito estranho que a crítica esteja morrendo de amores pelo filme.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de agosto de 2019
Era uma Vez em... Hollywood é o filme menos Tarantino em essência, mas traz uma salada de ideias que funcionariam melhor se tivesse uma duração menor, ai sim, teríamos uma experiência mais dinâmica de uma época estranha em Hollywood, mesmo assim tem em seus dois protagonistas uma atuação firme que pelo menos prende sua atenção quando necessário.

Para crítica completa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2019/08/critica-cinema-era-uma-vez-em-hollywood.html
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de janeiro de 2020
Homenagem marcante do cinema dos anos 70, entrelaçando com os momentos históricos da época. Uma fábula contada no estilo Tarantino. Mesmo assim, uma história muito arrastada, lenta e por vezes desnecessária. Interessante, porém podia ser melhor.
Zé Luiz
Zé Luiz

39 seguidores 48 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 29 de janeiro de 2020
Considero o pior filme de Quentin Tarantino. Tipicamente perceptível que ele usou todas as fórmulas para agradar a Academia na sua sede de Oscar, afinal, nunca ganhou como melhor diretor ou melhor filme! Me entristece vê-lo usando sua genialidade para esse objetivo, logo ele que sempre foi despretensioso quanto a fazer filmes para premição. Não irei pagar de cult da mesma forma que não vou dizer que é genial só porque é o Tarantino. Acredito muito na subjetividade de se gostar ou não, longe do coletivo. É um belíssimo tiro no pé e o que salva é a atuação do Brad Pitt. O resto eu prefiro "desver" ou pelo menos tentar.
Daniel D.
Daniel D.

8 seguidores 187 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2024
Filme fraquíssimo sobre a história de um ator com problemas emocinais e seu dublê bom de briga, o filme é bem sem sentido nenhum e só o que salva são cenas de briga e engraçadas, mas em resumo é muito fraco apesar de ter excelentes atores.
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de maio de 2021
Quem gosta do que faz, coloca gosto e dedicação dando o seu melhor em cada projeto, se superando trabalho após trabalho. Quando atinge a fama e cai no gosto do público, começa a construir sua marca registrada, com elementos próprios definidores de seu trabalho. Um símbolo, uma forma, gesto, imagem. Os melhores profissionais são percebidos de longe, definidos como o crème de la crème de sua área.

Quentin Tarantino iniciou seu trabalho cinematográfico não como um amador, mas como amante da sétima arte, quando ainda era empregado de uma loja de vídeo-locadora. O diretor foi coletando ao longo dos anos uma cinegrafia tão única, variada e fora dos padrões blockbuster de cinema norte-americano, que o colocou em um patamar onde tudo o que produzir terá mil olhos curiosos aguardando.

Agora, a quase trinta anos desde a premier de sua primeira 5ª Sinfonia Pulp Fiction, em seu nono longa Era uma vez em Hollywood... Quentin cria um pastiche nonsense, com muita crítica e rebeldia a uma indústria cinematográfica hollywoodiana, rápida e ávida por novidades, astros e gêneros da vez, fazendo autocrítica até a sua forma de fazer cinema. Por isso, posso afirmar que conseguiu, audaciosamente, criar um perfeito filme anti –Tarantino.

Diante da volta de tantos clássicos dos anos 80 as telonas, Tarantino rebobina os anos dourados, quando ir ao cinema era um passeio moderno, e mostra o outro lado da Meca do Cinema, do ponto de vista dos atores, e as diversas situações que passaram para se manter no cenário. E enquanto mostra este panorama, passeia em uma cinematográfica Hollywood que só existe em nossa imaginação.
Diretores renomados já usaram desta fórmula para construírem grandes clássicos: Scorcese tem a Invenção de Hugo Cabret, Woody Allen fez Café Society. A combinação de grandes diretores e metalinguagem é sempre reveladora nas mãos destes gênios.

Em seus últimos três longas, Tarantino segue o mesmo gênero, faroeste, com seu repertório forte em todos os quesitos técnicos, trilha sonora, enquadramento e fotografia. Menos neste. Sua fórmula foi demais, exagerou na dose, misturou o tom de seus filmes mais famosos, com ótimos diálogos, atores de primeira, mas faltou suas famosas cartas na manga, seus ases e suas canastras absurdas, típicas de Quentin Tarantino. A forma de filmagem escolhida pelo diretor deixa o filme com o tom muito básico, muito solar, querendo destacar o glamour hollywoodiano sem ter criado um clima para tanto. Há muita experimentação de roteiro e direção, revelando um diretor querendo se livrar de velhas formulas, transformando nossa experiência cinematográfica em tragédia.

Infelizmente, para o público em geral, os fatos abordados e os personagens reais ali retratados exigem um certo conhecimento. Acho surreal assistir a um filme que, para entender seu sarcasmo, se faz necessário conhecer as referências. Nas artes plásticas é até interessante ter prévio conhecimento do assunto para apreciar uma obra. Na sétima arte passa a ser vertigem.
Mas Tarantino não se importa com nada disso, aliás, marola o filme todo, estende o que quer dizer, filmando para si mesmo, valorizando cenários, prolongando a construção dos personagens, em cenas muito contemplativas, sem... fazer... nenhuma... questão... em.. mostrar... sua... assinatura.

Deixando a última pipoca do pote para o final, apesar de todos os prós, contras, ações e cortes, Tarantino trouxe a tela, com uma visão peculiar, sua carta de amor ao Cinema.

É o melhor filme de Tarantino? Não é, mas consegue ser uma tentativa bem-sucedida, quando o diretor sai de seu modo operante, e demonstra outras habilidades.

O Cinema, afinal, também é feito de boas histórias.
Mauro A
Mauro A

4 seguidores 32 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de agosto de 2019
Seria um filmaço se quarenta minutos fossem cortados. Tarantino às vezes peca por colocar cenas longas nos seus filmes e que nos leva a pensar: “Para quê isso tudo?”. No mais, o filme é interessante porque mostra a realidade de Hollywood, ou seja, ator preocupado com sua carreira, como vemos com Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seus momentos de desespero quando erra o texto. Tarantino tem uma pegada interessante que é justamente mudar o que foi a realidade e dar um final feliz, como foi em “Bastardos Inglórios” onde mostra a derrota do nazismo dentro de um cinema em chamas. Da mesma forma, neste, ele dá outro destino para os membros da seita do Charles Manson.
Layza C.
Layza C.

2 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2020
Era uma vez em... hollywood

• Esse filme é um “Ou comprei uma 24mm vamos chamar uns galãs comprar uns cigarros e bora fazer um filme, que os heteros vão amar, a fotografia vai ficar top”.
•Brad com brusinha da Renner tudo
• A atuação do Leo tá ótima
Douglas Daniel
Douglas Daniel

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 15 de janeiro de 2020
Uma enrolação de quase 3h de filme. As quase duas primeiras horas de filme são cheias de quadros desconexos e desnecessários que não agregam em nada para o desfecho do filme. Basicamente, não há uma história. Única qualidade da obra é a boa atuação de Brad Pitt. Apenas.
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