Meu Malvado Favorito 4
Média
3,9
445 notas

59 Críticas do usuário

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Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2025
Mantendo sempre o perfeito tom humor e piadas com musicas nostálgicas e para toda familia, o vilão deixou a desejar com suas motivações,mas ainda Meu Malvado Favorito 4 é um bom entreterimento.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
"Meu Malvado Favorito 4" (2024), sequência da popular franquia da Illumination Entertainment, oferece mais uma vez uma jornada repleta de ação, comédia e lições sobre família, amizade e redenção. Dirigido por Chris Renaud e co-dirigido por Patrick Delage, o filme, que marca a quarta parcela principal da série, expande o universo de Gru, o supervilão reformado, e sua família. A trama traz novos desafios para Gru, sua esposa Lucy, suas filhas e seus leais Minions, enquanto se confrontam com uma ameaça do passado: Maxime Le Mal, um antigo rival de escola de Gru que busca vingança. Ao longo da narrativa, temas de identidade, adaptação e o peso das escolhas passadas são explorados com o humor e a energia cativantes que definem a franquia, embora, por vezes, o filme se dependa excessivamente de fórmulas que já haviam sido utilizadas em produções anteriores.

O enredo de "Meu Malvado Favorito 4" começa com a reintrodução de Gru no cenário de sua vida como agente secreto da Liga Anti-Vilões (AVL). A trama rapidamente se desvia para a vingança de Maxime, um personagem cujo desejo de revanche contra Gru, após um incidente de escola, se transforma em uma conspiração maior para dominar o mundo. Maxime, agora transformado em um híbrido de ser humano e barata, cria uma arma capaz de transformar outros em híbridos também, com o objetivo de atingir o filho pequeno de Gru, Gru Jr. A história segue a linha de conflito familiar típica da franquia, mas também traz um toque de nostalgia ao explorar a rivalidade entre Gru e Maxime, incluindo referências a momentos de sua juventude e seu passado como vilão.

O ponto forte do enredo reside no desenvolvimento da relação entre Gru e sua família. Embora as situações envolvendo Maxime e a ameaça de transformação de Gru Jr. sejam centrais, o filme também dedica tempo para explorar o impacto de uma vida de vilão abandonada por Gru, com a adaptação de sua família a um novo estilo de vida. A dinâmica entre Gru e sua esposa, Lucy, é mais explorada do que em outros filmes da série, e o relacionamento de Gru com seus filhos, especialmente Gru Jr., ganha maior profundidade emocional. A subtrama envolvendo Poppy Prescott, uma vizinha adolescente que tenta seguir os passos malignos de Gru, acrescenta um toque de humor adolescente, mas também expande as perspectivas da narrativa, estabelecendo uma conexão entre as novas gerações e a velha escola de vilões.

As atuações, como esperado, são uma das maiores forças do filme. Steve Carell, que dá voz a Gru, continua a oferecer uma performance impecável, equilibrando habilidosamente o lado sério e o cômico do personagem. Sua habilidade em transmitir tanto a fragilidade quanto a autoridade de Gru, agora em sua nova vida como pai, é um dos destaques. Kristen Wiig, como Lucy, mantém a energia de sua personagem com uma representação encantadora de uma mulher dividida entre as responsabilidades familiares e sua carreira, proporcionando uma química agradável com Carell. O elenco de apoio também se destaca, especialmente com a participação de Sofía Vergara e Stephen Colbert, cujas vozes adicionam um frescor à trama. A novata Madison Polan, como Poppy, traz uma energia jovem e travessa ao filme, se mostrando um contraste interessante com os personagens mais estabelecidos.

O roteiro, assinado por Mike White e Ken Daurio, é eficaz, mas por vezes previsível. O filme mantém o tom de comédia e aventura que se espera da franquia, com cenas de ação criativas e piadas que agradam tanto ao público infantil quanto ao adulto. No entanto, a história segue uma estrutura familiar, com uma fórmula de herói em ascensão e vilão derrotado, deixando pouco espaço para inovações narrativas. Enquanto os elementos de ação e comédia visual são eficazes, o filme poderia ter se aprofundado mais na exploração dos personagens e das questões familiares que permeiam a narrativa, em vez de recorrer a gags repetidas que, embora engraçadas, não oferecem uma verdadeira evolução para os personagens.

Em termos de cinematografia, "Meu Malvado Favorito 4" é uma obra visualmente vibrante, com animações de alta qualidade e um design de produção que captura perfeitamente o espírito lúdico e dinâmico dos filmes anteriores. As cenas de ação são bem coreografadas e aproveitam ao máximo as habilidades dos personagens, especialmente os Minions, cujas travessuras são mais elaboradas do que nunca. O design do vilão Maxime, com seu visual de híbrido de barata, é particularmente memorável, refletindo sua natureza grotesca e o tema central de transformação e vingança. As cores e os detalhes dos cenários complementam a tonalidade leve e divertida do filme, com uma animação suave que mantém o ritmo rápido das sequências de ação.

A música, composta por Heitor Pereira e com Pharrell Williams retornando para a criação de temas originais, é outro ponto forte do filme. A trilha sonora mantém o charme das edições anteriores, com canções que combinam perfeitamente com as cenas de ação e os momentos emocionais. A música "Everybody Wants to Rule the World", cantada por Gru e Maxime durante uma reconciliação na prisão, é um toque nostálgico que remete aos temas de poder e redenção, funcionando como uma metáfora para o relacionamento entre os dois personagens, que, embora rivais, encontram uma compreensão mútua. A combinação de músicas populares com a trilha sonora original de Pereira cria uma atmosfera familiar que tem sido um dos pilares do apelo dos filmes de "Meu Malvado Favorito".

O final de "Meu Malvado Favorito 4" oferece uma resolução satisfatória, mas não sem um toque de previsibilidade. O resgate de Gru Jr., a derrota de Maxime e a reconciliação entre ele e Gru são eventos que, embora emocionais, não representam grandes surpresas. A escolha de trazer Maxime de volta à prisão para uma última interação entre ele e Gru, enquanto cantam juntos, oferece uma conclusão que une os temas de transformação e perdão, embora um pouco forçada. A moral da história — de que todos podem mudar, e que até mesmo os antigos inimigos podem ser redimidos — é clara, mas também um tanto repetitiva dentro da franquia.

Globalmente, "Meu Malvado Favorito 4" é um filme que cumpre seu papel de entreter, mas não se arrisca a inovar de forma significativa. Embora a animação, o elenco e a música continuem a ser os pontos fortes da franquia, o filme recai em uma narrativa familiar e convencional que, embora divertida, não oferece grandes surpresas ou avanços significativos. A relação entre os personagens, especialmente a de Gru e sua família, continua a ser o núcleo emocional, e isso é o que mais ressoa com o público. Apesar de não alcançar a mesma profundidade ou inovação dos filmes anteriores, "Meu Malvado Favorito 4" é uma continuação sólida que mantém a fórmula vencedora da franquia, oferecendo o que os fãs esperam: risadas, ação e momentos de coração.
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de janeiro de 2025
Depois de 7 anos, Meu Malvado Favorito 4 mostra que ainda tem fôlego. Divertido como promete. Gru e os Minions sempre engraçados, cumprindo seus papeis.
PAULO RICARDO TELES DE SOUZA
PAULO RICARDO TELES DE SOUZA

40 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de novembro de 2024
gostei bastante do filme, o gru agora tem um bebê que não gostava muito dele kkk, muito legal só não gostei do vilão que se transformava em um inseto nojento,mas tirando isso foi bom.
BrynoCunha
BrynoCunha

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de outubro de 2024
Tá bom, tá engraçado mas acho que foi o mais fraquinho de todos ... Não que seja mau mas estava a espera de um pouco mais
Mari Club ÒwÓ
Mari Club ÒwÓ

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de outubro de 2024
Eu realmente esperava mais, o vilão é realmente meio sem sal, a dublagem da menina ruivinha lá me pegou em alguns momentos, ela não muita emoção nas falas em algumas cenas, e pra mim, o pior mesmo foi a temática do vilão, eles escolheram um inseto muito grotesco, um nojo pra muitos, inclusive para mim, ver os personagens metade barata foi realmente muito estranho, uma criança despreparada pode se assustar um pouco. Apesar dessas críticas, ele tem piadas boas, algumas cenas legais sim, e gostei das referências com os filmes anteriores. É isso
Gabriel Mendonça
Gabriel Mendonça

6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de outubro de 2024
Não é ruim, mas essa franquia já está saturada demais. Tudo parece muito sem sentido, cada vez mais são adicionados novos elementos que não agregam em nada. Dá para passar o tempo por ser algo bem despretensioso mesmo.
Kleber Cabral
Kleber Cabral

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2024
Duas semanas após "Divertida Mente 2", "Meu Malvado Favorito 4" chega aos cinemas com uma história paródica de "Os Incríveis", tendo a direção de Chris Renaud e roteiro de Mike White e Ken Daurio.
O enredo se desenrola em diferentes subtramas, seguindo uma linha de comédia dramática com elementos de espionagem. Sua execução é melhor que o filme anterior, mas ainda falta propósito e profundidade, tornando a trama desajeitada e previsível. A saturação da fórmula e a falta de evolução dos personagens são os pontos negativos, enquanto os efeitos visuais e as cenas de humor garantem a diversão do público. No entanto, a trama episódica e a falta de foco podem afetar a experiência do espectador, tornando o filme menos marcante comparado aos antecessores.
"Meu Malvado Favorito 4" enfrenta o desafio de evitar o conformismo com seus personagens neste quarto capítulo da franquia, podendo desapontar ao não criar tensão suficiente, mesmo com tanta coisa acontecendo na tela. Mas apesar disso, o filme ainda diverte com seu ritmo inteligente, trilha sonora incrível e humor convincente. A tentativa desesperada de garantir mais um filme da franquia talvez não agrade a todos, mas consegue manter o público que ainda se encanta, principalmente as crianças. A paródia com a Marvel e a abordagem dos Minions trazem diversão, mas a essência da franquia pode se perder no processo. No geral, o filme ainda diverte e faz rir, mantendo-se relevante no universo cinematográfico da animação.
Lucas Benedett Cezar
Lucas Benedett Cezar

5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de setembro de 2024
O fime é bom, só que eu n gostei que o doutor nefario não estava de calcinha durante o filme, seria a melhor parte de todos os tempos
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de julho de 2024
Se tem algo que os filmes da série “Meu Malvado Favorito” nos ensinaram é que não existe espaço para uma vida calma e pacata para Gru (dublado por Steve Carell, em sua versão original) e sua família. A felicidade e a harmonia do lar que ele construiu sempre estarão ameaçadas pelo passado do protagonista, que envolve a relação com os mais diversos vilões.

Em “Meu Malvado Favorito 4”, animação dirigida por Chris Renaud, Gru, Lucy (dublada por Kristen Wiig na versão original), Edith (dublada por Dana Gaier na versão original), Margo (dublada por Miranda Cosgrove na versão original), Agnes (dublada por Madison Skyy Polan na versão original) e o bebê Gru Jr. são obrigados a se mudar de cidade após o paradeiro do Gru ser descoberto por seus inimigos Maxime Le Mal (dublado por Will Ferrell na versão original) e Valentina (dublada por Sofia Vergara na versão original).

O roteiro do filme, portanto, enfoca a vida de mentira que a família constrói nessa nova cidade, com disfarces e nomes mentirosos que encobrem aquilo que eles verdadeiramente são. E é justamente dessas situações que “Meu Malvado Favorito 4” encontra os seus momentos de fôlego cômico, que são parte fundamental do que essa série representa.

Entretanto, o que “Meu Malvado Favorito 4” deixa conosco é a confirmação por completo da transformação de Gru. Não há espaço mais para aquela pessoa desprezível, que era um vilão atrapalhado com seus planos maquiavélicos. Ele deu espaço a um homem de família, realizado como marido e como pai. E que usa aquilo que ele passou a enxergar como maldade como uma válvula de escape, algo que o diverte fazer - desde que não represente o mal para outra pessoa, é claro.
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