O primeiro é simplesmente impecável, mas esse segundo, meu Deus, ele deixa de ser alguém muito inteligente pra ser só um desajustado, e o irmão também, o que torna cômico, até aí, relevamos, da uma quebra de expectativa, a diretora Medina, decide ser a pessoa mais correta do planeta, isso depois de pedir a ajuda do contador, e porque ele precisou encontrar ela pessoalmente? E onde está o trabalho de contador? Nesse filme nem sequer se preocupar com a ocupação padrão se preocuparam, transformaram um ótimo filme, em um a hora do rush, menos engraçado, e a pior parte, é que a vilã, que seria a Edith, bate o carro e vira uma assassina, do nada, é pra piorar a mulher muda de rosto, e até de cor da pele? Porque? Não faz o menor sentido, e se ele de fato teria que ter um interesse amoroso, porque não fazer uma química como no filme anterior, ao invés dele ir atrás de uma qualquer no bar? Meu Deus, conseguiram errar em um monte de coisa
Crítica – O Contador: um Robin Hood moderno, cheio de traumas, habilidades e coração nobre.
O Contador é o tipo de filme que entrega tudo que o fã de ação quer: história boa, protagonista marcante, violência com propósito e zero enrolação. Nada de discurso motivacional ou lição forçada — aqui é foco, frieza e bala.
A construção do personagem principal é uma das melhores partes. O jeito como o pai ensina ele e o irmão a se defenderem desde criança é impactante e até questionável, mas não dá pra negar que formou dois sobreviventes prontos pra tudo. O resultado? Um gênio da matemática com habilidades de combate que deixariam muito agente secreto no chinelo.
E sim, ele é uma espécie de Robin Hood moderno: faz o que precisa ser feito, doa parte do que ganha, e ainda tem um senso de justiça próprio que você respeita. É aquele tipo de personagem que você não sabe se ama, teme ou só admira em silêncio. "Você é um bom pai?"
No final, fica aquela vontade: e se tivesse um filme com ele e o irmão juntos? Pois é… O Contador 2 chegou pra responder. E olha: tão bom quanto o primeiro. Continua com o mesmo estilo — ação limpa, certeira, sem drama desnecessário. Só estratégia, bomba, porrada e um roteiro que não subestima o público.
"Patrão: "Sabe por que eu não mando meus homens matarem seu irmão?" Irmão dele (tranquilo, mas afiado): "Porque ele é meu irmão?" Patrão: "Não. Porque ele acabaria com todos os meus homens."
Se você gosta de ação sem frescura, protagonista cheio de camadas e reviravolta bem construída, O Contador é uma pedida certeira. Perfeito do início ao fim.
O filme aprofunda a dinâmica familiar entre os irmãos, além de explorar a representação do autismo, que na primeira parte havia gerado controvérsia, mas agora é abordado de forma mais sensível e emocional.
O roteiro não me agradou muito, confesso, mas é inegável que o filme é bem construído, entregando uma trama sólida com bons momentos de ação que empolgam e seguram o interesse. Não é nenhum filmaço inesquecível, mas cumpre bem o papel de entreter e oferecer cenas de ação de qualidade. Vale muito a pena assistir, principalmente se você gosta de uma boa dose de adrenalina sem grandes pretensões.
Filme: O Contador 2 Assistido: 27/6/25 Elenco: @benaffleckkofficial @jonbernthal @notdaniellapineda @cynthiaaddairobison @ @thegrantest Modelo: #ação #espionagem Duração: 2h Ano: 2025 Minha opinião: depois de 9 anos temos de volta Affleck como Christian, mas agora ele terá a ajuda de seu irmão Brax (Berthal). A estória começa com uma familia de imigrantes ilegais que estão cruzando a fronteira. O marido é assassinado e filho em cativeiro. E Anais (Pineda) é usada como prostituta e nas horas vagas trabalha de cosmética, porem um dia sofre acidente onde perde toda memoria, mas ativa dons adormecidos e se especializa em ser uma matadora. Até o dia que o antigo cafetão descobre que ela esta viva e teme que ela irá voltar para se vingar, para isso contrata outros matadores para eliminara la. Porem quem é morto é King (Simmons). E a partir daí temos a a agente Medina (robinson) que entra em contato vom Christian que entra com seu irmão Brax. O filme para desenrolar vai mais da metade, até então cheio de diálogos que lembra os anos 80. São 2 horas que poderia ter sido em 1h 30m. Este filme não tem nada haver com o 1ª filme. O primeiro foi ótimo, aqui deixou a desejar. Berthal faz o seu papel de Justiceiro neste filme. Vale apena assistir? Sim, mas não deixe suas expectativas altas, para quem assistiu ao primeiro filme. Nota: 6
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