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Folha de São Paulo
"O Mistério do Relógio na Parede" trilha o caminho desbravado por "Harry Potter": personagem do garoto herói, feiticeiros do bem, feiticeiros do mal. [...] Um dos melhores filmes da temporada para o público infantojuvenil.
The Hollywood Reporter
Como um filme de família, é amplamente bem-sucedido, impulsionado pela exuberância típica de Black e a astúcia típica de Blanchett [...] “O Mistério do Relógio na Parede” é acima de tudo, uma visão infantil de uma família fraturada e sua eventual reconstituição.
Variety
O filme torna o encanto tão fácil - e tão onipresente - que parece quase comum [...] Embora não seja muito original, seria justo chamar o filme de inventivo, Roth trouxe à vida uma mansão assustadora com surpresas em cada esquina, muitas das quais perduram na imaginação muito depois do filme acabar.
Ccine10
O envolvimento com a história, principalmente em sua segunda metade, se dá principalmente pelo carisma do elenco, com destaque para Cate Blanchett, que entrega bem praticamente qualquer papel.
Cineweb
Esse é um filme de casa assombrada, mas não ao modo clássico, pois é narrado pela visão de uma criança, e os elementos tipicamente de horror se tornam, de certo modo, lúdicos.
New York Times
“O Mistério do Relógio na Parede” é nostálgico e divertido, voltado para um público mais jovem [...] Os prazeres do filme são principalmente a casa e seus arredores, e a recriação dos anos 50. Black tem talvez uma presença muito sarcástica, mas Blanchett mostra um prazer evidente em algumas frases.
O Globo
Apesar de o filme ser dirigido a adolescentes, Roth pincela a narrativa com o seu costumeiro tempero de horror, que vai agradar também aos pais. Com um elenco antenado com a proposta, esse projeto demonstra que Roth encontrou uma nova faceta em sua carreira.
Observatório do Cinema
Um bom comparativo para o espectador é dizer que o filme de Eli Roth é uma mistura de "Castelo Rá-Tim-Bum", famoso programa de tv dos anos 90, com os dois primeiros filmes da saga Harry Potter, ambos dirigidos por Chris Columbus.
Papo de Cinema
O grande problema de "O Mistério do Relógio na Parede" (além do desperdício de Kyle MacLachlan) é ser genérico demais. Um filme que parece ter sido feito e visto várias vezes. Não precisava ser extremamente complexo ou original, mas também se torna totalmente esquecível assim que finda a sessão.
Washington Post
O filme às vezes perde a trajetória com enredos complicados, mas faz um bom trabalho capturando a admiração infantil que inundou filmes anteriores [...] Não é exatamente original, mas é diferente. Há um retrocesso por disfarçar os benefícios da tecnologia na narrativa da velha guarda.
Boston Globe
O filme habilmente incorpora alguns comentários breves e intrigantes sobre o horror da vida real - especificamente, a desumanidade da Segunda Guerra Mundial, e como isso mudou irrevogavelmente a todos.
Estado de São Paulo
O diretor Eli Roth, parceiro de Quentin Tarantino, impregna seu infantil de terror. Tem certo encanto, mas a troca de ofensas entre Black e Cate, de tão idiota, cansa.
Omelete
Roth emula "Poltergeist" e "A Hora do Espanto" nessa tentativa de reviver o terrir infantil, e no geral o filme parece mais derivativo de Spielberg e Robert Zemeckis do que propriamente uma releitura pós-irônica do subgênero.
The Guardian
No sentido mais amplo e óbvio, é basicamente outra imitação pós-Potter, sobre Lewis (Owen Vaccaro), dolorosamente solitário e bem-sucedido [...] O filme parece que foi produzido por algum programa de computador, desenvolvido por contadores e pesquisadores de mercado.