O documentário digirido por John Torres, nome proeminente do cinema filipino, inicia uma trajetória de busca de manteriais pouco conhecidos da história do cinema no país, sendo um deles uma produção não finalizada de um cineasta local, e com isso ele acaba ensaiando uma reflexão que confronta os dilemas de sua terra.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind.
2,0
Fraco
People Power Bombshell: O Diário de Vietnam Rose
Não tem filme nenhum
por Bruno Carmelo
Imagens granuladas, uma possível casa noturna, diálogos incompreensíveis. Algumas pessoas caminham, mas não se sabe muito bem quem são, para onde vão, o que querem. Os efeitos de riscos na película e outras ranhuras são tão fortes que mal se enxerga o que existe por trás. “O que está acontecendo?”, podemos nos perguntar. A dúvida persiste ao longo de toda a duração de People Power Bombshell - O Diário de Vietnam Rose.
Os trechos de falas citam um filme sendo gravado no Vietnã, com atores filipinos interpretando vietnamitas. A intenção da equipe parece ser terminar logo antes que cheguem as filmagens de Platoon no mesmo lugar. Enquanto isso, dois homens se apaixonam por Liz Alindogan, atriz lendo um diário erótico. Ou talvez não seja nada disso: os fiapos de história são tão esparsos que jamais formam um conjunto coeso, e tampouco parecem ter essa pretensão. Mais do que um filme “experime
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1:00


Nacionalidade
Filipinas
Distribuidor
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Ano de produção
2016
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Filipino
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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