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Kamila A.
7.940 seguidores
816 críticas
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2,5
Enviada em 10 de agosto de 2018
A trama de Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo, filme dirigido e escrito por Ol Parker, se passa cinco anos após o término dos acontecimentos retratados no primeiro longa desta série. Em comum entre as duas obras, o fato de que boa parte dos diálogos se apoia em canções do grupo sueco Abba; bem como a presença de alguns elementos narrativos, como a questão de que as tramas se desencadeiam a partir da necessidade de que, a partir de um grande evento envolvendo Sophie (Amanda Seyfried), o passado de sua mãe, Donna Sheridan (Meryl Streep), nos é revelado.
A sequência já se inicia com duas grandes revelações: a de que Donna faleceu e a de que Sophie está prestes a inaugurar o maior projeto de vida de sua genitora, o hotel na paradisíaca ilha grega na qual Donna fixou residência. A partir daí, por meio de flashbacks, nos é mostrado como foi que a mãe de Sophie (que, na sua juventude, é interpretada por Lily James) foi parar naquele local.
Ol Parker consegue alternar bem as duas linhas temporais nas quais Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo se passa, capturando a atenção da plateia. Entretanto, é notável que o filme ganha mais vigor quando estamos diante da juventude de Donna, muito em parte por causa de Lily James, que traz todo um frescor e naturalidade ao filme – o que é uma novidade muito bem-vinda, ainda mais se levarmos em consideração o fato spoiler: de que Meryl Streep está ausente da continuação.
Por isso mesmo, Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo consegue ser uma continuação bem satisfatória, especialmente porque oferece ao público aquilo que ele deseja: momentos divertidos e leves. Porém, ao mesmo tempo, o filme sofre um pouco com a inabilidade de alguns atores do seu elenco, especialmente aqueles que interpretam, na juventude, os três homens da vida de Donna Sheridan. O desajeitamento deles chega a ser constrangedor, em vários momentos. Também vale a pena citar a forçação de barra em algumas situações do roteiro, principalmente as que envolvem personagens secundários.
Filme dispensável, sobre após a morte da protagonista, como a filha se fixa na ilha e continua o negócio da mãe, mesmo com o marido tendo proposta para ficar nos Estados Unidos. O roteiro apresenta ela e a mãe jovem encontrando os 3 prováveis pais em um paralelo temporal. Cher muda o ambiente e dá um efeito interessante, mas no restante é mais do mesmo.
Hoje dia de assistir uma continuação de um filme que não lembro de ter assistido, e parece ter sido melhor dessa forma, mas que mesmo assim não traz uma boa experiência todo o tempo, mas acaba sendo uma boa diversão no fim. O começo do filme é um tanto confuso. Há muitas músicas seguidas para mostrar o presente e um drama um pouco fraco, e que não empolga, por ser bem clichê, mas pelo menos já mostra uma boa característica do filme, que ter uma boa lista de músicas. Nos atos seguintes, o filme se divide em presente e passado, algumas situações são muito absurdas e sem o menor sentido, parecendo que é somente para encaixar algumas músicas. Os romances que envolvem bem a protagonista do passado são um tanto superficiais e previsíveis e aqui, a mistura com o presente não cai muito bem, os personagens parecem um pouco desconexo com a história contada. O que também dificulta um pouco a imersão do filme é ter uma protagonista que não empolga na cantoria e na representação de cantora, a empolgação parece exagerada e acaba parecendo bem falso. Mais para o fim do filme, os arcos do romance do passado se fecham no presente e isso traz um ótimo tom de comédia junto, e muita coisa que parecia forçado ficou mais natural. Os atos finais são mais divertidos, mais cheios de coadjuvantes e com isso deixam as situações mais empolgantes, mostrando que o filme poderia aproveitá-los durante o começo do filme de forma bem melhor. O fim é muito do esperado, mas aqui a emoção e as músicas ganham ótimos adicionais, com coadjuvantes que parecem estar ali só praquele momento, e conseguem incrivelmente trazer praticamente tudo o que faltava para o filme ser realmente muito bom, pena que foram por poucos momentos. No geral, um filme que tem um início fraco, um conto do passado muito simples e óbvio, que não empolga e mostra fortemente que a protagonista não caiu bem no papel, mas que nos atos finais mostra para o que o filme veio, tanto nas representações das músicas, roteiros e bons coadjuvantes.
É impossível não se divertir com os clássicos do ABBA, e até tem uma ou outra boa ideia de direção, mas o roteiro simplório e a falta de energia e brilho das cenas musicais impedem de ser um grande filme.
Eu assisti o filme Mamma Mia o Filme milhões de vezes! Mas esse Mamma Mia! Lá vamos nós de novo eu só assisti uma vez pra nunca mais! Mataram a estrela do filme Mamma Mia a Donna! Donna só existe uma a Meryl Streep! E matam ela nesse novo Mamma Mia! Odiei esse filme! Muita coisa fora da ordem do primeiro! A mãe da Donna morreu! O que ela está fazendo nesse novo filme? A ordem dos relacionamento de Donna também está errado! Primeiro foi o Sam, depois o Bil e por último o Harry! A aparência deles não estava correta também! E onde foi que tinha uma guarita na hora que o Sam e o Harry chegaram quando perderam a balça? Não havia essa guarita! Gente eu odiei esse filme! A Donna pelo menos apareceu no filme junto com a Sophie e no final cantando com todos! Eu chorei muito quando vi a Donna Meryl Streep cantando com a Sophie! Sinceramente ver os outros personagem antigos eu amei! A Rosie a Tanya o Sam, o Bil, o Harry o Sky e a Sophie! Mas minha expectativa foi na hora que a Donna Meryl Streep apareceu! Isso salvou o filme! Mas nunca mais assistirei! Donna só existe uma a Meryl Streep! Não gostei! Esse novo Mamma Mia! Lá vamos nós de novo morreu pra mim! Não consigo assistir novamente! Jamais! Minha opinião!
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