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Nelson J
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1.978 críticas
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2,5
Enviada em 21 de agosto de 2018
Filme dispensável, sobre após a morte da protagonista, como a filha se fixa na ilha e continua o negócio da mãe, mesmo com o marido tendo proposta para ficar nos Estados Unidos. O roteiro apresenta ela e a mãe jovem encontrando os 3 prováveis pais em um paralelo temporal. Cher muda o ambiente e dá um efeito interessante, mas no restante é mais do mesmo.
Adrien tem 40 anos e se comporta como um eterno adolescente. Sua mulher, Maude, perde a paciência e termina o casamento. Adrien, então, decide montar uma creche e cuidar, ao seu modo, de cinco crianças no apartamento que o ex-casal ainda divide.
já tinha visto o primeiro de 2008 e nunca fui muito fã de musicais mas com certeza Mamma Mia é muito diferente de todos os outros principalmente pela trilha sonora do ABBA só aí já me conquistou tanto no primeiro quanto nesse segundo que para falar a verdade não sei qual foi melhor se o primeiro ou esse só sei que mais uma vez foi realmente muito bom⭐⭐⭐
Após 10 anos da primeira versão, MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO resgata a juventude de Donna, interpretada por Lily James, que por sinal tem uma ótima atuação. O filme é tão divertindo quanto o primeiro, embora há algumas contradições entre os dois filmes, e também neste há algumas falhas que o telespectador mais atento conseguirá verificar, mas nada que possa desqualificar o filme. A obra conta ainda com uma pequena participação de Cher e de Meryl Streep.
Sem palavras pra descrever o quanto essa continuação foi ótima e manteve o nível do primeiro roteiro. Mesmo com Meryl sendo apenas uma participação no final, sua versão jovem, assim como suas duas amigas, roubam a cena e nos arrancam risos fáceis e aquela cara de alegria se divertindo genuinamente com toda a história. A participação de Cher, foi a cereja do bolo. É um elenco incrível esbanjando carisma e simpatia em um musical perfeito, com músicas lindas e atemporais. Nasce uma nova geração de fãs.
A trama de Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo, filme dirigido e escrito por Ol Parker, se passa cinco anos após o término dos acontecimentos retratados no primeiro longa desta série. Em comum entre as duas obras, o fato de que boa parte dos diálogos se apoia em canções do grupo sueco Abba; bem como a presença de alguns elementos narrativos, como a questão de que as tramas se desencadeiam a partir da necessidade de que, a partir de um grande evento envolvendo Sophie (Amanda Seyfried), o passado de sua mãe, Donna Sheridan (Meryl Streep), nos é revelado.
A sequência já se inicia com duas grandes revelações: a de que Donna faleceu e a de que Sophie está prestes a inaugurar o maior projeto de vida de sua genitora, o hotel na paradisíaca ilha grega na qual Donna fixou residência. A partir daí, por meio de flashbacks, nos é mostrado como foi que a mãe de Sophie (que, na sua juventude, é interpretada por Lily James) foi parar naquele local.
Ol Parker consegue alternar bem as duas linhas temporais nas quais Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo se passa, capturando a atenção da plateia. Entretanto, é notável que o filme ganha mais vigor quando estamos diante da juventude de Donna, muito em parte por causa de Lily James, que traz todo um frescor e naturalidade ao filme – o que é uma novidade muito bem-vinda, ainda mais se levarmos em consideração o fato spoiler: de que Meryl Streep está ausente da continuação.
Por isso mesmo, Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo consegue ser uma continuação bem satisfatória, especialmente porque oferece ao público aquilo que ele deseja: momentos divertidos e leves. Porém, ao mesmo tempo, o filme sofre um pouco com a inabilidade de alguns atores do seu elenco, especialmente aqueles que interpretam, na juventude, os três homens da vida de Donna Sheridan. O desajeitamento deles chega a ser constrangedor, em vários momentos. Também vale a pena citar a forçação de barra em algumas situações do roteiro, principalmente as que envolvem personagens secundários.
Passados cinco anos do filme anterior e um ano da morte da personagem Donna (Meryl Streep), sua filha Sophie (Amanda Seyfried) está às avessas enquanto se prepara para a iminente reinauguração do hotel outrora criado pela mãe. A jovem precisa lidar com as grandes dificuldades inerentes à independência ao mesmo tempo que reúne grandes conhecidos do passado e do presente.
Agora sob as rédeas do britânico Ol Parker, MAMMA MIA! LÁ VAMOS NÓS DE NOVO traz grande parte dos pontos positivos do filme anterior, incluindo aí as deliciosas canções da banda ABBA ajustadas à narrativa e coreografias repletas de bom humor e criatividade. Esse elemento, por si só, já garante toda a diversão do filme, mesmo para quem não conhece as músicas do quarteto sueco; mas para os mais exigentes, a história é basicamente a mesma do filme de 2008, sob uma ótica um pouco diferente e dando ênfase ao passado da finada Donna, muito embora já saibamos o que aconteceu, pois o longa anterior descreveu isso em diversos momentos.
Contando com ótimas coreografias, locações simplesmente belíssimas, um elenco afinado e carismático, além de uma montagem que muitas vezes mostra-se bem inspirada, esta continuação tende a agradar em cheio aqueles que gostaram do filme anterior, provocando sorrisos involuntários e cantorias durante as encenações. A história praticamente não traz novidades e parece uma singela extensão, todavia, passa despercebida devido a outros elementos mais funcionais da produção.
Ligeiramente superior ao primeiro filme pela sua estética aprimorada e presença magnética de Lily James, esta continuação meio refilmagem do divertido longa de 2008 acerta em cheio todas as caixinhas próprias para agradar seu público alvo : É uma coleção de versões criativas e bem feitas dos clássicos da icônica banda sueca ABBA, é uma história simples sobre juventude versus responsabilidades da vida adulta, e é um dramalhão novelesco assumido sobre desilusões amorosas. Uma baita diversão escapista!7
Com números musicais sem novidade e muito artificiais e um roteiro frraco, Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo é um filme insosso e que deixa a desejar diante do original Mamma Mia. O Filme!. Só o que salva mesmo no filme é a recriação da canção "Mamma Mia" e ainda a breve participação de Meryl Streep, nos momentos mais emotivos deste longa-metragem. E a participação de CHER com seu vozeirão em duas canções do Abba, porém totalmente inexpressiva. São os pontos fortes do filme, nada mais.
Sinopse: Ao descobrir que está grávida, Sophie busca inspiração para a maternidade lembrando do passado da mãe. Nos anos 1970, a jovem Donna viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamos, uma parceria com as amigas Tanya e Rosie. Porém, mais do que isso, ela se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens bem diferentes: Harry, Sam e Bill.
Crítica: "Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!" é uma sequência que mistura nostalgia e musicalidade em um cenário ensolarado. A direção de Ol Parker traz de volta a energia vibrante do primeiro filme, mas se propõe a aprofundar a história de Donna e sua jornada como mãe. Apesar de alguns momentos emocionantes e canções icônicas do ABBA, o filme consegue ser um pouco irregular em sua execução.
Em termos de enredo, a ideia de explorar o passado de Donna e como suas experiências moldaram a vida de Sophie é interessante. As transições temporais entre os anos 1970 e o presente são bem executadas, com a jovem Donna, interpretada por Lily James, trazendo frescor e autenticidade ao papel. As performances musicais são, sem dúvida, o ponto alto, com momentos que fazem valer a pena a experiência cinematográfica, mesmo que alguns números possam parecer excessivamente exagerados.
Entretanto, o filme peca pela sua narrativa levemente previsível e por momentos que soam desnecessários. Os relacionamentos de Donna são tratados de forma um tanto superficial, o que pode deixar o público desejando um desenvolvimento mais profundo. Além disso, a ausência de Meryl Streep como Donna no presente deixa um vazio que é difícil ignorar, embora sua imagem seja carinhosamente recordada.
Os personagens secundários, como Tanya e Rosie, interpretados por Cher e Julie Walters, adicionam leveza com humor, mas às vezes parecem que estão ali apenas para preencher espaço, ao invés de contribuir significativamente para a trama. Cher, embora divina, é subutilizada e sua presença, até certo ponto, se apoia na expectativa de ver mais dela.
No geral, "Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!" é uma celebração positiva da música, da amizade e da maternidade. Apesar de suas falhas na profundidade emocional e na narrativa, oferece entretenimento leve, sendo um deleite visual e sonoro que agradará fãs do primeiro filme. É uma experiência que, mesmo sem grandes inovações, consegue encantar ao revisitar temas familiares de amor e autodescoberta.
É impossível não se divertir com os clássicos do ABBA, e até tem uma ou outra boa ideia de direção, mas o roteiro simplório e a falta de energia e brilho das cenas musicais impedem de ser um grande filme.
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