Média
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Tipo do filme para passar tempo, noite de chuva, sem grandes planos. Assisti e parece que já tinha assistido algum igual. Alguns personagens estão ali por estar, para preencher tempo, como o namorado da guria. O bichos viviam em uma caverna fechada, comiam o que? Saem para o mundo, cegos, e voam com bastante habilidade, estranho. Precisavam de grandes corpos para botar a ninhada, na caverna tinham animais grandes?! O padre corta língua, para que, já que sem lingua a pessoa pode emitir sons? Tem uma série de bobagenzinhas, como a cura milagrosa e sem sequelas de uma perna rasgada. Só passar tempo mesmo.
“O Silêncio” parte de uma premissa bastante próxima de outras produções recentes de terror e sobrevivência, acompanhando uma família tentando escapar de criaturas que caçam suas vítimas pelo som. Embora o livro de Tim Lebbon tenha sido publicado em 2015, antes do início das filmagens de “Um Lugar Silencioso”, o filme acabou chegando às telas depois do sucesso de produções com propostas semelhantes e inevitavelmente ficou marcado por essa comparação. O problema é que a adaptação raramente encontra uma identidade suficientemente forte para se afastar dessa impressão, parecendo uma versão mais genérica e de menor escala de uma ideia que já havia sido explorada de maneira mais eficiente.
A própria construção das criaturas contribui para essa falta de impacto. As chamadas “vespas” dependem bastante dos efeitos digitais, mas o CGI não consegue dar a elas uma aparência particularmente convincente ou ameaçadora. Em várias cenas, os monstros parecem mais artificiais do que assustadores, o que prejudica justamente os momentos em que deveriam representar o maior perigo. Quando a criatura não transmite fisicamente a sensação de ameaça, fica mais difícil acreditar na urgência das situações e na necessidade constante de silêncio que sustenta a premissa.
O ritmo também é um dos grandes problemas. A história possui uma situação que naturalmente deveria gerar tensão, mas o roteiro nem sempre sabe como transformar essa ideia em suspense contínuo. Muitas sequências demoram para chegar a algum lugar, enquanto outras passam rapidamente por acontecimentos que poderiam aumentar o peso da sobrevivência da família. Com isso, falta aquela sensação de perigo constante que deveria acompanhar os personagens, e o silêncio deixa de ser uma ferramenta de tensão para se tornar, em alguns momentos, apenas uma característica da própria narrativa.
Na metade final, a introdução do grupo conhecido como The Hushed torna a história ainda mais irregular. A ideia de apresentar sobreviventes com uma visão distorcida daquele novo mundo poderia acrescentar uma camada interessante ao conflito, mas o roteiro introduz o culto de maneira apressada e não desenvolve suas motivações o suficiente. A presença deles acaba desviando a atenção das criaturas, que deveriam ser o principal foco da ameaça, e faz com que a trama pareça acumular um novo problema sem saber exatamente o que fazer com ele. É uma escolha que amplia o universo, mas não necessariamente melhora a narrativa.
Um dos poucos elementos realmente interessantes está na utilização da linguagem de sinais pela família. Como eles já possuíam conhecimento de comunicação silenciosa antes do surgimento das criaturas, essa característica não parece uma solução improvisada criada apenas para o apocalipse, mas uma vantagem que faz sentido dentro da situação. A escolha também permite que a dinâmica familiar seja construída de maneira diferente, sem precisar explicar constantemente como eles conseguem se comunicar. Ainda assim, esse detalhe não é suficiente para compensar os problemas de ritmo, os efeitos visuais pouco convincentes e uma história que raramente consegue criar sua própria identidade. “O Silêncio” tinha uma premissa com potencial para um suspense claustrofóbico, mas acaba sendo prejudicado justamente pela dificuldade de transformar essa ideia em uma experiência realmente tensa e memorável.
A própria construção das criaturas contribui para essa falta de impacto. As chamadas “vespas” dependem bastante dos efeitos digitais, mas o CGI não consegue dar a elas uma aparência particularmente convincente ou ameaçadora. Em várias cenas, os monstros parecem mais artificiais do que assustadores, o que prejudica justamente os momentos em que deveriam representar o maior perigo. Quando a criatura não transmite fisicamente a sensação de ameaça, fica mais difícil acreditar na urgência das situações e na necessidade constante de silêncio que sustenta a premissa.
O ritmo também é um dos grandes problemas. A história possui uma situação que naturalmente deveria gerar tensão, mas o roteiro nem sempre sabe como transformar essa ideia em suspense contínuo. Muitas sequências demoram para chegar a algum lugar, enquanto outras passam rapidamente por acontecimentos que poderiam aumentar o peso da sobrevivência da família. Com isso, falta aquela sensação de perigo constante que deveria acompanhar os personagens, e o silêncio deixa de ser uma ferramenta de tensão para se tornar, em alguns momentos, apenas uma característica da própria narrativa.
Na metade final, a introdução do grupo conhecido como The Hushed torna a história ainda mais irregular. A ideia de apresentar sobreviventes com uma visão distorcida daquele novo mundo poderia acrescentar uma camada interessante ao conflito, mas o roteiro introduz o culto de maneira apressada e não desenvolve suas motivações o suficiente. A presença deles acaba desviando a atenção das criaturas, que deveriam ser o principal foco da ameaça, e faz com que a trama pareça acumular um novo problema sem saber exatamente o que fazer com ele. É uma escolha que amplia o universo, mas não necessariamente melhora a narrativa.
Um dos poucos elementos realmente interessantes está na utilização da linguagem de sinais pela família. Como eles já possuíam conhecimento de comunicação silenciosa antes do surgimento das criaturas, essa característica não parece uma solução improvisada criada apenas para o apocalipse, mas uma vantagem que faz sentido dentro da situação. A escolha também permite que a dinâmica familiar seja construída de maneira diferente, sem precisar explicar constantemente como eles conseguem se comunicar. Ainda assim, esse detalhe não é suficiente para compensar os problemas de ritmo, os efeitos visuais pouco convincentes e uma história que raramente consegue criar sua própria identidade. “O Silêncio” tinha uma premissa com potencial para um suspense claustrofóbico, mas acaba sendo prejudicado justamente pela dificuldade de transformar essa ideia em uma experiência realmente tensa e memorável.
Existem filmes ruins. Existem filmes muito ruins.
E depois existe The Silence, uma produção tão dolorosamente desastrosa que parece ter sido concebida para testar os limites da paciência humana.
“The Silence” não é simplesmente um filme ruim.
Ele é um erro histórico, um equívoco cinematográfico tão monumental que parece desafiar a lógica, a arte e até a dignidade de quem deu play.
Este filme deveria ser estudado, não como entretenimento, mas como alerta, uma espécie de sinal vermelho para que o mundo do cinema jamais repita algo tão artisticamente vazio e emocionalmente estéril.
UM FILME SEM ALMA, SEM VISÃO, SEM PROPÓSITO
“The Silence” não falha em um ponto ou outro.
Ele falha no todo.
É uma obra que parece ter esquecido que cinema é narrativa, emoção, construção, estética.
Nada aqui pulsa.
Nada vibra.
Nada vive.
O filme inteiro se arrasta como se carregasse nas costas o peso da própria mediocridade.
UM ROTEIRO QUE HUMILHA A PALAVRA “ROTEIRO”
O enredo apresenta ideias… e simplesmente as abandona, como se estivesse cansado de tentar cinco minutos depois.
É um colapso narrativo completo.
Cada decisão tomada na história parece uma provocação, um desafio à sanidade de quem assiste.
Você tenta se importar.
O filme não deixa.
Você tenta entender.
O filme não explica.
Você tenta sentir algo.
O filme te devolve… nada.
É como se ele fosse feito para anestesiar a mente — e não de um jeito artístico, mas de um jeito deprimente.
PERSONAGENS TÃO VAZIOS QUE PARECEM SOMBRAS SEM HUMANIDADE
Nenhum personagem mostra evolução, carisma, conflito, dor, humanidade.
São cascas, silhuetas sem conteúdo, andando de cena em cena como se estivessem ali por obrigação contratual, não por uma história a contar.
Se eles desaparecessem, a narrativa não mudaria.
Essa é a dimensão da ausência emocional que o filme carrega.
É quase trágico.
CRIATURAS SEM IMPACTO, SEM TERROR, SEM PRESENÇA
As criaturas deveriam ser o coração do filme.
Mas aqui, são apenas ruídos.
Visualmente sem graça, dramaticamente irrelevantes, simbolicamente vazias.
Não assustam.
Não surpreendem.
Não marcam.
É como se fossem um lembrete incômodo de que algo nesse filme deveria funcionar — mas não funciona.
UMA EXPERIÊNCIA QUE DESRESPEITA O ESPECTADOR
“The Silence” é o tipo de filme que te deixa com a sensação amarga de tempo perdido.
Não desperta reflexão.
Não diverte.
Não amedronta.
Não ensina.
Não encanta.
Ele simplesmente não existe emocionalmente.
E essa talvez seja sua maior falha:
não ser nada.
CONCLUSÃO — UM MARCO DE COMO O CINEMA PODE FALHAR PROFUNDAMENTE
Se “The Silence” tivesse sido lançado sem título, talvez fosse lembrado como “aquele filme que fez o mundo recalcular suas escolhas”.
É uma obra que não é salva por ideia, por elenco, por criaturas, por clima ou por direção.
Nada aqui se ergue.
Nada aqui se sustenta.
O filme não apenas decepciona.
Ele colapsa.
E será lembrado — se for lembrado — como uma das experiências mais vazias e infelizes que já atravessaram a tela.
se eu pudesse, eu colocaria 0 estrelas
E depois existe The Silence, uma produção tão dolorosamente desastrosa que parece ter sido concebida para testar os limites da paciência humana.
“The Silence” não é simplesmente um filme ruim.
Ele é um erro histórico, um equívoco cinematográfico tão monumental que parece desafiar a lógica, a arte e até a dignidade de quem deu play.
Este filme deveria ser estudado, não como entretenimento, mas como alerta, uma espécie de sinal vermelho para que o mundo do cinema jamais repita algo tão artisticamente vazio e emocionalmente estéril.
UM FILME SEM ALMA, SEM VISÃO, SEM PROPÓSITO
“The Silence” não falha em um ponto ou outro.
Ele falha no todo.
É uma obra que parece ter esquecido que cinema é narrativa, emoção, construção, estética.
Nada aqui pulsa.
Nada vibra.
Nada vive.
O filme inteiro se arrasta como se carregasse nas costas o peso da própria mediocridade.
UM ROTEIRO QUE HUMILHA A PALAVRA “ROTEIRO”
O enredo apresenta ideias… e simplesmente as abandona, como se estivesse cansado de tentar cinco minutos depois.
É um colapso narrativo completo.
Cada decisão tomada na história parece uma provocação, um desafio à sanidade de quem assiste.
Você tenta se importar.
O filme não deixa.
Você tenta entender.
O filme não explica.
Você tenta sentir algo.
O filme te devolve… nada.
É como se ele fosse feito para anestesiar a mente — e não de um jeito artístico, mas de um jeito deprimente.
PERSONAGENS TÃO VAZIOS QUE PARECEM SOMBRAS SEM HUMANIDADE
Nenhum personagem mostra evolução, carisma, conflito, dor, humanidade.
São cascas, silhuetas sem conteúdo, andando de cena em cena como se estivessem ali por obrigação contratual, não por uma história a contar.
Se eles desaparecessem, a narrativa não mudaria.
Essa é a dimensão da ausência emocional que o filme carrega.
É quase trágico.
CRIATURAS SEM IMPACTO, SEM TERROR, SEM PRESENÇA
As criaturas deveriam ser o coração do filme.
Mas aqui, são apenas ruídos.
Visualmente sem graça, dramaticamente irrelevantes, simbolicamente vazias.
Não assustam.
Não surpreendem.
Não marcam.
É como se fossem um lembrete incômodo de que algo nesse filme deveria funcionar — mas não funciona.
UMA EXPERIÊNCIA QUE DESRESPEITA O ESPECTADOR
“The Silence” é o tipo de filme que te deixa com a sensação amarga de tempo perdido.
Não desperta reflexão.
Não diverte.
Não amedronta.
Não ensina.
Não encanta.
Ele simplesmente não existe emocionalmente.
E essa talvez seja sua maior falha:
não ser nada.
CONCLUSÃO — UM MARCO DE COMO O CINEMA PODE FALHAR PROFUNDAMENTE
Se “The Silence” tivesse sido lançado sem título, talvez fosse lembrado como “aquele filme que fez o mundo recalcular suas escolhas”.
É uma obra que não é salva por ideia, por elenco, por criaturas, por clima ou por direção.
Nada aqui se ergue.
Nada aqui se sustenta.
O filme não apenas decepciona.
Ele colapsa.
E será lembrado — se for lembrado — como uma das experiências mais vazias e infelizes que já atravessaram a tela.
se eu pudesse, eu colocaria 0 estrelas
Filme cheio de falha no roteiros, e criaturas de cgi muito mal feitos.
Acabamos não aceitando as tomadas de decisões e fica difícil comprar a ideia do filme
Acabamos não aceitando as tomadas de decisões e fica difícil comprar a ideia do filme
Filme péssimo. Não dá medo algum, soluções ridículas e sem sentido.
História completamente rasa. Fico com pena dos atores bons que foram escalados para fazer um filme desse...
História completamente rasa. Fico com pena dos atores bons que foram escalados para fazer um filme desse...
O filme claramente bebeu da fonte de "Um Lugar Silencioso" e talvez até uma leve inspiração de Bird Box, diria que "The Silence" é o primo humilde dos dois filmes citados. Atuações pouco convincentes e uma direção e roteiro mediano com tendência para ruim, o que rendeu algumas cenas de vergonha alheia, mas o ápice do roteiro foi o personagem principal descobrir uma "arma" contra o "vilão" e o filme não se dar conta ou se importar.
Dito isso, concluo dizendo que é um filme completamente descartável, mas até que pode entreter em uma noite descontraída.
Dito isso, concluo dizendo que é um filme completamente descartável, mas até que pode entreter em uma noite descontraída.
Filme sensacional, triste ver que correlacionam ele com Um Lugar Silencioso. Não tem nada a ver, é bem autônomo e cheio de surpresas.
Filme muito bom, envolvente do começo ao fim. Logo no início já lidamos com o que parece "entregar" o enredo do filme todo, mas é plot twist atrás de plot twist. A construção dos personagens é ótima pra um filme tão curto. Eu fico triste que as pessoas tenham correlacionado este filme com Um Lugar Silencioso por conta das datas de estreia semelhantes, assim como o nome que lembra um pouco, sendo que os filmes não tem absolutamente nada em comum.
o filme é até que bom em alguns momentos, traz um cenário muito foda mas o desenrolar da história eh meio parado dps da primeira hora de filme, espero que a continuação seja muito melhor.
Não gostei, não tem ação e nem terror, não da empolgação, a gente fica morto vendo o filme esperando por uma cena aterrorizante e no fim não acontece nada!!!
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