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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,0
Enviada em 5 de agosto de 2019
Um filme com potencial enorme, mas não entrega o que poderia ser. Elenco que conta com Zac Efron onde até que enfim mostrou ser um bom ator, numa atuação excelente digna de ser indicado ao óscar, assim como a ótima atriz Lily Collins que mostrou que apenas não é filha do lendário Phil Collins e sim uma atriz em grande ascensão. Aqui infelizmente temos problemas sérios de ritmo, de roteiro, com os atos mal distribuídos, numa direção meia boca ou seja temos um filme com pretensões que não chegam a uma finalidade e que ase salva pelas ótimas atuações.
Roteiro muito bom, sem focar na violência, mas na relação amorosa de Ted com a jovem mãe solteira e depois com a mulher com a qual se casa e tem uma filha. Um assassino cruel e dissimulado. Seu lado emocional é o mais perturbador para um psicopata.
Cinebiografia de Ted Bundy (Zac Efron), serial killer que matou, pelo menos, 30 mulheres em sete estados norte-americanos durante a década de 1970. Só que o filme é contado a partir do ponto de vista de sua namorada, Elizabeth (Lily Collins), que não tnha conhecimento de seus crimes.
eu já tinha ouvido muito falar sobre esse que é considerado um dos piores serial killers do mundo eu queria muito ter assistido ao documentário da Netflix mas depois desse filme com certeza me interessei Ainda mais por essa história não dá para acreditar o quanto uma pessoa pode ser cruel de jeito nenhum ele se mostrava de tal forma filme realmente interessante⭐⭐⭐
Apesar de algumas críticas, é um filme interessante retratando a trajetória de um serial killer, que devido a fama de sedutor, causou muitas dúvidas em relação as mortes na época. Conseguiu atuar em sua própria defesa, mesmo não tendo finalizado a graduação em direito. O enfoque da trama não são as mortes (mais de 30 confirmadas, porém esse número poderia ter chego até em 70) e sim a relação conturbada entre sua esposa e amante e o percurso entre entre seus julgamentos, prisão e a cadeira elétrica. Interessante que muitas das falas dos personagens foram de fatos ditas pelos seus personagens reais.
Theodore “Ted” Robert Bundy foi um famoso serial killer norte-americano que, principalmente, na década de 70, foi responsável pelo sequestro, estupro e assassinato de jovens mulheres, em diversos estados norte-americanos. Bundy também ficou conhecido pela sua personalidade sedutora e magnética. Como passou pelas faculdades de psicologia e de direito, sabia como se portar no tribunal, chegando a atuar como seu próprio advogado de defesa. Um fato notório de sua biografia foi que Ted sempre negou ter cometido os crimes pelos quais foi condenado – passando a confessá-los somente antes de sua execução, no ano de 1989.
No ano de 2019, o diretor Joe Berlinger mergulhou no universo deste personagem, lançando dois produtos sobre Ted Bundy: o filme Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal e a série documental Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy. As duas obras se complementam. Enquanto o filme se caracteriza como uma cinebiografia sobre Bundy (interpretado por Zac Efron), enfocando, principalmente, o relacionamento que ele desenvolveu com Liz Kloepfer (Lily Collins); a série aborda materiais de arquivo e gravações de áudio que foram feitas no corredor da morte, com o objetivo de traçar o perfil de Ted.
Se o filme dá ênfase a esta personalidade magnética e sedutora de Ted Bundy, abordando os efeitos que ele causava nas mulheres; a série documental percorre um caminho completamente diferente, mostrando o quanto Bundy era um sociopata frio, incapaz de compreender a natureza de seus atos e de se responsabilizar por eles. São duas visões completamente diferentes sobre uma mesma pessoa.
Por isso mesmo, analisando do ponto de vista narrativo, Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal tem um caráter muito mais problemático, especialmente pela tentativa que faz de humanização de uma figura que não merece esse tipo de retrato. A série documental acaba exercendo um papel muito mais forte, pela forma como nos mostra Ted: como ele realmente merecia ser visto por todos nós. São dois contextos tão diferentes que, no final, fica até difícil crer que são dois produtos dirigidos por uma mesma pessoa.
Um filme bruto e intrigante... cruel, mas diante das limitações técnicas e policiais da época, pode passar até por injusto. Mas existiram muitas provas e fatos chocantes que o filme não expôs - embora devesse te-lo feito. Muito bom!
O filme é muito bom, confundindo até o final sobre a veracidade dos fatos sobre o serial killer. Zac Efron está irresistivelmente bem no papel principal. Vale a pena conferir.
Apesar de não ser primorosamente escrito, o roteiro é competente em manter a dúvida central até o final (funciona para quem não conhece a história real) e também ousado em retratar o aspecto sedutor e romântico do assassino. Essa abordagem funciona pela montagem não linear, mas principalmente pela admirável atuação do Efron, que faz um psicopata dissimulado muito mais convincente do que o próprio Ted Bundy que é mostrado nas cenas reais durante os créditos. Alguns clichês, a pouca personalidade do diretor e os diálogos superficiais não fazem de Extremely Wicked um grande filme, mas não são suficientes para ofuscar o brilhantismo da maneira em que a história foi revisitada.
Zac Efron está perfeito na interpretação. O filme é bem raso, os acontecimentos são mostrado de uma forma rápida e apressada. É um.bom filme, mas não trás nada de novo.
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