Livre
Desde jovem, Luiz Henrique Fitarelli passou a colecionar objetos relacionados à imigração italiana. Neto de italianos e, apaixonado por história, aos poucos passou a também comprar casas abandonadas. Com elas, construiu uma vila típica do final do século XIX, que se tornou um museu a céu aberto. O documentário acompanha a viagem de Fitarelli à Itália para buscar suas origens e discute a preservação das memórias.
3,5
Bom
Pra Ficar na História
O pequeno museu da imigração italiana
por Bruno Carmelo
Uma casa de pedras, antiga, com mesas rústicas e objetos à disposição. As louças e móveis vêm da Itália, terra dos familiares de Luiz Henrique Fitarelli. Aos poucos, com recursos próprios, o veterinário passou a investir na coleção destes resquícios, compondo um pequeno museu ainda em fase de construção, sem visitantes, nem mapeamento histórico e geográfico de cada peça. Para o personagem, o valor daquele espaço se dá sobretudo num âmbito pessoal.Como pode se perceber, a dimensão patrimonial e institucional do empreendimento de Fitarelli é limitada. No documentário Pra Ficar na História, o que resta das gerações de colonos italianos no Brasil são os sentimentos e sensações, ou seja, o prazer de falar a língua, admirar as fotos dos avós, cozinhar à moda antiga, reparar peças de muitas décadas atrás. O filme do diretor Boca Migotto se dedica ao impacto individual deste período, ao invés de
Ler a crítica



Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
-
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-