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2,2
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Estado de São Paulo
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O Globo
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Papo de Cinema
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Observatório do Cinema
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Estado de São Paulo
O que ocorre quando o livro do mês é Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James? Christian Grey e seus jogos de sexo. As vovós saem do sério, redescobrem a libido e o diretor assina um delicioso ‘feel good movie’. Satisfação garantida.
O Globo
A grande sacada do projeto foi ter escalado como protagonistas as talentosas e carismáticas Jane Fonda (80 anos), Diane Keaton (72), Candice Bergen (72) e Mary Steenburgen (65). [...] Os diálogos que podem ser considerados por alguns até meio chulos sobre a importância do sexo — ou a falta dele.
Papo de Cinema
Todas enfrentam questões na seara afetiva e estão na mesma faixa etária, o que propicia bons ganchos. O andamento previsível não consegue arrefecer o prazer de ver as quatro atrizes maiúsculas em cena, juntas.
Preview
O romance da vez é Cinquenta Tons de Cinza, que desperta sensações inesperadas nas quatro. Pena que o roteiro seja fraquinho. Mas as mulheres valem a pena – e Andy Garcia, como diriam as mais maduras, continua um pão aos 62 anos.
Observatório do Cinema
Sem uma fotografia marcante, ou nada em sua técnica em si, o filme consegue arrancar boas risadas do público através de um roteiro bem escrito que, mesmo um pouco previsível, se apoia em suas boas atuações.
Plano Crítico
O que tinha possibilidade para ser uma obra provocativa, não apenas para o público jovem, mas também para o correspondente da idade das atrizes, sente vergonha de sua ambição, tornando-se uma comédia romântica descompromissada.
Chicago Sun-Times
Apesar de alguns dos personagens terem sofrido tragédias na vida, nenhum deles tem preocupações financeiras ou de saúde. A vida é boa, e a maior parte do "drama" que eles experienciam é auto-inflingido, e quase bobo.
Folha de São Paulo
Lindas, divertidas, poderosas e esbanjando vitalidade, as estrelas se reúnem em uma história que bate na mesma tecla de tantas outras produções: é possível ser feliz aos 60, 70, 80, 90 anos.
The Hollywood Reporter
O filme é uma prova do poder atemporal de estrelas como de Diane Keaton, Jane Fonda, Candice Bergen e Mary Steenburgen, que, contracenando como as amigas de longa data no centro de uma comédia tradicional, são as únicas razões para vê-la.
Variety
Na página e na execução, "Do Jeito que Elas Querem" é tão genérico que pode ter sido montados por veteranos de sitcoms. Todas as peças de estereótipo se enchaixam, deixando os recursos do elenco inteiramente inexplorados.
Boston Globe
O roteiro de Erin Simms e do diretor de primeira viagem Bill Holderman se baseia em risadas fáceis, discurso superficial e decoração de luxo genérica, e não há um momento genuíno nele.
The Guardian
É um filme para lembrar que a fábrica de comédia de Nora Ephron ou talvez Nancy Meyers não é tão fácil de reproduzir[....]. Certamente todas as quatro atrizes principais estão em sua pior e mais sem-graça forma.
Télérama
Um filme de moral bem comportada, e portanto extremamente triste, além de um tanto reacionário. [...] Sem tom nem ritmo, a comédia oscila entre cenas supostamente engraçadas, que duram tempo demais, e diálogos cujo duplo sentido se transforma rapidamente numa grossa vulgaridade.