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Alan David
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2,0
Enviada em 12 de março de 2018
Tecnicamente não tem grandes defeitos, mas decisão de roteiro e transformar um acontecimento de minutos em filme de 1 hora e meia não da, no máximo um documentário de 30/40 minutos.
Para lê a critica completa, link abaixo: http:// parsageeks.blogspot.com. br/2018/03/cinema-459 -15h17-trem-para-paris. html
O filme começa com uma história de de três amigos que tem em comum problemas durante a infância escolar, tendo destinos diferentes e a não aceitação profissional e falta de êxito, mas a amizade entre eles sempre prevaleceu e durante uma viagem a Europa, que de certa forma deixa o filme bem arrastado, por não se encaixar no roteiro, o destino e vossas coragem os tiram de um anonimato de vidas quase q fracassadas, para virarem heróis anti terrorista.
O filme é vazio, sem conexão narrativa e a ação principal pelo qual ele se vende é rápida e nada importante.
Questiono então se haveria alguma maneira melhor de trazer essa história pra tela ou, se ela apenas não é assim... tão cinematográfica.
Clint tem bons filmes, mas dessa vez sua decisão de escalar os próprios personagens limou e prejudicou o filme. Fora que está cada vez mais cansativo ver os "Heróis americanos". Não desmerecendo os feitos, mas algumas história ficam melhor em matérias e manchetes do que em filmes.
Em "Sully", Clint Eastwood tinha uma história que, por si só, não precisava de muito tempo para ser retratada cinematograficamente. Por isso, foi preciso tirar leite de pedra ao encontrar uma solução para que esse acontecimento durasse uma hora e meia. Considero que ele teve sucesso ao ocultar algumas informações do futuro para que aqueles que não sabiam da história ou do pós-acontecimento, ficasse na dúvida do que aconteceria com o personagem principal.
Aqui ele tenta fazer algo parecido ao voltar à infância dos personagens principais e tentar trazer desde lá a mensagem que quer passar através do evento no trem. Mas falha miseravelmente.
Tudo o que envolve o roteiro é extremamente raso e óbvio, seja nos diálogos, seja no desenrolar da trama ou seja na "moral da história". Soma-se a essa superficialidade a direção apática, sequências longas e desnecessárias e a montagem desconexa. Nem mesmo ao colocar as pessoas reais do evento para atuar fez com que o filme tivesse uma nuance realista. Pelo contrário, a falta de experiência dos "atores" ajudou bastante para deixar tudo ainda mais sintético.
Além disso, admirador do U.S Army que é, Eastwood se sentiu na obrigação moral de homenagear esse heroísmo do soldado. Até aí tudo bem, admirável gesto para um nobre ato. Mas vindo de um senhor conservador e saudosista, o filme está repleto de esteriótipos dos países europeus. Certas cenas chegam a incomodar o espectador mais sensível.
O que realmente sobra para apreciar é o clímax. Uma cena de ação empolgante, muito bem filmada e editada, me deixou apreensivo e pela primeira vez, durante o filme todo, me lembrou quem estava dirigindo.
Eu fui na expectativa de ver um filme que passasse dentro do trem, com uma historia em torno desse cenário, Porém não é isso que se trata no filme, contam mais sobre os 3 personagens do que sobre atentado.
Mas eu gostei do filme, não achei horrível, como dizem os especialistas, recomendo até porque se trato de algo historico.
Pela sinopse você pensa em ser um filme de ação, mas no final trata-se de ser uma história de amizade entre amigos e uma aventura com final eletrizante e feliz.
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