Não recomendado para menos de 12 anos
O documentário registra uma proposta curiosa feita a uma turma de jovens animadores: tentar trazer para a atualidade as obras do cartunista, jornalista e ativista brasileiro Henrique de Souza Filho, o Henfil. Além desse processo, o filme traz depoimentos de amigos e revelações sobre como o artista hemofílico lidava com sua doença e utilizava seus desenhos como instrumento de luta contra a censura política de sua época.
3,5
Bom
Henfil
"Tô vendo a esperança"
por João Vítor Figueira
Todos os gêneros cinematográficos têm seus códigos próprios e o documentário não é diferente. O cinema não-ficcional traz suas armadilhas e suas possibilidades e cabe a um cineasta saber usar a linguagem à favor do discurso que pretende passar em suas obras. Em Henfil, a diretora Angela Zoé (Meu Nome é Jacque) tem a tarefa de abordar a intensa vida de Henrique de Souza Filho, cartunista que se levantou como uma das mais ácidas e inteligentes vozes de crítica social e comportamental no Brasil dos anos da ditadura militar. Para isso, a cineasta optou por mesclar uma estrutura de documentário tradicional (com imagens de arquivo, entrevistas antigas do biografado, depoimentos de pessoas próximas à figura principal) com uma arriscada proposta: Construir a narrativa enquanto acompanha um grupo de jovens estudantes transformarem algumas das principais criações do artista em animação. A decisão
Ler a crítica
2:39





7 Notícias e Matérias Especiais
Cine PE
A obra faz parte da seleção oficial da 22ª edição do Festival Cine PE (2018).
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
O2 Play
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-