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3,7
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The Guardian
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Papo de Cinema
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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The Guardian
Explica a inadequação emocional tóxica do banditismo - sua brutalidade, sua bajulação, sua pusilanimidade, seus vícios covardes. [...] Um filme com uma força incompáravel.
Papo de Cinema
"Dogman" é, até pela utilização de um nome americanizado, quase um super-herói. É o homem-cachorro, mas também um vira-lata. É aquele que afaga quando lhe dão alguma chance, ainda que seja o primeiro a ser colocado para correr ao menor sinal de dúvida.
Cineweb
O ator encarna com uma verdade extraordinária este homem comum, exposto a toda espécie de desastres, sem ter um anjo protetor ao seu lado. Seu rosto enche a tela e não há como não ter empatia por esse pequeno herói anônimo.
O Globo
Garrone procura mostrar a violência mais particular de um indivíduo, num contexto social perturbador e com um tom menos grandioso que o desenvolvido em seu “Gomorra”.
Screen International
"Dogman" é um filme que fecha as paredes em torno de seu herói, e em torno de sua audiência. Talvez a coisa mais impressionante sobre o filme seja o fato de que saímos de um filme intensamente tocados pela paixão e uma estranha sensação de esperança.
The Hollywood Reporter
"Dogman", de Matteo Garrone, é uma experiência visual tão intensa, que terá o público segurando seus braços com o retrato assustadoramente real de um bom homem tentado pelo diabo.
The Playlist
Garrone observa as raízes da violência através de novas lentes: não os aspectos malignos da corrupção da máfia, e sim um perturnador e mal intencionado indivíduo perpetuando seu próprio tipo de terror.
Télérama
A Itália de Monicelli se recuperava do fascismo, a de Matteo Garrone sofre mais uma vez com a barbárie selvagem. Tendo em vista os fatos atuais, não se trata mais de um olhar pessimista, mas de uma realidade: a fera voltou.
Variety
“Dogman” não se refere apenas à loja de Marcello. É sobre como Marcello, depois de domesticar todos aqueles cachorros que latem e rangem, se transforma em um cachorro grande. É a história de um inocente que absorve o mal e aprende a usá-lo, mas permanece inocente do mesmo jeito.
Carmattos
Dois terços da duração do filme se passam na lenta e gradualíssima preparação da virada de Marcello contra seu opressor. A mim pareceu tempo demais e assunto de menos.
Folha de São Paulo
Matteo Garrone, que há dez anos nos deu o precioso “Gomorra”, desta vez parece afirmar que em nosso tempo é mais fácil a um homem relacionar-se com cachorros do que com outros homens.
Critikat.com
"Dogman" se ampara de todos os clichês do gênero para justificar a sua violência inerente [...] e associa este miserabilismo estetizante que instrumentaliza a margem e a pobreza através de um academicismo grotesco.