Média
3,3
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Folha de São Paulo
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O Globo
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The Guardian
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Télérama
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Critikat.com
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Screen International
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The Hollywood Reporter
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Veja
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Folha de São Paulo
Formalmente, é sem dúvida o filme mais bem-acabado de Haroun. A câmera não parece mais descontrolada como em parte de seus longas anteriores, o que valoriza o drama humano, ou os belos momentos em que Abbas se diverte com suas crianças.
O Globo
A família enfrenta preconceito, incompreensão e barreiras culturais e legais, mas recebe um pouco de solidariedade, principalmente, de uma francesa (Sandrine Bonnaire).
The Guardian
Este filme me fez lembrar de um comentário que o dramaturgo Martin Sherman fez no documentário de Vanessa Redgrave, "Sea Sorrow": que os refugiados estão em estado de choque, sua firmeza e calma mascaram uma dor interior em reprimir sua angústia com o que e quem perderam.
Télérama
Mahamat-Saleh Haroun não escolheu o realismo bruto, documentário. Ele preferiu a delicadeza. Desde a primeira cena, o pai Abbas e a filha Asma, reunido num momento de ternura, são filmados com impressionante candura.
Critikat.com
Uma crônica filmada em equilíbrio, numa linha tênue, tendo por um lado o estilo incrivelmente delicado e pouco afetado, e por outro lado, uma demonstração mais didática e explicativa.
Screen International
Haroun mantém o ambiente simples. O design de produção, se esse for o termo certo, é tediosamente realista. O mundo intenso dos irmãos Dardenne é glorioso por comparação.
The Hollywood Reporter
Uma escura, porém apaixonada, visão dos imigrantes ilegais que passam por dificuldades nos lados obscuros de Paris, o filme é longe de ser uma jornada pitoresca e é algo mais próximo de uma temporada no inferno.
Veja
"Uma Temporada na França" se volta para um drama bastante comum hoje no cinema europeu [...] O roteiro, porém, perde o foco em situações dispensáveis, como, por exemplo, acrescentar a história do irmão do protagonista.