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Yuri G
1 crítica
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4,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2019
Trazendo um teor mais realista da visão e vida de Vilões e Heróis, Vidro fecha a trilogia iniciada há 19 anos atrás com filme Corpo fechado e sua sequência um tanto quanto surpresa em Fragmentado. Como todo filme tem lá seus defeitos, esse não é diferente. Ele amarra bem muitas pontas dos filmes anteriores, mas deixa dúvidas sobre acontecimentos no filme que sabemos que não serão ecplicadas em sequências (pois muito provavelmente não terá) Mas a ideia de trazer o termo "Herói/Vilão para mais perto das condições humanas, é um atrativo e tanto para a trilogia. Com boas atuações, roteiro não perfeito mas agradável, Vidro não é o melhor filme do ano, mas na minha opinião, mexe com nossa concepção sobre o que é tratato em cada filme da trilogia. Loucos ou Heróis?
só fiz perder dinheiro e tempo assistindo esse filme! o pior que já vi. Filme sem pé e sem cabeça e com comentários que o mundo já ta cansado de ouvir. socorro!
Caralho, não sei como tanta gente detestou esse filme. Eu achei genial, mtp inteligente, cheio de reviravoltas e diferente de tudo que poderia imaginar. Atuações mto fodas. Roteiro impecável. Enfim, curti demais. Pra mim foi o melhor da trilogia. Nota 5.
Sinceramente, conseguiram fazer uma merda para fechar a trilogia, nem o talento dos atores salvaram esse filme horroroso, não recomendo a ninguém, um filme para se esquecer!!!!
O filme Glass, que recebeu a tradução de “Vidro” aqui no Brasil, foi escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, sendo ele conhecido por trabalhar muito bem com o suspense. Glass é o último filme de uma trilogia que começou em 2000 com o filme “Corpo Fechado” também escrito e dirigido por Shyamalan e estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson, e o segundo filme da franquia “Fragmentado” estrelando desta vez James McAvoy e Anya Taylor Joy, e agora encerra com seu último filme juntando todos os personagens e fazendo conexões entre as histórias. Como já foi visto nos filmes anteriores cada personagem tem um poder especial e neste filme a Dr. Ellie Staple (interpretada pela atriz Sarah Paulson) que trabalha em um hospital psiquiátrico reúne estes personagens e tenta convencê-los de que nada daquilo é verdade, que na realidade eles não possuem poderes especiais que é tudo “coisa da cabeça deles”. Em contrapartida o Mr. Glass, interpretado por Samuel L. Jackson, não acredita no que ela diz e bola um plano para mostrar ao mundo que pessoas especiais e diferentes exitem, resultando em um final que poderia ter sido aproveitado de uma forma melhor. O diretor constrói todo um universo e histórias que no final se conectam, mas no fim das contas poderia ter sido melhor, dando a impressão que o diretor usou os personagens e depois apenas os descartou. Sabendo trabalhar muito bem com o suspense o diretor nesse filme utiliza um pouco deste recurso no primeiro ato do filme, mas depois a partir do segundo ato torna a trama um pouco cansativa para alguns e encerra com um final que poderia ter sido melhor aproveitado. A fotografia e uso da paleta de cores definindo cada cor para um personagem diferente e os movimentos de câmeras são algo de destaque no filme além do roteiro que funciona bem, mas no entanto (como já foi dito anteriormente) poderia ter sido melhor aproveitado no final.
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