Média
4,0
1183 notas
5
36 críticas
4
32 críticas
3
24 críticas
2
17 críticas
1
14 críticas
0
14 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Vidro é um ótimo filme para quem acompanhou a trilogia. O desfecho não é excepcional, como é Fragmentado, mas ainda assim excelente!
Não façam como meus colegas da sessão de cinema, que ficaram perdidos no enredo. Antes de Vidro (2019), assistam Fragmentado (2016) e Corpo Fechado (2000). Os anteriores são fundamentais para o terceiro filme. Há, inclusive, a inserção de cenas cortadas do título de 2000.
Não façam como meus colegas da sessão de cinema, que ficaram perdidos no enredo. Antes de Vidro (2019), assistam Fragmentado (2016) e Corpo Fechado (2000). Os anteriores são fundamentais para o terceiro filme. Há, inclusive, a inserção de cenas cortadas do título de 2000.
Gostei muito. Alia bem suspense, ação e drama com pitadas de humor por parte das várias atuações feitas por McAvoy. Não tem como entender completamente nem gostar sem ver os outros dois filmes anteriores pouco antes de assisti-lo. Inteligente, diferente e com muitas referências para se notar
spoiler:
, como a aparição das inscrições "DC" e "Marvel" e o fato do "vilão" no confronto físico ser uma fera como a do desenho que a personagem de Jackson mostra a de Willis no primeiro filme
. Sem maniqueísmo, ritmo de filme cabeça fora do formatinho e com final surpreendente. Nota 5.
. Sem maniqueísmo, ritmo de filme cabeça fora do formatinho e com final surpreendente. Nota 5.
Trazendo um teor mais realista da visão e vida de Vilões e Heróis, Vidro fecha a trilogia iniciada há 19 anos atrás com filme Corpo fechado e sua sequência um tanto quanto surpresa em Fragmentado. Como todo filme tem lá seus defeitos, esse não é diferente. Ele amarra bem muitas pontas dos filmes anteriores, mas deixa dúvidas sobre acontecimentos no filme que sabemos que não serão ecplicadas em sequências (pois muito provavelmente não terá)
Mas a ideia de trazer o termo "Herói/Vilão para mais perto das condições humanas, é um atrativo e tanto para a trilogia. Com boas atuações, roteiro não perfeito mas agradável, Vidro não é o melhor filme do ano, mas na minha opinião, mexe com nossa concepção sobre o que é tratato em cada filme da trilogia. Loucos ou Heróis?
Mas a ideia de trazer o termo "Herói/Vilão para mais perto das condições humanas, é um atrativo e tanto para a trilogia. Com boas atuações, roteiro não perfeito mas agradável, Vidro não é o melhor filme do ano, mas na minha opinião, mexe com nossa concepção sobre o que é tratato em cada filme da trilogia. Loucos ou Heróis?
só fiz perder dinheiro e tempo assistindo esse filme! o pior que já vi. Filme sem pé e sem cabeça e com comentários que o mundo já ta cansado de ouvir. socorro!
Confuso e previsível, se é que dá para reunir esses dois defeitos. Não gostei. Saí do cinema coma impressão de ter perdido meu tempo.
Caralho, não sei como tanta gente detestou esse filme. Eu achei genial, mtp inteligente, cheio de reviravoltas e diferente de tudo que poderia imaginar. Atuações mto fodas. Roteiro impecável. Enfim, curti demais. Pra mim foi o melhor da trilogia. Nota 5.
Sinceramente, conseguiram fazer uma merda para fechar a trilogia, nem o talento dos atores salvaram esse filme horroroso, não recomendo a ninguém, um filme para se esquecer!!!!
caralhoooooooooo seis tem oq na cabeça de fala que vidro é ruim,é muito boooooooooooooooooooooom
spoiler:
todo mundo morre ;-;
todo mundo morre ;-;
O filme Glass, que recebeu a tradução de “Vidro” aqui no Brasil, foi escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, sendo ele conhecido por trabalhar muito bem com o suspense.
Glass é o último filme de uma trilogia que começou em 2000 com o filme “Corpo Fechado” também escrito e dirigido por Shyamalan e estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson, e o segundo filme da franquia “Fragmentado” estrelando desta vez James McAvoy e Anya Taylor Joy, e agora encerra com seu último filme juntando todos os personagens e fazendo conexões entre as histórias.
Como já foi visto nos filmes anteriores cada personagem tem um poder especial e neste filme a Dr. Ellie Staple (interpretada pela atriz Sarah Paulson) que trabalha em um hospital psiquiátrico reúne estes personagens e tenta convencê-los de que nada daquilo é verdade, que na realidade eles não possuem poderes especiais que é tudo “coisa da cabeça deles”. Em contrapartida o Mr. Glass, interpretado por Samuel L. Jackson, não acredita no que ela diz e bola um plano para mostrar ao mundo que pessoas especiais e diferentes exitem, resultando em um final que poderia ter sido aproveitado de uma forma melhor.
O diretor constrói todo um universo e histórias que no final se conectam, mas no fim das contas poderia ter sido melhor, dando a impressão que o diretor usou os personagens e depois apenas os descartou.
Sabendo trabalhar muito bem com o suspense o diretor nesse filme utiliza um pouco deste recurso no primeiro ato do filme, mas depois a partir do segundo ato torna a trama um pouco cansativa para alguns e encerra com um final que poderia ter sido melhor aproveitado.
A fotografia e uso da paleta de cores definindo cada cor para um personagem diferente e os movimentos de câmeras são algo de destaque no filme além do roteiro que funciona bem, mas no entanto (como já foi dito anteriormente) poderia ter sido melhor aproveitado no final.
Glass é o último filme de uma trilogia que começou em 2000 com o filme “Corpo Fechado” também escrito e dirigido por Shyamalan e estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson, e o segundo filme da franquia “Fragmentado” estrelando desta vez James McAvoy e Anya Taylor Joy, e agora encerra com seu último filme juntando todos os personagens e fazendo conexões entre as histórias.
Como já foi visto nos filmes anteriores cada personagem tem um poder especial e neste filme a Dr. Ellie Staple (interpretada pela atriz Sarah Paulson) que trabalha em um hospital psiquiátrico reúne estes personagens e tenta convencê-los de que nada daquilo é verdade, que na realidade eles não possuem poderes especiais que é tudo “coisa da cabeça deles”. Em contrapartida o Mr. Glass, interpretado por Samuel L. Jackson, não acredita no que ela diz e bola um plano para mostrar ao mundo que pessoas especiais e diferentes exitem, resultando em um final que poderia ter sido aproveitado de uma forma melhor.
O diretor constrói todo um universo e histórias que no final se conectam, mas no fim das contas poderia ter sido melhor, dando a impressão que o diretor usou os personagens e depois apenas os descartou.
Sabendo trabalhar muito bem com o suspense o diretor nesse filme utiliza um pouco deste recurso no primeiro ato do filme, mas depois a partir do segundo ato torna a trama um pouco cansativa para alguns e encerra com um final que poderia ter sido melhor aproveitado.
A fotografia e uso da paleta de cores definindo cada cor para um personagem diferente e os movimentos de câmeras são algo de destaque no filme além do roteiro que funciona bem, mas no entanto (como já foi dito anteriormente) poderia ter sido melhor aproveitado no final.
filme ruim.. não presta - porcaria. Se tivesse como, não daria 1 estrela, não assistem irão perder tempo.
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa