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Alberto Luiz C
1 crítica
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1,0
Enviada em 18 de abril de 2019
Como conseguir fazer dois filmes tão bons e com um elenco de peso, ter um terceiro filme de desfecho tão ruim?!! O filme é arrastado, cheio de inconsistências e sem nenhum momento de emoção. Queriam criar uma continuação, mas como fazer isso com um final tão horrível? É bem verdade que do esterco nascem as mais belas flores, então quem sabe às vezes isso não acontece. Pois é isso que achei desse filme. spoiler: O mais irritante é você acompanhar os personagens, cuja empatia foi construída durante os dois filmes anteriores, e no final eles morrerem de forma tão banal, em um ato único e sem noção.
As expectativas eram enormes quanto a esse filme e que acabam decepcionando de certo modo. Não é que seja ruim, mas trata-se de filme superestimado que deixa a desejar. James McAvoy com certeza o melhor em cena.
Filme extremamente inteligente, com atuações incríveis de todos os personagens principais. Te prende do começo ao fim, te faz rir, se chocar, sentir adrenalina e principalmente se surpreender . Recomendo a experiência.
O filme que fecha a trilogia do bom diretor M. Night Shyamalan que por sinal aqui ele tem sua melhor direção dos três, com bons enquadramentos e bom direcionamento dos atores, aqui vê claramente sua mão, apesar que no 2° ato cai de rendimento, mas volta com tudo para o último ato com ótimo desfecho. Parte técnica é muito boa e trilha sonora pesada. ressalvas para o pouco destaque ao personagem importante de Bruce Wilis.
Willis and Samuel L. Jackson superam seus cabelos brancos e permitem Macvoy a interpretar com excelencia seu papel. O quanto humanos somos para reconhecer seus superdoreses e ao mesmo tempo sua fragil humanidade da vida ao filme. Muito mais do que um filme de super heróis!
Após a conclusão de Fragmentado (2017), Kevin Crumb (James McAvoy), o homem com 23 personalidades diferentes, passa a ser perseguido por David Dunn (Bruce Willis), o herói de Corpo Fechado (2000). O jogo de gato e rato entre o homem inquebrável e a Fera é influenciado pela presença de Elijah Price (Samuel L. Jackson), que manipula os encontros entre eles e mantém segredos sobre os dois.
Eu acho que eu me atrapalhei um pouco no final não sei se realmente entendi tudo aquilo que estava aparecendo no fim Mas no geral eu gostei só achei um pouco confuso⭐⭐⭐
A expectativa por “Vidro” estar lá em cima foi um problema. Os dois filmes anteriores são o que são por serem despretensiosos e não terem que cumprir grandes expectativas. O ritmo é algo primordial para um filme funcionar, começa bem, mas do meio até o fim é desestimulante, e o longa vai perdendo ímpeto. Não temos clímax, o embate final é muito apático. __
Existe uma falta de equilíbrio evidente na narrativa, a maior parte é da “Horda”, sobrando pouco para David Dunn (Bruce Willis), e Sr. Vidro (Samuel El Jackson). O texto é problemático, é bastante autoexplicativo. A cada 20 minutos aparece alguém nos lembrando dos conceitos de quadrinhos no qual estamos inseridos, da forma mais verbal e didática possível. __
Visualmente é muito bonito, são estabelecidas rimas visuais que em muito agregam aos personagens. Da grande escala até os mínimos detalhes, existe um apreço por uma identidade visual. Diversos momentos enchem os olhos, com planos de câmera e enquadramos ousados, o diretor certamente não está no piloto automático. Mostra apenas uma dificuldade com as cenas de ação, recorre a uma câmera subjetiva no rosto dos atores que entrega pouco dinamismo e energia. __
James McAvoy é ótimo mais uma vez, o ator passeia por mais personalidades demostrando muita segurança e conhecimento do personagem que criou para si. Ele atua com trejeitos, sotaques, entonações, o filme é dele, e visivelmente feito para que se sobressaia ante aos outros. Bruce Willis totalmente esquecível, culpa maior do roteiro que o burocratizou demais. O personagem vai de lugar nenhum a lugar nenhum. Samuel El Jackson toda vez que tem espaço chama a atenção para si, poderia ter mais dele. __
São quase dois filmes, o primeiro é bem compassado e interessante, o segundo carece de gás e força. Tem ótimos conceitos e ideias muito boas, mas a execução é aquém do que poderia ter sido. Consegue finalizar estendendo o universo, mesmo que não entregando um final digno do mesmo. Assim como sua filmografia, Shyamalan concebeu “Vidro” rente a linha do “ame-o ou deixe-o”... o efeito em mim foi apenas o de indiferença, uma pena.
PORCARIA DE FILME. Começa com a introdução, onde está a parte que julga o cara que salvou as meninas, a parte que ele é condenado a ir para um manicômio, a parte que contesta por estar preso e ter seus direitos violados, que psiquiatra é essa que já vem com a certeza de um aspecto relacionado ao caso antes de fazer uma pesquisa com o paciente, como uma garota que foi sequestrada visita o psicopata? Nem com a síndrome de Estocolmo. só consegui assisti até aí. Chega, que filme sem estrutura. Uma porcaria, tenho certeza que Samuel pensava outra coisa não essa porcaria. Deve estar arrependido e envergonhado com a conclusão desse projeto.
O filme não é de todo ruim mas a primeira hora é insuportável. Não entendo tantos elogios a um filme que é horrorosamente lento e me deu sono diversas vezes.
Para esses comentários que dizem que não entenderam o filme, provavelmente não viram os dois filmes anteriores. Vidro é a continuação de mais outros dois filmes de M. Night Shyamalan: “Corpo Fechado” e “Fragmentado”. Alias, quem foi fã dos outros dois filmes, sabe que a emoção prende o espectador o filme inteiro. Elijah volta com sua mente brilhante e nos deixa tremendo de ansiedade!
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