Vidro
Média
4,0
1174 notas

135 Críticas do usuário

5
36 críticas
4
32 críticas
3
23 críticas
2
16 críticas
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Fabiane S
Fabiane S

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Os atores são incríveis, ótima atuação! Todavia, a história deixa a desejar, com um enredo muito fraco. Quando o filme chegou ao fim não deu pra acreditar... Decepcionante!
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Indiano naturalizado norte-americano, o diretor M. Night Shyamalan já fez vários e bons filmes em sua carreira vasta em Hollywood. Dirigiu o perturbador “O Sexto Sentido”, que foi um marco no cinema, devido aquele recurso que o marcaria para a vida toda, plot twist (reviravolta), assim como, dirigiu o fenomenal “Corpo Fechado”, início dessa trilogia, a “Dama na Água”, o intrigante “Sinais”, o criticado “A Vila” (eu gosto), entre outros. Em sua nova empreitada e parceria com a produtora de filmes de terror Blumhouse, Shyamalan entrega o desfecho de sua celebração aos filmes de super-heróis com Vidro. O novo longa é fantástico desde o início, consegue te deixar preso ao enredo, ao mesmo tempo que não cai em clichês do gênero. A semiótica das cores e os ângulos inusitados são a cereja do bolo, dando uma cara nova para a produção. A narrativa é bem feita, pois, além de dirigir, Shyamalan roteirizou e produziu esse ato final grandioso, mesmo sendo um diretor cético que brinca com fábulas de forma única, ele consegue entregar uma obra de grande representatividade para o mundo nerd. Vidro é inteligente ao ponto de ser crível, já imaginou um mundo onde super-heróis e vilões existem? Como seria essa relação com a sociedade? Seriam essas pessoas sãs ou loucas? Algo que o diretor lança diante do público em suas 2h10. Um filme de herói visto pela ótica de um cético, que se entrega de uma vez para o universo “super” das histórias em quadrinhos. Seu novo trabalho é o marco de sua linda homenagem as HQs, começando com Corpo Fechado (2001), encorpando com “Fragmentado” (2017) e finalizando com Vidro (2018) de forma harmoniosa e concatenada.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de janeiro de 2019
Esse filme é ok, mais poderia ter sido melhor, a ação não empolgar nenhum pouco e é bem lento e arrastado, mais o final surpreende de certa forma
Denis d
Denis d

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de janeiro de 2019
O filme, ao fim, ficou bem legal, mas creio que requer bastante foco e paciência do expectador, visto que o(s) personagem(ns) do McAvoy acabaram por extender demais o roteiro, resultando em um desenrolar um pouco cansativo para boa parte do público, o qual também pode vir a se frustrar ou interpretar mal certos aspectos da história, que começam a ser melhor abordados/esclarecidos da metade ao final. Sem falar que a progressão, que se demonstra entrópica ou perdida, acaba sendo bem lenta, e até repete alguns detalhes específicos à trama do filme. Eu pessoalmente adorei, mas não tenho certeza se vai ser tão bem recebido pelo público.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de janeiro de 2019
Hoje dia de assistir uma continuação de dois ótimos filmes, que pareciam não ter ligação nenhuma, e que de certa forma poderiam ficar assim, mas que acabou rendendo mais um filme bem confuso para tentar encaixar algo com sentido ou que seja realmente interessante. O filme tenta desconstruir os poderes apresentados nos seus predecessores, com uma ideia de alguma invenção da mente dos protagonistas, juntamente com doenças e explicações científicas. As ideias desde o começo são um tanto frágeis, apresentam os protagonistas como heróis e suas fragilidades, de modo bem exagerado e quase os colocando como super-heróis e suas grandes fraquezas, mesmo que não faça tanto sentido para os filmes anteriores. Os cenários são poucos, poucas salas, projetadas para trancar os protagonistas como cobaias e mostrar como poderia ser bem fácil prendê-los. Até a metade do filme a ideia é basicamente essa, mostrar que os protagonistas são uma espécie de super-heróis, que na verdade são humanos normais e que precisam ser presos para mostrar-lhes que não há nada de mais nisso. A segunda metade, entra o grande protagonista do filme, o Senhor Vidro, e com uma ideia super mirabolante, que só faltou dizer que queria dominar o mundo. O filme vai pra pancadaria, algumas mortes e uma continuidade cheia de reviravoltas tendo uma ideia de fundo bem louca, se nada estava fazendo muito sentido, aqui ficou ainda mais sem sentido, mas pelo menos estava cheio de lutas e mortes. O fim lança ainda mais reviravoltas para mostrar como a ideia era bem complexa, ao mesmo tempo filosófica, mesmo que não mostre quase nenhuma identificação ou empolgação, até mesmo o grande vilão do filme é algo sem nexo com qualquer parte da história, sendo introduzido de última hora para se ter alguma justificativa. No geral, um filme que junta bons atores e personagens que tinham como grande atrativo o mistério e atuação, e quais foram colocados num cenário sem o menor sentido para ambos, parecendo mais um crossover de superpoderes loucos, baseados numa situação completamente fantasiosa, finalizando uma trilogia de forma completamente desnecessária e pouco empolgante.

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Bruno M
Bruno M

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 22 de janeiro de 2019
Gostei muito do Corpo Fechado e ainda mais do Fragmentado, mas esse final da trilogia foi sofrível. Filme longo demais e arrastado e, pra fechar, um desfecho que achei ridículo. Não acho que os pacientes devam ser vistos pela sociedade da forma que foram visto no final. Há tempos não vou ao cinema e me dá vontade de ir embora antes do filme acabar. O amadorismo dos funcionários da clínica são hilários, chega a ser cômico. E a psiquiatra mais me pareceu uma despreparada, não merecendo o teórico papel importante que tem na trama. De positivo, apenas o elenco, especialmente do James McAvoy.
Valter P
Valter P

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2019
Talvez Shymalan seja mesmo viciado em reviravoltas. Como apostador ele sempre joga alto e preo que se anda comentando, joga sem medo de perder. Dificil dizer se ganhou mais do que perdeu, mas dessa vez foi mais uma vez bem sucedido.
Ele arrisca em, talvez, decepcionar quem procura um blockbuster de ação e encontra um trilher de suspense.
O novo filme provoca mais uma vez a dúvida que tivemos em "Corpo Fechado", ao ver um homem de meia idade que em meio à crise no casamento busca na possibilidade do impossível um significado para sua vida ordinária. Traz também um pouco da tensão e terror de "Fragmentado" e em seus closers pesados sobre as varias identidades de Kevin. Mas "Vidro" tem ritmo próprio e um único objetivo: surpreender a platéia no final.
Andre T
Andre T

7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2019
A meu ver, por mais irregular que seja sua trajetória, é inegável que Shyamalan possui um estilo único de dirigir filmes e atores. Em Vidro, vemos muito do antigo Shyamalan, mas também novidades, como o ritmo mais acelerado do primeiro ato, que surpreendente por trazer um trabalho de câmera mais agitado, vários cortes e trocas de cenários. O diretor faz isso para introduzir de forma dinâmico o passado de seus personagens e contextualizar o público ao momento em que o filme se passa, sem deixar o espectador já familiarizado entediado. Os primeiros 30 minutos avançam bem, e insere a atmosfera de suspense que acompanha durante todo o longa.
Infelizmente o filme não dosa muito o tempo de tela entre os três personagens, e isso gera várias sensações. Se é um deleite acompanhar as absurdas mudanças de personalidade de McAvoy, é também frustrante ver Bruce Willis como coadjuvante e todo o talento de Jackson surgir apenas no terceiro ato.
Seu final, inclusive é o que vai definir se agrada ou não ao público. Isso porque o diretor toma uma atitude arriscada, ao dar pistar de um possível fim e alterando este mesmo desfecho por uma opção mais modesta, porém, sob minha análise, não menos perturbadora.
texto completo em https://luiztonon.blogspot.com/2019/01/vidro.html
Raphael V.
Raphael V.

24 seguidores 33 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2019
Simplesmente fodástico. James McAvoy como sempre dando um show na atuação, as cenas de suspense ficaramo ótimas e com a trilha sonora então.
Emerson M.
Emerson M.

29 seguidores 82 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de janeiro de 2019
o filme possui uma excelente trama e suspense que beira o terror. pena que as cenas de ação são fracas devido a idade de Bruce talvez e empobre-se a produção com a câmera fechando o foco. outro ponto fraco do filme é a falta de trilha sonora ou mesmo sons típicos de tensão. James Mcavoy novamente ta um show mudando de personalidade com extrema personificação teatral. No geral o filme agrada e entreteres na medida certa. talvez a decepção seja que ele nao foi tao envolvente quanto o fragmentado e sua extensão sem musica deixou alguns com sono e cansados.
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