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Alan
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356 críticas
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4,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2026
É um filme policial diferenciado. Ele não tem os clichês de costume, e o final é imprevisível. Os diálogos bem construídos também são um ponto positivo. Na primeira hora o filme é um bocado lento. Não há pressa nas cenas, e o filme demora em cada uma delas. Mas isso é bom por um lado, pois assim temos detalhes que enriquecem a história. Na verdade, ao retratar a vida familiar dos diversos personagens, o que acontece com eles no decorrer do filme torna-se significativo, mais do que se fosse feita uma abordagem superficial, pois dessa maneira sabemos o que eles têm a perder. Então vale a pena ter paciência com o início mais lento do filme. Na hora e meia final é que se dá a ação de verdade, em que pese não ser frenética. Bom filme.
Com a chuva de filmes produzidos em serie pelas agencias de streaming que sao, em sua maioria, de pessima qualidade, justica brutal traz d volta um filme produzido com cuidado. Roteiro legal, bons efeitos, personagens interessantes. Nao é um epico mas vale muito a pena assistir. Trilha sonora bacana e boas atuacoes de atores experientes.
É um filme suspense/policial que foge do convencional. Que é sempre, tiros, cenas de lutas , explosões, sexo e muitas mortes.
Aqui é mostrado os dilemas morais aos quais passam os policiais, suas dificuldades financeiras, a falta de reconhecimento da população e imprensa.
Parece o Brasil? mais ou menos, aqui é bem pior!
Um roteiro bem escrito e que nos faz refletir, pelo menos aqueles que ainda se permitem pensar além do que é enfiado goela abaixo pela mídia e redes sociais.
O elenco não é uma maravilha, por isso não espere muito, o forte aqui é a história a ser contada.
Já de antemão é necessário dizer que precisasse de muita paciência para apreciar Justiça Brutal, é um filme de um desenvolvimento lento, e sua duração é um pouco longa. Mas, tem qualidade, e o diretor deixa sua marca, a fotografia é excelente, a trilha sonora conta com ótimas músicas originais, o elenco é muito bom e todos estão excelente, destaque claro, para a dupla de protagonistas Mel Gibson e Vince Vaughan. Como dito, o roteiro é lento, e alguns modos para se chegar no resultado final são meio que fáceis demais, mas, Justiça Brutal funciona, entendo perfeitamente quem tenha gostado mais do filme e quem não tenha gostado de nada. Bom filme.
Há filmes que seguem um ritmo coordenado como o Código com Jason Sthatan, e outros que vão amontoando fatos secundários de pouca relevância com a trama, é o caso de Justiça Brutal, que na verdade salienta a falta de justiça no mundo dos homens onde não há espaço para a confiança, só bruteza e vida vazia. As pessoas vão cumprindo o seu papel de forma mecânica, sem alma. Todos enxergam o dinheiro como a única solução para os seus problemas. É o que acontece com o policial veterano e frustrado Brett Ridgeman (Mel Gibson) que emprega modos rudes e envolve o seu parceiro mais jovem, Anthony Lurasetti (Vince Vaughn). O título original Dragged Across Concrete, como arrastado através do concreto, soa melhor que justiça brutal, pois mostra o cenário da vida nua e crua, aonde as pessoas vão vivendo arrastadas sem definirem propósitos pessoais, num viver medíocre que requer ações que tenham a aparência do politicamente correto apenas para uma convivência aparentemente normal, embora no íntimo e as ocultas, acontece o vale tudo determinado pelo o egoísmo. Então aparece o ouro, sem que se saiba de onde veio, ou com quem vai ficar? Todos se julgam no direito de possuírem o metal, passaporte para sair da pobreza e ter uma vida tranquila com tudo que ele possa comprar, mas a quem pertence a vida?
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