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Carlos Castro
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339 críticas
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3,5
Enviada em 9 de março de 2019
O filme estabelece um tom intrigante que mantém o espectador interessado até o fim. É bastante curioso, criativo e uma excelente premissa, que desperta vários questionamentos sobre moral, inteligência, opressão, violência, mas que não se aprofunda em nenhum desses aspectos, fazendo que o climax, que poderia ter sido chocante, não cause tanto impacto quanto deveria.
O capitão de um barco de pesca vive em uma pequena ilha do Caribe e de repente sua vida toma um caminho inesperado. Sua ex-mulher retorna e pede para que ele leve seu atual e abusivo marido em um passeio de barco e se livre dele.
no geral Eu gostei da história, só que deixa um pouco confuso, tem horas que você não sabe mais o que está acontecendo, mas até que achei interessante⭐⭐⭐
Filme interessante sobre pescador obcecado por um grande atum, mas que percebe que sua vida parece um cenário e as pessoas que conhece, repetem um roteiro de diálogo. Sua ex-esposa aparece e pede para que mate seu novo marido que a agride. Os dois roteiros se misturam com personagens defendendo cada uma destas 2 ideias de propósito.
Eu assisti ontem, filme que pode ter vários rumos e ele segue no mais estranho. No linguajar normal você buga, e continua assistindo por que o elenco e a fotografias dos mares são agradáveis. Matthew McConaughey é outro nível parece que ele ta pescando um peixe gigante mesmo.
O capitão de um barco de pesca (Baker) vive em uma pequena ilha do Caribe (Plymouth) obcecado em pescar um grande peixe (um atum, peixe que pesa em média 250Kg, podendo chegar a 400Kg) o qual ele o chama de Justiça. Em meio a esta obsessão, reaparece em sua vida sua ex (Karen), pedindo para que ele mate seu marido atual (Frank), jogando-o ao mar durante uma viagem de barco, oferecendo-lhe a quantia de 10 milhões de dólares como pagamento, além de relatar que ele é violento, inclusive para o filho que eles (Baker e Karen) tiveram no passado. spoiler: Vai aqui um spoiler (atenção se ainda não viu o filme) que é a chave para entendimento do filme: Primeiramente pensamos que é Baker quem vive atormentado pela perda (pelo divórcio) do convívio com seu filho (Patrick), mas com o desenvolvimento da história percebemos que é Patrick quem é atormentado pela perda do pai (na verdade morto em guerra) e criou uma realidade virtual (um jogo em seu computador) onde seu pai ainda vive como pescador na referida ilha. De forma direta, quem mata Frank é a Justiça (o atum)! Bom elenco.
Atuações boas, fotografia linda, é um filme que ti cansa mas vale a pena assistir porque é um filme que cospe na nossa cara a realidade que estamos criando, no sentido de tecnologia e loucura do homem, é um filme confuso , mas que ti faz pensar, não espere uma grande história, mas tenha certeza que você vai repensar mais sobre o mundo que estamos enfrentando.
O filme é sobre a fantasia de um garoto de 13 anos que não aceita a realidade imposta e, ele leva sua fantasia até as últimas consequências. Me parece uma característica de esquizofrenia, quando transforma o pai morto em um herói que salva ele e sua mãe de um homem abusivo,dentro de sua psicopatia. O garoto é desconexo das regras da sociedade, passando a vida em seu quarto escuro, no computador. Ele "cria suas pps regras" no jogo. Boa história. Poderia ter sido mais aprofundada em todos as personagens, talvez no formato de uma série.
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