muitas, muitas, muitas emoções. Que filme bom. Pouquíssimos não gostaram desse filme. Recomendo a todos. Deve ter alguns defeitos mas eu não quis ver de tão bom que é e tanto bem que me fez.
Um filme emocionante! Roteiro e volta de um adolescente que sofre um grave acidente e luta entre a vida e a morte, onde há conflitos internos de uma mãe desesperada em busca de redenção e sobrevivência, apesar de linda mensagem, o filme tem defeitos sérios, como os furos que aparecem facilmente, onde a direção poderia ter evitado, levando mais eficiência a história. Apesar dessas falhas, temos aqui uma linda história de amor e fé.
Durante um passeio com a família em uma manhã de inverno no Lago St Louis, no Missouri, o menino John Smith, de apenas 14 anos, sofre uma queda e se afoga por mais de 15 minutos. Chegando ao hospital, John é considerado morto por mais de uma hora até que sua mãe, Joyce Smith, ao lado do pai e de um pastor, junta todas as suas forças e pede a Deus para que seu filho sobreviva. Sua prece poderosa é responsável por um milagre inédito.
a maioria dos filmes com temática religiosa são sempre muito bonitos e sempre mandam alguma mensagem positiva e esse Ainda mais por ser baseado numa história real nos faz refletir sobre o poder de Deus e que para ele nada é impossível realmente um bonito filme⭐⭐⭐
Chega a ser engraçado de tão patético. Assim como todos os filmes religiosos. A coisa é tão fantasiosa que beira a completa insanidade. Como se pessoas que não tivessem fé e não seguissem uma religião não fossem merecedoras de tais acontecimentos. Vi por curiosidade. Pura perda de tempo.
Filmes de cunho religioso tendem a cair num erro comum, o didatismo, o maniqueísmo e a falta de diálogo para com outras esferas além da sua. A obra em questão não é atropelado por essas problemáticas, possuindo acertos que o colocam acima dos seus irmãos de ''sub-gênero'', tais como ''Deus Não Está Morto'' e 95% de seus outros títulos. _
O amor permeia diversas estruturas do filme, seja ele fraterno ou divino. Esse primeiro, está presente desde os minutos iniciais, o que cria uma dinâmica para além do miraculoso previsto mais adiante. A fé é posta em prova diante de uma situação quase que irreversível, o que funciona como ignição para que o drama venha a tona. Nisso, teremos boa parte dos nossos problemas, o tom dramático não consegue se sustentar sem recorrer a ferramentas típicas dos melodramas. Um uso quase que ostensivo de uma trilha que tenta a todo custo lhe induzir aos sentimentos que o longa tanto quer alcançar. Essa e outras muletas tiram um pouco da ponte mais moderna que tinha sido construída desde então. _
Tecnicamente é bem produzido, a direção parece empenhada em entregar um trabalho acima da média para o ''gênero'' e consegue. O roteiro mostra um panorama sobre a situação de diversas igrejas e seus choques de gerações, embora não consiga desenvolvê-lo. O trecho mais emocionante da fita é ao som da música ''Oceans'' uma bela canção, que fornece um momento fervoroso e que diz muito sobre o que o filme se trata. Chrissy Metz é a mãe Joyce Smith, sua presença funciona como o farol do filme, a âncora dos dilemas e dos sentimentos. O marido Brian Smith (Josh Lucas) tem pouco o que fazer, o filho John (Marcel Ruiz) externa o sensação de não pertencimento, mas nada para além da média. As atuações definitivamente não são um destaque, estão operantes e só. _
O poder do filme como entretenimento (no sentido da palavra) está presente. O tom panfletário o faz menos memorável, as obviedades do incio ao término incomodam. É, portanto, algo que pode acrescentar reflexão, embora seja raso em todas as questões que levante. Entretanto, funcionará muito mais para quem gosta dos citados filmes religiosos. A carga emocional tem seu devido poder, e levará diversas pessoas aos prantos pós sessão.
Esperava que o filme iria me tocar mais, acho que o filme tem um ar de arrogância muito forte isso sinto vindo da mãe e filho o que na minha opinião não deixou mais emocionante. Gostei da trilha sonora do filme.
Muito tocante, cenas bonitas e de muita emoção. Filmes baseados em fatos reais sempre tocam bastante, mesmo que a narrativa exagere certos acontecimentos, mas faz parte.
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