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Carlos Zardini
1 crítica
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0,5
Enviada em 2 de julho de 2020
Quando o sujeito vira fantasma parece uma comédia pastelão, com o lençol na cabeça e olhos. Depois a tela trava, 5 minutos cada cena com zero movimento. Chega uma hora que você acelera numa tentativa desesperada para ver se alguma coisa acontece. Nada, inútil.
O filme é inexplicavelmente PÉSSIMO! As cenas são absurdamente paradas. Determinado momento a câmera passa 1min e 39s parada, mostrando apenas uma cena parada sem som; parece uma fotografia. De tão parado, as vezes parece que o filme travou. Não bastasse isso, cenas clichês como um fantasma vestido de lençol fazem parte da péssima trama.
Sombras da vida é um filme que divide opiniões! tenho minha analise da seguinte forma, temos aqui uma roteiro intrigante e diferente, claro que com a devida qualidade, ótimas atuações Casey Affleck e Rooney Mara que com certeza mereciam uma indicação ao óscar, mas... O ritmo do filme é cadenciado, que leva o público a refletir, isso mesmo... não é filme para todo mundo.
O filme não é ruim. Quero dizer, começa bom, depois caí ao desastre. Começa construindo os personagens, e suas rotinas, detalhes que são pouco explorados. Sutilezas marcantes que passam despercebidas pelo roteiro. O filme não é ruim, só perde sua essência, se torna clichê demais. E não surpreende quando deveria, estava tudo óbvio demais. Mesmo no final. E começar com a terra devastada foi uma coisa desnecessária, a quebra de padrões em cada ano, querendo trazer um impacto temporal acaba sendo preguiçoso e mal feito. Não se sente que ele está ficando mais velho, apenas mais louco.
Demorei 3 dias pra ver esse filme e li muitas críticas depois a fim de tentar entender essa estória muito interessante porém complexa e simples ao mesmo tempo. Depois de tudo, ao meu ver o fantasma foi apenas um elemento para o filme poder perambular entre sentimentos diferentes, física quântica, emoções, dimensões e outras muitas coisas q o diretor consegue nos fazer viajar num filme com poucos personagens e quase todo passado num mesmo ambiente.
Quatro semanas após ter assistido "A Ghost Story", e eu ainda me pegava pensando no filme antes de dormir. Infelizmente, nessa geração afetada, é impossível não soar diferentão e arrogante com o que direi, mas é inegável: " a qualidade da imersão neste filme é proporcional à quantidade de referências que se possui".
É muita coisa pra digerir - o que em si já é um desafio - e ainda por cima , num ritmo insuportável para quem se acostumou a ter uma "movimentação" ou piada na tela a cada cinco minutos.
Melhor filme de 2018. Há tempos que não via um filme que não é aquela "receita pronta". Vc tem que ir percebendo as nuances durante a película.... Não existem fatos, apenas interpretações (Nietzsche). O filme é como um soco no nosso estômago. São aqueles momentos em que voce para e pensa... O que estou fazendo com a minha unica vida? .... Sério. Vale a pena assistir a cada cena. Até mesmo as cenas que, propositalmente, são estendidas e algumas que deveriam ser mais apuradas, são rápidas demais. Isso mostra o que passamos quando o tempo passa mais lento quando não queremos e quando estamos gostamos, passa muito rápido. Acredito que as pessoas que disseram que não gostaram do filme, foi justamente porque esperava um filme de terror, suspense ou algo do gênero. Mas o filme é um PÓS-TERROR. Pois no final do filme ficamos com a pergunta. O Que estamos fazendo da nossa vida???
Sinceramente... Não consegui ver até o fim... E péssimo, parado e o fantasma é ridículo com um lençol e dois furos nos olhos.... quando o defunto levantou da maca do necrotério com um lençol e dois furos nos olhos.....até que ainda insisti em assistir ...fiz meu máximo para assistir...não deu... Acelerei o filme até o fim e vi que não saia do marasmo....péssimo..
Melhor filme de 2018. Simplesmente uma obra de arte, Mistura filosofia, Física contemporânea, meta-Física, sem necessitar de apelos gráficos exagerados. A representação do Fantasma é um toque de gênio, pois, apesar da simplicidade e neutralidade, consegue transmitir um turbilhão de sentimentos. Outro ponto que merece destaque em sombras da vida é que não se trata da história de um fantasma e sim do próprio espaço-tempo em que os personagens estão imergidos.
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