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Luiz Antônio N.
30.759 seguidores
1.298 críticas
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0,5
Enviada em 29 de setembro de 2017
A Ghost Story narra a história de um fantasma que retorna sob um lençol branco (Affleck) para consolar a sua esposa (Mara), e descobre que em sua forma espectral ele ficou preso no tempo, e assiste passivamente enquanto a vida que ele conhecia vai mudando.
como eu tenho ódio de perder tempo assistindo filmes desse tipo não consigo entender o que faz um cara passar um filme inteiro vestido com um lençol⭐
Nossa que filme é esse? Esse filme é pra fazer a gente dormir. Não acontece nada. Os personagens praticamente não falam. O protagonista é um fantasma muito doído Teve a sorte de vazar desse mundo nefasto e teima em ficar perambulando por aqui. E pra quê não entendi.Teve uma hora que pensei que tinha parado o filme no controlerremoto, mas não, as cenas ficaram minutos paradas e me irritando. Mas insitir pra vê se no final ia acontecer algum milagre, ou o morto ressucitava ou os anjos vinham levar ele pro além. Mas me ferrei, porquê ele sumiu sem nem se despedir dos bobos que apostaram no filme. E o bilhete o que tava escriro? E o outro fantasma? Muita babozeira. Detestei. Não é o meu tipo. Nota 2 pra beleza natural das paisagens.
O filme não é ruim. Quero dizer, começa bom, depois caí ao desastre. Começa construindo os personagens, e suas rotinas, detalhes que são pouco explorados. Sutilezas marcantes que passam despercebidas pelo roteiro. O filme não é ruim, só perde sua essência, se torna clichê demais. E não surpreende quando deveria, estava tudo óbvio demais. Mesmo no final. E começar com a terra devastada foi uma coisa desnecessária, a quebra de padrões em cada ano, querendo trazer um impacto temporal acaba sendo preguiçoso e mal feito. Não se sente que ele está ficando mais velho, apenas mais louco.
Quando o sujeito vira fantasma parece uma comédia pastelão, com o lençol na cabeça e olhos. Depois a tela trava, 5 minutos cada cena com zero movimento. Chega uma hora que você acelera numa tentativa desesperada para ver se alguma coisa acontece. Nada, inútil.
Sombras da vida é um filme que divide opiniões! tenho minha analise da seguinte forma, temos aqui uma roteiro intrigante e diferente, claro que com a devida qualidade, ótimas atuações Casey Affleck e Rooney Mara que com certeza mereciam uma indicação ao óscar, mas... O ritmo do filme é cadenciado, que leva o público a refletir, isso mesmo... não é filme para todo mundo.
"Sombras da vida" (título original "A Ghost Story) não é um filme de terror, como você deve sugerir lendo o título ou a sinopse. É um drama/fantasia que narra a história de um homem e o difícil momento em que ele deve aceitar (e entender) a passagem da vida para a morte.
Realmente não é um filme pra "qualquer um". E não digo isso de maneira prepotente ou soberba. Mas sim pelo fato de não ser qualquer pessoa que tenha paciência para acompanhar uma trama tão parada. E isso não é demérito desse tipo de telespectador. Somente são pessoas que não curtem desperdiçar seus tempos com tramas que não acrescentam algum tipo de sensação (seja de medo, susto, adrenalina, angústia, graça ou qualquer outra sensação que for de seu interesse).
A trama tem uma condução bem lenta (apesar do filme ser curto). Ao contrário da crítica anterior que eu fiz (do filme "Sob a Pele do Lobo"), na qual eu menciono que o filme tem uma condução lenta e poderia ter encurtado um pouco algumas cenas e reduzir um pouco a duração do filme, nesse aqui está tudo na medida certa. Tem planos sequências longos que estão ali justamente para ajudar o telespectador a entender a trama (Inclusive tem um fantástico plano sequência com mudança temporal. Plano sequência com mudança temporal é algo difícil de vermos).
Tudo no roteiro é colocado ali para dar pistas ao telespectador. Aliás, essas dicas são colocadas constantemente ao longo do filme e são essenciais para ajudar o telespectador a ir juntando os pontos e dar sentido a trama. E essas pistas são bem claras e não tem como passarem despercebidas. Pois elas são apresentadas com muitos detalhes e calma (o que é o motivo para as cenas bem longas). Ao contrário de outros filmes que apresentam pistas subjetivas e interpretativas o que pode causar interpretações distintas em diferentes telespectadores.
O filme é apresentado em uma tela 4:3 (coisa não muito comum nos dias atuais) e não tem grandes destaques de atuações (nenhuma atuação de destaque ao meu modo de ver) e de ambientação (pois é mostrado basicamente em um só local). Além de ter sido um filme com um orçamento muito baixo (Apenas US$ 100.000). Considero que foi feito milagre com tão pouco orçamento.
O filme tem um monólogo lindo (de onde nem imaginaríamos que viria) e crucial para o entendimento do filme a partir de tal. Esse monólogo começa de maneira tão idiota e termina de maneira que faz com que até o telespectador traga essa ideia para o mundo real e reflita bastante.
"A Ghost Story" ou "Sombras da Vida" para quem preferir, é um filme muito bom e que exige sensibilidade e paciência para que você pegue as dicas deixadas ao longo do filme (como se fossem sidequests) e junte-as para formar a ideia central que o filme nos joga na cara. Você pode dizer que esse filme é tudo, menos inconclusivo.
Deixo uma frase que eu li sobre esse filme: "A Ghost Story não é um filme de terror, mas assusta da mesma forma".
Não assusta da forma tradicional, mas sim na forma de nos levar a uma reflexão. O que, pra mim, é muito mais assustador. Pois essa é uma reflexão sobre uma verdade. Ao contrário do 'terror' que geralmente é uma clara ficção.
Sinceramente... Não consegui ver até o fim... E péssimo, parado e o fantasma é ridículo com um lençol e dois furos nos olhos.... quando o defunto levantou da maca do necrotério com um lençol e dois furos nos olhos.....até que ainda insisti em assistir ...fiz meu máximo para assistir...não deu... Acelerei o filme até o fim e vi que não saia do marasmo....péssimo..
"Quero ser Malick : Versão 2.0"... A Ghost Story é um drama (romântico?) que, vítima de suas próprias pretensões na maior parte do tempo, ao menos consegue levantar reflexões interessantes sobre o sentido da vida (ou a falta de). David Lowery tem que entender que, mesmo que faça algo lento, cadenciado e/ou contemplativo que possa ser ''chato'' para algumas pessoas de forma intencional, não deixa de ser chato...A monotonia é apenas monótona, nada mais, não há o que relativizar. Dá para ser reflexivo sem ser lento, enfadonho, ''parado'', um excelente exemplo é Sangue Negro de Paul Thomas Anderson. O filme é salvo pela belíssima fotografia e atuações sutis, mas expressivas de Casey Affleck e Rooney Mara.
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