Nada a Perder - Contra Tudo. Por Todos: Recentes críticas
Nada a Perder - Contra Tudo. Por Todos
Média
3,5
6155 notas
5.065 Críticas do usuário
5
4770 críticas
4
157 críticas
3
14 críticas
2
10 críticas
1
23 críticas
0
91 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Valter F
1 crítica
Seguir usuário
2,5
Enviada em 6 de janeiro de 2019
O filme inteiro não passa de clichês, esperava explicações sobre os vídeos em que o bispo ensina aos seus colabores a arte de espremer até a última gota os fies para arrecadar cada vez mais, um ponto interessante é quando deixa claro que foi o plano Collor que beneficiou a compra da Record, devido à queda do dólar, ficou claro também que seu cunhado RR Soares nunca foi seu queridinho, e isso até os dias atuais. A produção do filme é interessante, o cenário retrata bem a época. Outra cena interessante é quando mostra o bispo tentando trazer um morador de rua para dentro da igreja e é barrado pelo pastor, será que a Universal já fez isso algum dia? Ninguém pode negar é que o bispo é um excelente empreendedor e tem um grande poder de persuasão, senão não arriscaria tanto, como na compra da Record e de vários espaços em áreas nobres de todas as cidades do pais.
O filme é muito atropelado, as passagens pela infância e adolescência foi muito rápida. Uma auto biografia de uma pessoa com tantas histórias como o Bispo Macedo mão deveria ser retratada com resumos, poderiam ter dado mais atenção na transição entre infância - adolescência e adolescência - adulto, explicaram muito pouco como a igreja começou, muito resumido. O filme poderia ter acabado no momento em que ele fundou a igreja e assim teria conteúdo para fazer umas 5 partes dos filmes. Melhor seria ter feito uma série e não um resumão.
O filme é bom mas peca muito pq muitas das vezes o filme fica meio arrastado um tanto chato mas ele tem seus pontos positivos... como a história ela é bem contada
O filme é muito bem feito, fotografia, figurino, e uma atuação brilhante do Petrônio Gontijo que faz com perfeição todos os trejeitos do Edir, no entanto a ideia de fazer uma continuação quebrou o filme, porque é totalmente desnecessária, mas o que derrubou o filme foi sem dúvida a palavra do Real Edir Macedo no final, gaguejando, e dando uma palavra ruim... podia fazer um fechamento falando sobre superação, etc... mas não... falou sobre o lencinho, blá, blá, blá...
Em relação a ficção a critica é boa, pois o filme foi bem elaborado, com inicio meio e fim, tem um enredo que te prende. Porém mostra muito a busca pela salvação e esquece que a universal busca expansão, sem contar que não falam sobre as ofertas nem como conseguiram esse grande império. Não acredito em enganação, pois as pessoas são movidas pela fé, se o proposito de doar for pela fé ai tudo bem. Mas o filme falhou em não levantar a parte contábil da "empresa", visto que ele foi preso e investigado por duvidarem da legalidade do crescimento e não me foi provado no filme o contrario em fatos mas só em fé.
Mas todos devem admitir que o cara tinha uma ideologia e espirito inovador gigantesco, sem contar com as revoluções que fez, renovando muitas coisas e crenças.
Nada a perder muito bom vc não pode perde eu vou.será muito inédito não podemos fica em casa venha com a gente asitr o nada a perde vamos sabe mas de perto a estolira de um homem que pasou por lutas .
O que marcou foi: um filme de superação onde objetivos foram alcançados tudo com fim de ganhar almas e amenizar a dor de muitas pessoas que se encontravam no fundo do poço.
1 — Brega, laudatório, lavação de roupa suja, vitimista... mas até que o filme é legalzinho.
2 — O que prova que nada é mais ficcional que uma autobiografia. Digo mais: o filme é uma hagiografia.
3 — Para a Universal, o cinema é inseparável da prática religiosa. Você vai lá pra assistir um filme, recebe um lencinho consagrado, fica de pé e faz uma oração... junto com o próprio Bispo.
4 — A caracterização da época, cenários e locações são legais.
5 — Os saltos temporais são deficientes. Poxa, de 62 pra 71 o personagem envelheceu uns 30 anos. O roteiro é muito ruim: diálogos sofríveis, com frases de efeito, e tudo descamba pro sentimentalismo. A trilha sonora está empenhada em te levar pro choro fácil.
6 — Petrônio Gontijo se esforça, até se sai bem, afinal, o bispo é uma figura que corre o risco de cair no caricato. Ele convence com a personalidade impulsiva, teimosa e carismática do líder religioso.
7 — Há algumas atropelos na historicidade: Macedo, R.R. Soares e Samuel Coutinho começaram juntos a Universal, mas no filme é colocado como se fosse ela uma iniciativa individual. Roberto MacAluster e o ACM têm seus nomes omitidos. A alfinetada na Católica é meramente especulação.
8 — "Record é pra Jesus". Oi?
9 — Edir Macedo é o cara que foi mais longe nessa ideia do Deus macunaímico que passeia pelos limites do ético, do moral e do legal. Mas acho que até como "louvação" para sua própria personalidade — que o filme não esconde isso — o povo merecia algo melhor.
10 — Avancini em alguns momentos é competente e inspirado, mas via de regra é um diretor de panfleto e platitudes sem fim. Não vemos um homem, vemos um mito na tela.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade