Nada a Perder - Contra Tudo. Por Todos
Média
3,5
6155 notas

5.065 Críticas do usuário

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Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de outubro de 2018
É um romance. Uns 30 minutos de Google derrubam metade do filme... mas há fatos incontroversos: o pastor é um ser humano diferenciado ao extremo em inúmeros sentidos (sendo a maioria positivos). Vale o entretenimento.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2019
É incrível como os críticos são imparciais, só porque não gostam da religião de Edir Macedo criticam um filme que foi bem produzido e é sim emocionante, eu sou fan de filmes Biograficos, ainda mais de personalidades tão conhecidas.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de abril de 2026
Nada a Perder – Contra Tudo, Por Todos

Lançado em 2018, com aproximadamente 130 minutos de duração, Nada a Perder é um drama biográfico inspirado na trajetória de Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. A produção mistura linguagem cinematográfica com elementos quase documentais para contar uma história marcada por fé, perseguições, conflitos institucionais e decisões que mudaram o cenário religioso e midiático do Brasil.

Dirigido por Alexandre Avancini, o filme é a primeira parte de uma narrativa dividida em dois capítulos, sendo continuada posteriormente por Nada a Perder 2: Não Se Pode Esconder a Verdade.

 Principais atores e personagens
Petrônio Gontijo — Edir Macedo
Day Mesquita — Ester Bezerra
Dalton Vigh — Roberto Augusto
Beth Goulart — mãe de Edir
Eduardo Galvão — jornalista investigativo
 Estória

A narrativa começa ainda na infância de Edir Macedo, revelando um episódio marcante de sua vida: o trauma emocional causado pela deformidade em suas mãos, algo que se torna símbolo das inseguranças e desafios que ele enfrentaria ao longo da vida.

Mas é também nesse período que a fé começa a surgir como um elemento transformador.

Um dos momentos mais marcantes do início da história é a cura de sua irmã, episódio que desperta em Edir uma profunda experiência espiritual e o leva a tomar uma decisão radical: dedicar sua vida à pregação do evangelho.

O filme acompanha então seus primeiros passos no ministério religioso. Inicialmente ligado a uma igreja tradicional, Edir acaba enfrentando frustrações e limitações institucionais, o que o leva a buscar novos caminhos.

É nesse processo que surge sua parceria com R. R. Soares, seu cunhado, com quem inicia um novo trabalho evangelístico. No entanto, divergências de visão acabam levando à separação.

A partir daí nasce o que se tornaria um dos maiores movimentos religiosos do Brasil: a Igreja Universal do Reino de Deus.

O crescimento da igreja é retratado de forma intensa. O filme mostra como Edir investe em rádio e televisão, ampliando sua mensagem para milhões de pessoas.

Quando a história chega a São Paulo, o tom da narrativa se torna ainda mais dramático. O filme retrata um período de forte oposição — envolvendo conflitos políticos, disputas jurídicas e críticas de setores da sociedade, incluindo instituições religiosas tradicionais.

Um dos momentos mais marcantes é a negociação para a compra da Rede Record, envolvendo tratativas com Silvio Santos, algo que transformaria profundamente o cenário da comunicação no país.

Quando parecia que a trajetória finalmente encontraria estabilidade, surge um novo golpe: a prisão de Edir Macedo, episódio que se torna um dos pontos dramáticos centrais da história.

 Vida pessoal

Paralelamente à trajetória pública, o filme também apresenta o lado familiar de Edir.

Seu relacionamento com Ester é mostrado como um dos pilares emocionais de sua vida. Juntos, enfrentam desafios intensos, incluindo o nascimento da segunda filha com graves complicações na formação do rosto e da garganta.

Esses momentos dão ao filme um tom mais humano, mostrando que, por trás da figura pública, existe uma família enfrentando dores e incertezas.

Outro momento simbólico retratado é o gigantesco encontro de fiéis no Estádio do Maracanã, evento que reuniu uma multidão histórica e que, segundo a narrativa do filme, chegou a superar a presença registrada em visitas papais ao estádio.

 Reflexão sobre o filme

Nada a Perder não é apenas um filme biográfico — ele funciona quase como um registro cinematográfico de uma trajetória de fé e convicção.

A atuação de Petrônio Gontijo é um dos grandes destaques. Ele consegue transmitir um Edir Macedo determinado, mas também humano, alguém que carrega dúvidas, pressões e responsabilidades gigantescas.

O filme também conta com participações sólidas de atores experientes como Dalton Vigh e Beth Goulart, que ajudam a dar peso dramático à narrativa.

Mais do que mostrar uma história religiosa, a obra busca transmitir algo maior: a força da decisão baseada na fé.

Independentemente da posição do espectador em relação à figura retratada, o filme apresenta uma jornada marcada por convicção, coragem e perseverança diante da adversidade.

⭐ Avaliação final

Nada a Perder – Contra Tudo, Por Todos é um drama biográfico que aposta na força de uma história real marcada por fé, conflitos e grandes decisões.

Mesmo com uma narrativa que por vezes assume um tom quase documental, o filme consegue emocionar ao mostrar o impacto da determinação de um homem que acreditou em sua missão.

 Nota final: 7,5 / 10
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 1 de abril de 2018
1 — Brega, laudatório, lavação de roupa suja, vitimista... mas até que o filme é legalzinho.

2 — O que prova que nada é mais ficcional que uma autobiografia. Digo mais: o filme é uma hagiografia.

3 — Para a Universal, o cinema é inseparável da prática religiosa. Você vai lá pra assistir um filme, recebe um lencinho consagrado, fica de pé e faz uma oração... junto com o próprio Bispo.

4 — A caracterização da época, cenários e locações são legais.

5 — Os saltos temporais são deficientes. Poxa, de 62 pra 71 o personagem envelheceu uns 30 anos. O roteiro é muito ruim: diálogos sofríveis, com frases de efeito, e tudo descamba pro sentimentalismo. A trilha sonora está empenhada em te levar pro choro fácil.

6 — Petrônio Gontijo se esforça, até se sai bem, afinal, o bispo é uma figura que corre o risco de cair no caricato. Ele convence com a personalidade impulsiva, teimosa e carismática do líder religioso.

7 — Há algumas atropelos na historicidade: Macedo, R.R. Soares e Samuel Coutinho começaram juntos a Universal, mas no filme é colocado como se fosse ela uma iniciativa individual. Roberto MacAluster e o ACM têm seus nomes omitidos. A alfinetada na Católica é meramente especulação.

8 — "Record é pra Jesus". Oi?

9 — Edir Macedo é o cara que foi mais longe nessa ideia do Deus macunaímico que passeia pelos limites do ético, do moral e do legal. Mas acho que até como "louvação" para sua própria personalidade — que o filme não esconde isso — o povo merecia algo melhor.

10 — Avancini em alguns momentos é competente e inspirado, mas via de regra é um diretor de panfleto e platitudes sem fim. Não vemos um homem, vemos um mito na tela.
Gui Nascimento
Gui Nascimento

31 seguidores 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de maio de 2018
Pelo teor das milhares de mensagens positivas aqui, já dá pra imaginar o tamanho da lavagem cerebral.
Filipe N.
Filipe N.

28 seguidores 52 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 2 de abril de 2018
Filme financiado pela igreja Universal, não tem nem o que dizer. É o povo investindo do marketing pessoal daquele que, como todos devem saber, é um puta bandidão. Com todo respeito aos fieis. rsrs. Nota "zero".
Cláudio F
Cláudio F

24 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de abril de 2018
O filme é muito bem feito, fotografia, figurino, e uma atuação brilhante do Petrônio Gontijo que faz com perfeição todos os trejeitos do Edir, no entanto a ideia de fazer uma continuação quebrou o filme, porque é totalmente desnecessária, mas o que derrubou o filme foi sem dúvida a palavra do Real Edir Macedo no final, gaguejando, e dando uma palavra ruim... podia fazer um fechamento falando sobre superação, etc... mas não... falou sobre o lencinho, blá, blá, blá...
Alexsandro
Alexsandro

22 seguidores 23 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de abril de 2018
A promoção pessoal passa dos limites ao propor uma continuação desta produção encomendada que supera o mau gosto com a benção final que recusei acompanhar...
Bruno d
Bruno d

19 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de abril de 2018
Filme simples e de fácil compreensão. Esqueçam a imagem atual de Edir Macedo que é contada pela mídia e pelo seus perseguidores. A história mostra um outro lado que muitos não conhecem. Mostra a vida de Edir, as dificuldades para começar a Universal, as questões políticas da época e no fim nos deixa com um gosto de quero mais. Para quem não sabe, o filme terá segunda parte. Então no geral, é um bom filme com uma boa história. Quando assistir esqueça religião, posição política e seus pré conceitos.
Marcelo R.
Marcelo R.

19 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2018
Se há algo que posso compartilhar com todos vocês durante toda a minha experiencia assistindo o filme se resume a uma palavra; espetacular!!!!
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