A Esposa
Média
4,0
246 notas

31 Críticas do usuário

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Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de abril de 2019
Um detalhe é muito importante e não passa despercebido por um espectador mais atento, enquanto estamos assistindo ao filme A Esposa, dirigido por Björn Runge: os silêncios, em meio ao sentimento de desconforto, que a personagem Joan Castleman (Glenn Close, em performance indicada ao Oscar 2019 de Melhor Atriz) nos passa. Essas nuances são alguns dos sinais iniciais de que nada nessa historia é aquilo que parece.

Quando A Esposa começa, estamos diante de um inquieto Joseph Castleman (Jonathan Pryce). Sua angústia tem motivo. Como saberemos a seguir, Joe não só estava cotado, como acabaria se tornando o vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1992 (ano em que o filme se passa). Sua incredulidade diante do acontecimento vem acompanhada de uma Joan chocada, quase anestesiada, diante do anúncio.

O roteiro escrito por Jane Anderson (tendo como base o livro escrito por Meg Wolitzer) enfoca o olhar justamente sobre o pós-anúncio do prêmio, principalmente sobre os acontecimentos que ocorrem em Estocolmo, num momento anterior à entrega do Nobel, quando Joe e Joan viajam, acompanhados do filho David (Max Irons). O prêmio traz à tona os últimos 40 anos da vida de Joe e Joan como casal, quando ela sacrificou suas aspirações, passando a viver, praticamente, a vida do marido, como sua apoiadora, ou, como Joe bem define, como a sua verdadeira metade.

Justamente por lançar o olho em cima do casal Joe e Joan, o que acaba chamando mais a atenção em A Esposa é o verdadeiro duelo de atuações entre Glenn Close e Jonathan Pryce. Ambos estão perfeitos na pele de um casal que, apesar da vida pública, conseguiu se fechar tanto ao ponto de manterem intactos segredos que seriam sufocantes para alguns – o que também explica muito destes sentimentos que Joan nos passa.
Bruno Campos
Bruno Campos

630 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de abril de 2019
O filme começa excelente, com humor à moda britânica, mas aos poucos cai vertiginosa e vergonhosamente num plágio de "Monsieur & Madame Adelman". Glenn Close está muito bem, porém não chega a uma atuação incrível.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.872 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2019
Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe e sua carreira literária. Assediada por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos enterrados finalmente virão à tona.

o filme é muito bom, uma reviravolta que nos deixa de boca aberta, com uma atuação da Gleen Close digna do Oscar, um filme que me surpreendeu positivamente não esperava que fosse tão bom⭐⭐⭐
Ricardo L.
Ricardo L.

63.288 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de novembro de 2024
Close e Price protagonizam esse bom filme de drama que deu a indicação ao Oscar a Close e por merecimento, está muito bem e carrega o peso de suas dores como
Ninguém.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de janeiro de 2019
A Esposa é uma história comum e satisfatória que entrega uma trama que não tinha muito que contar, mas graças as atuações dos seus protagonistas da um interesse maior pela situação ali que mostra o quanto concessões são feitas em pró do amor ou de algo que realmente nem a pessoa sabe por que aceita, apenas faz o seu trabalho para manter a família, apesar de chegar em um ponto que não aguenta mais. Filme bom apenas e funcional na proposta apresentada.

Para lê a crítica completa no ParsaGeeks que assistiu o filme na cabine de imprensa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2019/01/critica-cinema-esposa.html#more
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de janeiro de 2019
Hoje dia de assistir um filme com uma grande atuação, mas uma história que que parece ter não conseguir focar totalmente em um só objetivo, deixando uma grande ideia ser, por vezes, sobreposta por outra bem mais simples e pouco elaborada. O filme conta a história de um ganhador do Nobel que parece ter toda sua genialidade mascarada por se aproveitar da própria esposa, que mantém toda sua vida por detrás da faixada que ele mesmo cria para se valorizar. Toda tranquilidade do protagonista é bem observada pela sua esposa, que se mantém quase sempre submissa, incluindo o relacionamento com a família e amigos, e mostra a boa atuação da Esposa, desde o começo, facilmente se transmite uma tensão suprimida, a ponto de explodir a qualquer momento. O relacionamento com a família é bem mais explícito, com um filho com personalidade mais explosiva e caótica, que logo expões os problemas mais claramente. Para complementar o drama, ainda há um escritor quase perseguidor do protagonista, que a qualquer custo quer descobrir a verdade. Com esses 3 núcleos bem misturados, o filme não foca totalmente na submissão da esposa e deixa muito claro, que o problema é algo mais familiar, com pessoas com personalidades distintas se digladiando, tudo devido a submissão da esposa em vários níveis. Em vários momentos flashbacks são mostrados para esclarecer como tudo se formou, mesmo que seja algo complementar, nada parece bem encaixado, parecendo algo descartável. Essa mistura de fatos evolui até a Esposa realmente 'explodir' confrontar as atitudes do marido, num ato final do filme, que não deixa ser finalizado por completo, mostrando que todo o conflito, que apesar de ser algo pesado, pareceu mais uma briga familiar, ou gerado por uma superexposição do que um conflito por submissão. No geral, um filme que tem um bom roteiro e que tem uma atuação bem agradável da protagonista, mas que na continuidade falha um pouco em dar foco em algo único, misturando vários fatores que dentro de um núcleo familiar pode ser até algo comum, sem grandes surpresas.

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Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 339 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2019
O roteirista tinha uma excelente história em mãos. Apesar de ser uma ficção, o absurdo que acontece nessa trama é real e pode ser confirmado na história que serviu de base para Big Eyes, de Tim Burton. Mas infelizmente o roteiro não consegue extrair toda a força que o conflito poderia render. Temos pelo menos três grandes facilitações narrativas e alguns momentos bem piegas que destoam da imagem sotisficada que o filme tenta passar.
Apesar de tudo isso, não é um filme ruim. Além das atuações incríveis da dupla principal (ela, hipnotizante. ele, detestável. e isso é um reconhecimento do bom trabalho), gostei muito da forma em que a história não entrega de bandeja quais são os conflitos que o casal têm, e ao serem lentamente revelados, passamos a entender o motivo das reações e do desconforto da personagem da Glenn Close. Essa sacada torna tudo mais interessante, pois o filme quebra nossas expectativas e desafia nossa capacidade de dedução.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.790 seguidores 809 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2019
Ao terminar de assistir A Esposa,a impressão por um certo momento que fica é que é um bom filme,mas que talvez tenha exagerado demais no machismo evidente que temos no roteiro.O longa é dirigido pelo Björn Runge que passa a história com um ritmo crescente abordando como foco principal a personagem da Glenn Close que é cheia de camadas e bem desenvolvida,é ela que movimenta a trama e subtrama abordadas no filme,por exemplo temos a relação do Joe com o filho David que é rotacionado pela Joan uma personagem reprimida e que sente que falta algo em si,isso bem possivelmente por conta do marido sínico e controlador que a reprimiu e usufruiu de seu talento durante anos colocando seu falso amor como fachada para um aproveitamento para alavanca e sustentar sua careira. O roteiro tem seus méritos,já que é progressivo e aos pouco você entende a personagem da Glenn e os personagens do Joe e Nathaniel ambos ambiciosos e sínicos.O maior demérito é claramente em muitas situações que parecem não serem justificáveis e por serem muito sexistas ao lado machista que os dão decisões difíceis de aturar.Mas a atuação da Glenn Close é esplêndida,a veterana se mostra uma fortíssima candidata ao Oscar de melhor atriz,com uma performance de alto nível.
Daniel C
Daniel C

4 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2019
Glen está previsível: a mesma cara de sempre. Vale a pena assistir mas não é nada de outro mundo. Prof. Daniel Camargo (Brasília - DF)
tatacjs .
tatacjs .

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de julho de 2019
boa estoria, prende a atenção até o final. porem o desfecho me decepcionou muito. mídia exagerada
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