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Danny Sincerona
46 seguidores
193 críticas
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4,0
Enviada em 11 de outubro de 2020
Até onde o orgulho de duas pessoas podem levar elas? Neila é filha de imigrantes e sonha ser advogada. Pierre é um professor de direito, duro e racista, prestes a ser expulso da faculdade pelo seu jeito estupido de tratar os alunos. Ambos os personagens são de mundos diferentes, tem pensamentos diferentes, mas algo une eles, o orgulho. Durante boa parte do filme, ambos não querem dar o braço a torcer, querendo fazer as coisas do jeito que cada um acha certo, até que eles deixam o orgulho de lado e começam a trabalhar juntos. Entre o drama, comédia e superação o filme conquista o telespectador em pouco tempo e trás uma história incrível, que mostra que quando somos melhores e deixamos o nosso orgulho de lado, as coisas podem dar certo. Pierre e Neila são personagens incríveis e que possuíam uma ótima química nas telas. São dois personagens de extremos opostos, mas que tem uma certa ligação. A atuação dos dois estava impecável, principalmente em cenas de brigas entre os dois. Não é um filme longo e nem fica enrolando muito, para falar a verdade me surpreendi com o tempo do filme e o quanto que consegui adquirir dele. O final foi perfeito, adorei ver Neila realizando o seu sonho e adorei ainda mais o fato de ela está colocando em prática o que Pierre ensinou a ela. Um filme muito bom, meio clichê talvez, mas a pegada que ele possui, eu achei diferente de outros filmes, talvez por ser um pouco mais ofensivo e pegar aonde dói mesmo.
Filme espetacular, com vários cortes de olhares simultâneos, uma estudante de direito imigrante, na França, enfrenta preconceitos e se forma brilhantemente, orientada pelo professor racista e detestável, que tem seu emprego ameaçado, por ser odiado por toda a comunidade universitária. Ao mesmo tempo, aprende a lidar com a distância cultural pelo seu namorado, por quem e apaixonada, aprende que a simplicidade e o mais importante. O filme se constitui em uma análise sobre a intolerância de uma parte da comunidade franc3sa com estrangeiros, com o fato das diferenças culturais influenciaram tanto a questão da identidade e pertencimento de cada pessoa, quanto em suas relações afetivas E tudo isso, com generosas doses de humor, brilhantes interpretações e roteiro, bem como uma competente direção. Em resumo, e um filme leve, profundo e imperdível!
Um filme francês surpreendente e de grande construção para vida pessoal. Foi fácil de assistir e teve um desenrolar gostoso. Mostra a vida pessoal de uma descendente de árabe da periferia de Paris que inicia o curso de direito em uma Universidade tradicional. Aborda muitos temas interessantes: eloquência de discurso; opinião de professores; racismo; debate entre o politicamente correto e a sinceridade das opiniões. Os atores e o enredo foram bem dinâmicos e a diversão é garantida. Assista e não se arrependerá.
Não é só sobre minorias. Não é o antagonismo do mimimi x a crueza do politicamente incorreto. Não é só sobre verdades indelicadas x esteja sob a minha pele. É para quem acompanhou as eleições de dois presidentes mais midiáticos dos últimos tempos, e se manteve frio. É sobre como ganhar a todo custo. Sobre construções falaciosas, despudoradas, desavergonhadas. Principalmente, é sobre como um estratagema se torna um ópio, construído no meio da incerteza e do medo.
Agradável, mas fez escolhas que mais foram para o lado técnico de advocacia do que preconceito e ideais que era a parte interessante, além de precisa de um elenco mais qualificado do que os protagonistas, esses sim foram muito bem.
Para le a critica completa, link abaixo: http:// parsageeks.blogspot. com/2018/08/cinema-485-o-orgulho. html
Hoje dia de assistir mais um filme com uma lição de moral muito conhecida e aplicada no cinema, séries, novelas e etc. A atração de opostos, mostrando que são mais parecidos do que imaginam e geram uma série de fatos e atos inimaginável no começo do cenário, e aqui o título faz todo sentido. O começo do filme mostra uma das facetas do roteiro, uma série de análises em relação ao entendimento de ditados, que contradizem para quem analisa superficialmente. Depois o filme entra na sua história principal, apresentar os dois protagonistas com uma violência quase desnecessária em palavras, que logo têm que se colocarem juntos num cenário, que é um tanto fraco e conhecido. O filme evolui mostrando como um aprende com o outro, coisas um tanto absurdas, que estão mais ligadas à introdução, como o cenário do filme também força a situações um pouco absurdas, acaba se tendo uma mistura de aprendizado, arrojo, teimosia e orgulho, e é a partir desse momento que o filme ganha forma e força. O aprendizado deixa bem claro que são os protagonistas, o que os diferem e por que o Orgulho deve ser utilizado de forma correta para se atingir certos objetivos, como o filme mostra mais a fundo a vida da protagonista, parece que usa o Orgulho para mostrar sua força e fraqueza, algo interessante de se ver, e que dá certo diferencial ao filme. Mais para o fim, o filme entra num cenário mais clichê, ambos protagonistas ficam mais unidos, alguns segredos e erros são cometidos e o filme até parece esquecer do seu título, algo que pode deixar com uma sensação de já ter visto esse cenário em muitos outros filmes. O fim apenas fecha o ciclo que dos protagonistas, resolve alguns erros, e mostra quanto todos evoluíram, algo bem clichê para um filme que se mostrava com bons diferenciais para um cenário bem conhecido. No geral, um filme que inicialmente se mostra forte e interessante pelo jogo de situações e diálogos, mas que vai diminuindo o ritmo para algo mais conhecido com o passar dos atos e finaliza com algo muito previsível, deixando uma sensação que poderia ser muito mais que algo muito conhecido.
Sabe que eu até veria de novo? Não que o filme exija esforço redobrado, grande reflexão, ginástica cerebral apurada. Nada disso. Trata-se de assistir ao choque entre universos irreconciiáveis, numa sociedade plural e efervescente como a francesa. De um lado, o professor universitário erudito, mas conservador e engravatado; de outro, a aluna muito inteligente, mas de família árabe imigrante, residente no subúrbio, com roupas e ideias soltas e, às vezes, até desleixadas. O humor permeia todo o filme e o desfecho supera as expectativas.
Filmão. A trama se desenrola a partir dos ataques que podem ser considerados racistas e preconceituosos de um tradicional professor contra uma aluna de origem muçulmana. para não ser despedido ele precisa se retratar preparando a aluna para competição nacional argumentativa universitária. Haverá choque cultural e da própria aluna dentro da sua comunidade, mas o desenrolar é repleto de diálogos ágeis e inteligentes. Belíssimo filme, cujo o final merece reflexão.
“O clichê do desafio da aluna de baixa renda que irá superar através da retórica tudo e a todos os estudantes ricos e brancos da elite francesa é tratado de maneira preguiçosa e convencional, a ponto de se tornar óbvio que o batalhão de cinco pessoas que escreveu a história e os diálogos usa livros escritos pela mesma elite branca com complexo de culpa para se basear nessa realidade ficcional onde ou você ou é oprimido ou é opressor. (E se for “opressor”, por favor, seja rico e branco, ou irá atrapalhar as estatísticas.)”
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