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1 crítica
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3,0
Enviada em 11 de agosto de 2018
Filme de horror psicológico que segue basicamente os argumentos do ótimo livro de Stephen King. Vale alguns sustos e o elenco enxuto segura bem a trama. Não veja se tem fobia de ratos.
Parafraseando Jó: o que mais temia me sobreveio... Isso acontece com a personagem principal após uma série de escolhas erradas. O único porém do filme foi a indefinição se seria uma espécie de terror/ suspense ou apenas um drama. A última cena deveria ser diferente, da forma que foi feita me fez dar uma gargalhada, pois foi um clichê de filme "b" de terror. As atuações são boas, a fotografia também. Vale a pena vê-lo.
Filme foi muito bem filmado, excelente enquadramentos e imagem indiscutível. Unica coisa que não gostei e achei bem viajão foi o final do filme. Muito fraco. Seria melhor se o filme tivesse terminado alguns minutos antes do final que teve.
O filme é ÓTIMO! Não tem nada de parado; a história prende e é boa. Um homem ganancioso, seus demônios e o preço que ele pagou por isso. Vale a pena. Mais uma bola dentro de Stephen King.
Em 1922, Wilfred James é um homem que deseja uma vida de fartura na fazenda, para ele, a cidade é coisa para tolos, seu filho, Henry, concorda com a ideia. Já sua esposa, Arlette, a verdadeira dona das terras em que vivem, deseja vender tudo aquilo e montar uma boutique na cidade.
Arlette já está negociando a venda as terras com outro grupo de fazendeiros, mas Wilfred não aceita a ideia, então planeja com Henry o assassinado de sua esposa. Como o próprio protagonista narra no filme, no ano 1992, a mulher era assunto do seu homem, então caso ela sumisse, ninguém iria questionar.
Após a morte de Arlette, o advogado que estava negociando a compra da fazenda manda o xerife ir até o local para fazer uma revista, mas nada de suspeito é encontrado, Wilfred alega que sua esposa foi embora.
Vale lembrar que 1922 é baseado no livro de mesmo nome de Stephen King, então o suspense é bem presente no filme, mas temos poucos elementos do terror. O clima que prevalece durante o filme é o de tensão, após a morte de Arlette tudo começa a dar errado para Wilfred, seu filho vai embora e a fazenda vai a falência.
Algo que me irritou profundamente foi o sotaque de Wilfred, ele tinha um sotaque bem esquisito, o ator quase não abria a boca para falar, destoando dos outros personagens e se tornando uma atuação pouco natural, mas esse foi o único aspecto que deixou a desejar.
Como eu não li o livro, não posso dizer se foi uma boa adaptação, mas a premissa foi bem trabalhada e de forma bem objetiva, sem deixar aqueles suspense da história de lado. O pouco de terror que temos é quando o espírito de Arlette aparece, mas depois entendemos o que ela quer falar para Wilfred.
Esse filme, que é original da Netflix, foi bem pouco divulgado, talvez por não ser uma obra prima, e sim um filme regular, mesmo sendo um tanto quanto despretensioso, 1922 é um bom suspense que envolve quem o assiste do início ao fim.
1922 Acopanha a tragetória de Wilfred junto com seu filho, A esposa queria deixar a sua vida na fazenda e ir morar na cidade, mas um dia, Wilfred matou sua esposa com a ajuda de seu filho, a historia me prendeu, spoiler: O final é ele se deparando com sua esposa, seu filho, e a namorada do filho dele mortos em um quarto de hotel , o filme é muito fraco, o que gostei foi o Thomas Jane intepretando o personagem principal, mas nem todo conto do Stephen King pode dar um ótimo filme, esse é um exemplo
Eu gostei. Um ótimo suspense psicológico. Aquele tipo de filme que não agrada aos que gostam de algo sanguinário e clichê. A imagem, e a lentidão do filme com o mistério faz desencadear a curiosidade para terminar de vê-lo.
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