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Mário Sérgio P.Vitor
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138 críticas
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2,0
Enviada em 4 de outubro de 2018
Adoro Al Pacino, é um dos maiores atores de sua geração. Mas, de vez em quando, o cara entra numas roubadas como esse LETRAS DA MORTE. Ele só pode ser amigo do diretor ou quis dar prestígio a um pretenso filme B. Mas, nem B o filme consegue ser. É apenas uma colagem de outros tantos filmes sobre assassinos seriais, com 'psicologismo' raso, entrechos confusos e soluções simplistas demais. Desperdício do bom elenco e pura perda de tempo pra quem se dispôs a conferir essa colcha de retalhos mal alinhavada.
Al Pacino nem sempre acerta. Filme obscuro de conexões improváveis. Policiais que de frente para o assassino não atiram e esperam o próximo crime. A cena de 2 polciiais armados batendo papoi com o criminoso é patética.
um filme estrelado por Al Pacino é o tipo de filme que faz você esperar alguma coisa, mas este não tem absolutamente nada de bom nele.spoiler:
As cenas são muito mal feitas, as lutas, a própria história não satisfaz. As supostas pistas são descobertas (algumas) na mais pura sorte. Infelizmente um tiro no pé.
achei o filme bom, óbvio que sendo estrelado por Al Pacino se espera algo melhor, mas o filme n é tão ruim como eu vi pessoas falando, spoiler: a história em si, como um assasinato leva ao outro eu achei muito interessante, embora algumas vezes foi por sorte, o filme mostra um serial killer que tem um trauma de infancia, e quer estar no controle de tudo, e pra mim nesse tipo de filme que se tem um "vilão" eu sempre acho muito bom quando o "vilão" faça isso por um trauma, ou que ele tenha um motivo justificável para fazer o que faz
Há filmes policiais que se constroem pela tensão psicológica… e há aqueles que apenas simulam essa profundidade. Letras da Morte tenta caminhar na primeira direção, mas acaba tropeçando em um roteiro que promete mais do que consegue entregar.
Principais atores e personagens Al Pacino — Detetive Ray Archer Karl Urban — Detetive Will Ruiney Brittany Snow — Christi Davies
Gêneros: Suspense | Policial | Thriller
Estória
Um detetive aposentado, Ray Archer, é puxado de volta à ativa quando um serial killer começa a deixar mensagens diretamente ligadas ao seu passado.
Ao lado de seu antigo parceiro, Will — também marcado por traumas pessoais —, ele mergulha em uma investigação que se desenrola como um jogo macabro de forca.
A cada nova vítima, uma letra. A cada letra, uma aproximação da verdade.
E no meio desse quebra-cabeça, a presença constante da repórter Christi adiciona tensão e exposição pública ao caso.
Mas, como todo jogo, há regras… e alguém que sempre esteve um passo à frente.
Análise crítica
Ver Al Pacino em cena sempre cria uma expectativa automática. Sua presença carrega história, peso, autoridade.
Mas aqui… isso não é suficiente.
Pacino entrega uma atuação competente, porém contida — longe da intensidade que marcou seus grandes papéis. Parece mais um eco de sua própria grandeza do que uma performance realmente marcante.
Karl Urban sustenta bem seu papel, trazendo um lado mais emocional à narrativa, enquanto Brittany Snow funciona como elo com o público, mas sem grande profundidade.
O maior problema está no roteiro.
A ideia do “jogo da forca” como estrutura narrativa é interessante — quase um convite ao suspense investigativo. Mas o desenvolvimento é raso.
O vilão, que deveria ser o centro psicológico da trama, surge com uma motivação frágil: um trauma de infância tratado de forma simplista, sem construção emocional suficiente para sustentar suas ações.
E isso compromete tudo.
Porque em um thriller, o medo não vem apenas do crime… vem da mente por trás dele.
⚖️ Reflexão final
Letras da Morte é um filme que tinha todos os elementos para funcionar:
Um grande ator. Um conceito interessante. Um gênero que permite profundidade.
Mas falha justamente onde mais precisava acertar: na construção.
É um quebra-cabeça onde as peças até existem… mas não se encaixam com força suficiente para marcar.
Vale a pena assistir? Apenas se a curiosidade por ver Al Pacino falar mais alto. Como thriller, entrega pouco.
Vi por causa do Al Pacino (AMO), mas achei regular. O ambiente é como das séries nórdicas, frio, escuro, cinzento. Muito previsível. Tive que assistir no original porque não deu pra suportar a voz do detetive, dublada pelo mesmo ator que fez a do agente Booth (Bones) alterando-a. Ficava sempre ouvindo resquícios da do Booth, o grande idiota. E o final, embora esperado, me desagradou por causa do Pacino
Filme simples, sem muito retoques que diverte e entretém. Gostei da história e fiquei esperando um plot Twister que não veio. Inclusive vou assistir de novo e prestar atenção para se não perdi algum detalhe.
Lamentável ver Pacino num filme tão ruim. Assisti até o fim pensando em algo poderia melhor.. mas não teve nada, a morte dele foi boa, pelo menos não corre risco de aparecer no Letras da Morte 2 .......
Eu não sou de avaliar filmes, mas criei um login aqui só pra falar desse filme. Eu raras vezes assisti a um filme tão mal feito. E a expressão é essa mesma. Não é que o filme seja (apenas) ruim. Ele é mal feito ao ponto, especialmente as atuações, que eu a todo momento achava que estava vendo algo do tipo Saga Molusco ou Todo mundo em pânico, que por sinal são ótimas comédias. As atuações, os enquadramentos de câmera, o fluxo da história são de tal modo toscos (embora a qualidade dos recursos visuais), que parecia que a qualquer momento saltaria diante de mim uma cena típica daquelas paródias. Mal feito e campeão de canastrice da 1a à última cena.
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