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NerdCall
59 seguidores
476 críticas
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3,0
Enviada em 8 de dezembro de 2023
Envolvente, divertido, colorido e vai fazer você se apaixonar pelo mundo criado por Paul King, que tem o seu brilhantismo nas cenas musicais fazendo o filme até ter outras proporções. Sem se prender a tramas complexas, a ideia aqui é propor-cionar diversão para toda a família e quem sabe abrir portas para futuras sequências. Destaque para a atuação de Hugh Grant como o Oompa-Loompa (mesmo sendo curtas) que combinou perfeitamente com o tom de humor do personagem. Já Timothée, apesar de algumas cenas dramáticas interessantes, pecou um pouco na hora de mostrar todo o seu talento musical. Dentre os três Wonkas apresentados, é o menos envolvente, seja pela falta no tom de humor e ou sua entrega rasa nas cenas musicais.
Serve com um bom entretenimento, no entanto, não lembram em nada as versões anteriores. Esse ator protagonista não foi uma boa escolha para viver Wonka. Já Olivia Colman e Hugh Grant achei bem divertidos.
Para quem tem, como lembrança recente, a performance de Johnny Depp como Willy Wonka no filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, de Tim Burton; assistir à atuação de Timothée Chalamet como a personagem em “Wonka”, filme dirigido e co-escrito por Paul King, é uma grande surpresa.
Sai de cena a personagem excêntrica e exagerada, quase infantilizada; e entra no palco um jovem Willy Wonka, que se destaca pelo seu caráter empreendedor e como inventor e por já, nessa idade, produzir um chocolate de sabor peculiar, que proporciona ao consumidor uma experiência única.
Como podemos perceber, então, “Wonka” é uma prequel, que nos coloca diante da personagem título antes dele ter alcançado o sucesso que assistimos posteriormente. Neste filme, Willy Wonka enfrenta a pobreza, o trabalho escravo, a corrupção e a competência desleal do mundo dos negócios, bem como tem seu primeiro encontro com os Umpa Lumpas, que viriam a auxiliá-lo no futuro.
O que chama a atenção em “Wonka” foi a principal solução narrativa adotada por Paul King. No filme, as barreiras que a personagem enfrenta, bem como o seu caráter e motivações, são reveladas por meio de cenas do gênero fantasia musical, o que faz com que o longa tenha um certo charme.
Entretanto, apesar disso, falta a “Wonka” o elemento fantástico e mágico que está inserido nos filmes “A Fantástica Fábrica de Chocolate”.
Particularmente, os números musicais no meio do filme me incomodaram bastante, já que não sou fã desse estilo. Isso, somado a um roteiro que não se destacou, fez com que minha experiência fosse um pouco prejudicada. No entanto, não posso negar que o filme tem seu charme. Apesar desses pontos, ele é muito agradável de assistir, com um humor leve e saudável que mantém a atmosfera divertida. Timothée, como sempre, entregou uma atuação impecável, trazendo profundidade e carisma ao seu personagem. Mesmo com suas falhas, o filme consegue entreter e deixar uma impressão positiva, graças ao equilíbrio entre humor e performance de alto nível.
Achei o enredo fraco. O Wonka pode até passar a ideia de ser inocente mais ele é extremamente inteligente, e nesse filme o personagem não seguiu isso, pelo contrário, parece que ele nunca tem uma boa ideia. E tudo bem ele dividir o protagonismo com outra criança, o que é igual aos demais filmes, mais neste ele divide e não brilha como os outros, a Noodle é muito mais carismática que ele. Acho que foi isso, faltou carisma no personagem.
Fiquei triste porque não tem nada a ver com a história original que conhecemos. Ignoraram totalmente e acho que isso foi um tiro no pé. Mas dá pra assistir. Só não dou uma nota maior porque tem muito musical. Odeio musical! Mas é suportável, consegui ficar sem desligar a TV.
Um bom filme de domingo com a família, uma história que prende, as musicas dá um ar mais leve e descontraído, não conversa tanto com o Willy Wonka do Deep, mas é outro filme e outra proposta. Vale super apena assistir com a pipoca na mão e a crinaçada na sala.
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