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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cineweb
O filme questiona qual o papel da arte e do entretenimento no mundo contemporâneo, no qual a violência se tornou um espetáculo mais assustadoramente atraente do que qualquer outra coisa.
Collider
Portman está completamente maravilhosa, de modo que, mesmo aparecendo apenas em metade do filme, o trabalho dela é digno de uma indicação ao Oscar de melhor atriz. Ela entrega uma atuação corajosa, feroz.
Papo de Cinema
Como nos Estados Unidos se cultiva certa cultura da comercialização indiscriminada, a tragédia fornece a ignição necessária para a remanescente lucrar com uma trajetória de ascensão meteórica no mundo pop. O filme é deliberadamente estranho e poroso.
The Guardian
O filme lida distintamente com a noção de fama no mundo moderno. Nos pergunta: o que é fama: promoção, manipulação ou adoração de heróis? Pode realmente ser apenas o resultado final da enorme popularidade? E como separamos isso da notoriedade? Como o filme mostra, estamos longe de receber a resposta.
The Playlist
Com ajuda da atuação de Portman que você vai amar ou odiar, mas de modo algum ficar indiferente (eu amei, só para constar) e a direção impressionantemente confiante de Corbet [...], o filme ainda se torna uma bagunça, mas que nunca deixa de ser intrigante.
Cinema com Rapadura
"Vox Lux" é uma história comum de "rumo ao estrelato", narrada sob um ponto de vista diferente, mas pecando na forma como é contada.
New York Times
Natalie Portman apresenta o tipo de desempenho que oscila precariamente. "Vox Lux - O Preço da Fama" é uma história audaciosa sobre um sobrevivente que se torna uma estrela e uma sacudida profundamente satisfatória, narrativamente ambiciosa de um filme.
O Globo
O jovem diretor e roteirista Brady Corbet mostra personalidade e vigor ao retratar os bastidores da construção de um ídolo pop. [...] Portman decepciona com uma atuação afetada e caricatural, que parece um pastiche de cantoras como Britney Spears e... Lady Gaga.
Observatório do Cinema
O comentário que Corbet faz quanto à perda de inocência e humanidade de Celeste [...] pode soar um tanto condescendente da parte do cineasta [...]. Porém "Vox Lux" veio para provocar e sabe disso, conseguindo , ao menos, fugir do básico em seus comentários.
Screen International
"Vox Lux - O Preço da Fama" é um filme de ambição intensa, lidando com temas pesados de uma forma que alguns podem achar superficial ou contenciosa: seus paralelos entre o terrorismo e o estrelato pop lembram o uso filosófico do glamour feito por Bertrand Bonello em seu controverso 2016 Nocturama.
Variety
Alimentada em sua segunda metade por uma performance fascinante de Natalie Portman, "Vox Lux - O Preço da Fama" pinta um retrato afiado de um fantasma na máquina de celebridades e também traça a criação de um monstro, moldado por traumas pessoais e tragédias no mundo todo
Boston Globe
Depois de um ponto, ficamos imaginando se estamos assistindo a um estudo de personagem ou caricatura. De qualquer maneira, o filme gradualmente se transforma de intrigante para tedioso.
Folha de São Paulo
Talvez não seja por acaso que Portman até fisicamente lembre Judy Garland: emocional ao extremo, viciada em mais ou menos tudo que seja viciável, caindo pelas tabelas e amparada sempre pelo staff.
The Hollywood Reporter
"Vox Lux - O Preço da Fama" é cheio de brilhos e inveções. Climático com um espetáculo de dance-pop soberbamente encenado, apresenta Portman incrustada em glitter corporal. Entre gritos e hinos, nos deixa com uma sensação incômoda que a história nunca se repete, mas às vezes rima.
Washington Post
O longa nunca faz nada com seus temas mais intrigantes: a mercantilização da tragédia e o vazio da fama. Talvez seja pedir demais que Corbet responda às perguntas que ele levantou, mas o filme não parece mesmo ter energia para dizer qualquer coisa interessante, muito menos algo que faça sentido.
Chicago Sun-Times
O segundo trabalho do talentoso roteirista e diretor Brady Corbet mostra flashes de promessas provocativas na primeira meia hora, mas acaba se transformando em uma cacofonia cinematográfica exploradora, vazia e brutal.