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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Almanaque Virtual
Um ano após o impeachment de um governo problemático, corrupto e extremamente incompetente, o filme de Rodrigo Bittencourt surge como a retomada de um movimento que fazia sentido apenas para os ideológicos de plantão.
Cinepop
O acerto está em não enaltecer ou demonizar estes personagens reais, muito conhecidos de nossa história recente. Em criar um protagonista falho, com mais defeitos do que qualidades, e joga-lo contra a parede, testando-o, assim como os grandes personagens do cinema.
Preview
Há tensão no ar e o jogo de poder e ego nos corredores do planalto movimentam a narrativa. O economês não incomoda, embora alguns diálogos soem artificiais e didáticos.
Rolling Stone
Apesar de a trama ser ambientada inteiramente em um mundo burocrático, a obra não fica pesada. No volátil e dividido clima político que vive o Brasil, esse é um filme que certamente vai causar debates.
Rubens Ewald
Se for lição de história, de política, de mau comportamento, de bastidores, ou mais alguma outra coisa importante, sem duvida o filme interessa e questiona. E polemiza...
Ccine10
Além de ocorrerem situações de tanta inverossimilhança, gerada pela necessidade sensacionalista do longa de se encaixar uma frase de efeito – a qual, obviamente, ficaria deslocada e anômala -, os próprios personagens são caricatos.
O Globo
“Real”, como cinema, fracassa justamente por tentar imprimir — praticamente impor — um estilo que não aplica à sua trama. [...] O tom de “Real” também é falho. Os arroubos de raiva do protagonista às vezes são simplesmente histéricos.
Cineweb
"Real – O Plano por Trás da História" é pobre em suas caracterizações, tem ritmo irregular e uma trilha sonora insuportavelmente onipresente, assinada pelo diretor e Maycon Ananias. E acaba sendo tão inócuo como cinema tanto quanto como releitura da História.
Estado de São Paulo
Como cinema, a produção é primária. Os diálogos são ginasianos e não se vê na tela um único plano cinematográfico digno de nota. A fotografia é chapada e sem identidade. Os atores, como se disse, estão deslocados ou mal aproveitados. A narrativa não anda.
Folha de São Paulo
Os políticos, aliás, nos são apresentados como paródia de políticos, e não deixa de ser sintomático que nesse universo meio chanchadesco o José Serra do filme tenha a voz exata de José Serra...
Papo de Cinema
Mais do que ruim, este filme sobre a elaboração do Plano Real e o quanto esta medida teria sido importante para a nação é pernicioso, disseminando uma imagem fantasiosa e infundada de um processo que não pode – nem deve – ter apenas um lado debatido.
Veja
As caricaturas (sobretudo de um histérico Itamar e de um deputado petista ficcional, interpretado por Juliano Cazarré) prejudicam o desenvolvimento de uma história que, embora tenha valor inestimável, renderia mais em formato de documentário.