Média
2,5
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Não entendi aqueles porcos talvez seja pra justificar o "trabalho ao marido" eu acho que bebezinho morreu quando caiu o lampião e ela criou
Vou dar um 3 pq assistir inteiro
Vou dar um 3 pq assistir inteiro
É um filme bom, porem raso. A maioria do público é leigo e pode ter dificuldade de entender o que acontece com a protagonista. Em geral, mulheres em puerpério podem apresentar 3 condições clínicas: blues puerperal, depressão pós parto e o mais grave, psicose puerperal.
Sarah apresenta sinais clínicos clássicos de psicose puerperal, a trama relacionada ao que aconteceu com a família anterior, poderia ser melhor explorada e mais bem aprofundada, evoluindo para um suspense/drama psicológico, mas não... a história da família anterior foi extremamente rasa e pouco explorada, assim como o quadro clínico de Sarah. Devido a gravidade da situação do quadro da mesma, não faz sentido que o marido a deixe sozinha o tempo inteiro, ainda mais com quadros de alucinações visuais e auditivas.
Sobre o final, faço uma análise pesada (densa): ficou nítido que Sarah era quem guardava tudo que sumia na casa, mas não se lembrava justamente por conta de seu quadro psiquiátrico, Sarah era quem guardava tudo escondido na casa e posteriormente mata o filho com o machado que guardava em seu guarda-roupas. Todas as cenas restantes foram delírios da mesma, uma vez que psicose puerperal não se trata apenas com o "querer", "com força de vontade", a mulher precisa ser medicada, acompanhada e muitas vezes, internada até que não se coloque mais em risco de morte ou não coloque a vida de seu bebê em risco (como a protagonista coloca a vida do filho inúmeras vezes durante o filme).
Ou seja, tinha tudo para ser um filme melhor se fosse melhor abordado. Miraram no "O Babadook" e acertaram no "Sharknado"
Sarah apresenta sinais clínicos clássicos de psicose puerperal, a trama relacionada ao que aconteceu com a família anterior, poderia ser melhor explorada e mais bem aprofundada, evoluindo para um suspense/drama psicológico, mas não... a história da família anterior foi extremamente rasa e pouco explorada, assim como o quadro clínico de Sarah. Devido a gravidade da situação do quadro da mesma, não faz sentido que o marido a deixe sozinha o tempo inteiro, ainda mais com quadros de alucinações visuais e auditivas.
Sobre o final, faço uma análise pesada (densa): ficou nítido que Sarah era quem guardava tudo que sumia na casa, mas não se lembrava justamente por conta de seu quadro psiquiátrico, Sarah era quem guardava tudo escondido na casa e posteriormente mata o filho com o machado que guardava em seu guarda-roupas. Todas as cenas restantes foram delírios da mesma, uma vez que psicose puerperal não se trata apenas com o "querer", "com força de vontade", a mulher precisa ser medicada, acompanhada e muitas vezes, internada até que não se coloque mais em risco de morte ou não coloque a vida de seu bebê em risco (como a protagonista coloca a vida do filho inúmeras vezes durante o filme).
Ou seja, tinha tudo para ser um filme melhor se fosse melhor abordado. Miraram no "O Babadook" e acertaram no "Sharknado"
Quando um filme não explica nada e não tem final fuca estranho então não recomendo este filme, muito chato perda de tempo!
Pior filme de terror que já assisti,não tem história, não faz sentido, perda de tempo, uma verdadeira bosta
o criador do filme estava chapado, escreveu um filme completamente sem sentido, não recomendo é isso
Gente esse filme não tem sentido nenhum
Não recomendo pra ninguém achei muito estranho que filme horrível
Não recomendo pra ninguém achei muito estranho que filme horrível
O filme trata de possessão demoníaca que ataca a mulher de um servo da igreja. Mas, o filme parece não ter um enredo de começo, meio e fim. Lamentável assistir ele e no final me decepcionar bastante.
P
É
S
S
I
M
O
spoiler:
É
S
S
I
M
O
spoiler:
filme péssimo cheio de cenas desconexas enredo fraco personagens com ações estupidas e pra piorar acaba sem um desfecho da trama... perda de tempo....
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