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Isis Lourenço
7.626 seguidores
772 críticas
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2,5
Enviada em 13 de maio de 2020
Interessante sim,chato também! Logo no começo o que era para ser uma surpresa já é revelado e depois vira drama. A droga do filme é uma boa sacada e poderia ser real Por ser longo,tem várias cenas desnecessárias que tornam o filme cansativo. Final à altura da chatice. A participação de Aguilera é somente uma pontinha.
filme que tem uma ótima premissa tem atores muito bons mas o diretor escolheu uma abordagem esquecível não é um filme Ruim mas poderia ter sido bem melhor....
Zoe acompanha as jornadas de dois colegas de laboratório de pesquisas revolucionárias, que desenvolvem tecnologias para melhorar relacionamentos românticos. Porém, ao longo da experiência, eles fazem descobertas profundas que nunca poderiam imaginar.
não gostei nem um pouco achei muito comprido cansativo com uma história bem chata que me deu sono do começo até o fim ⭐
Filme sobre o tema o que nos torna humanos. Um engenheiro de inteligência artificial desenvolve a humanoide Zoe, que não sabe que é uma máquina. O improvável acontece e irão se apaixonar e a máquina aprenderá a té a chorar. Em paralelo é desenvolvida uma droga do amor. As pessoas tomam e amam por algum tempo. Falta profundidade e algum realismo. Tinha achado regular, mas ao vê-lo novamente apreciei mais, pois toca no que nos faz humanos, os sentimentos e o filme chega a ser poético.
Na é uma história original, um ser construído pelo homem que deseja ser "humano de verdade"... Entretanto, a abordagem mais centrada nos diálogos e sentimentos me pareceu bem bacana.
O ponto forte do filme são os diálogos no estilo "filosofia de botequim" sobre relacionamentos, "aditivos para a felicidade" e, de certo modo, como a tecnologia molda nossas vidas.
É tipo um romance para geeks. Pra quem gosta de diálogos óbvios e tudo se resolvendo muito rápido o filme pode ser chato.
Destaque também para as ótimas atuações da bela atriz francesa e do ator que interpreta o criador da Zoe.
Num futuro não tão distante, uma empresa cria um sistema capaz de avaliar a compatibilidade entre as pessoas, e a probabilidade de um relacionamento entre indivíduos funcionar. É nessa empresa que conhecemos Cole (Ewan McGregor), que está desenvolvendo um novo modelo de ser humano artificial, e Zoe (Léa Seydoux), assistente que é responsável por conduzir as entrevistas de compatibilidade. Paralelamente ao desenvolvimento do novo modelo de humano artificial, Cole também cria uma remédio, ou melhor, uma droga, capaz de fazer com que as pessoas experimentem a mesma sensação de se apaixonarem pela primeira vez, apenas tomando um comprimido, essa droga acaba virando uma febre na cidade, e as pessoas ficam viciadas, todos querendo experimentar esse amor sintético, e após a primeira dose, querem sempre mais. Zoe se dispõe a fazer o teste de compatibilidade, usando o sistema no qual ela entrevista os possíveis casais, mas ela não é compatível com quem ela deseja, e isso a deixa confusa.
O filme trata da forma como nos relacionamos nos dias atuais, mesmo se passando num futuro próximo, sem tecnologias exuberantes, como em outros Sy-fy, e se aproximando mais da atmosfera de Her, outro filme com uma temática semelhante, Zoe é uma grata surpresa que acabei descobrindo com dois anos de atraso. A forma como ele trata esse assunto, além de questões como diferenças, preconceitos, e a dificuldade que algumas pessoas tem em expressar os sentimentos, faz do filme uma obra encantadora, e nos permite questionar, ainda sabemos como sentir algo sem fingir?
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