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Cinepop
Apesar de seus altos e baixos e suas conveniências, 'Parque do Inferno' é um slasher movie assustador e divertido na medida certa, que não se destaca entre os melhores do gênero, mas consegue prender sua atenção.
Folha de São Paulo
Esse jogo de ilusões e emoções coloca o filme em outro patamar: o da reflexão sobre o realismo da encenação como facilitador de nossos maiores medos. É um tanto ambicioso para um filme desse tipo.
O Globo
As boas ideias se perdem conforme a trama avança. Depois de um início interessante, a narrativa perde o ritmo. Para piorar, Plotkin trai sua inspiração, por exemplo, ao não investir no grafismo, característica desse estilo de terror
Observatório do Cinema
Em alguns momentos, há um quê de Wes Craven em sua fase "Pânico", com uma tentativa de humor auto-referente. Porém em outros, assemelha-se a produções bem mais estúpidas e aguadas, como "Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado" e "Lenda Urbana".
Omelete
Os personagens, por exemplo, são dos mais irritantes por conta de diálogos mal escritos e atuações medíocres. Fica claro que a intenção é resgatar os estereótipos clássicos dos slasher.
The Guardian
Não é o filme de terror mais complexo que você verá. [...] A grosseria de “Parque do Inferno”, pelo menos, gera risadas estranhas.
The Hollywood Reporter
O diretor Gregory Plotkin, que editou a aclamada sátira de terror “Corra!” evoca uma imagem inteligente e Tony Todd também aparece como um locutor rosnando, dando aos procedimentos uma breve sacudida de energia.
Variety
Bom para os olhos sem muito para oferecer ao cérebro ou às emoções, “Parque do Inferno” é um filme de slasher elaborado com competência, tornado instantaneamente esquecível por seu desinteresse por personagem, enredo e motivação, sem falar nas ideias originais.
Cineweb
Repete tudo aquilo que já se viu no gênero [...]. É curioso que um editor que tenha trabalhado em filmes "A Morte te Dá Parabéns" e "Noite do Jogo" não tenha percebido quão ruim era o material que ele tinha em mãos.
Papo de Cinema
É difícil engolir um longa-metragem com esses posicionamentos altamente questionáveis. Se, ao menos, houvesse um saboroso tempero formal, aliás, como se via aos baldes até em produções bagaceiras do cinema estadunidense de outrora, o resultado seria menos bobo.