A Vida Invisível
Média
3,7
189 notas

33 Críticas do usuário

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Bárbara Santos
Bárbara Santos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2020
A foto da atriz Bárbara Santos está errada. Trata-se de uma atriz negra que pode ser identificada em @barbara.kuringa ou em https://www.facebook.com/kuringa . A personagem Filomena é uma mulher negra e a triz que a interpreta também é negra. Seria adequado retirar essa foto e colocar a foto real da atriz.
Claudio Noronha
Claudio Noronha

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de maio de 2020
Orgulho do cinema brasileiro! Filme sensível e crítico. Caminha feito poesia ao som do piano de Eurídice.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de março de 2026
A vida invisível é um drama nacional que contou com a direção de Karim Aïnouz, que tbm participou do roteiro ao lado de Murilo Hauser e Inés Bortagaray. A trama é ambientada no Brasil, na década de 1950, e acompanhamos 2 irmãs: Guida (Julia Stockler) e Eurídice (Carol Duarte). Ambas possuem seus sonhos: Guida de casar e ir morar na Grécia e Eurídice de estudar piano em Viena. Porém, a vida acaba separando ambas as irmãs ao passo quem fazem de tudo para se reencontrarem. O filme é baseado no livro de Matha Batalha: A vida invisível de Eurídice Gusmão. O filme inicialmente procura mostrar a relação entre as irmãs, seus sonhos, a família, dinâmica da casa e da época vivida. Tudo isso serve como embassamento para entendermos a forte ligação entre ambas e ao mesmo tempo o contexto difícil que as mulheres viviam. O filme na verdade é sobre a condição feminina em uma sociedade ditada por homens. Essa dominação masculina é mostrada em diversas camadas: no pai, no casamento, no trabalho etc. Além de mostrar diferentes posições de mulheres no filme: a casada, mae solo, a que cuida de outras criancas etc. O filme consegue amarrar muito bem essas narrativas. Atuações brilhantes de ambas as protagonistas e ainda tivemos a participação de luxo da Fernanda Montenegro no final que é carregadas de emoção. O espectador deve ficar atento nos saltos temporais e nas transições de cenas, pois nao existe uma obviedade para isso. Por fim, precisamos falar que embora o longa tenha trazido um cenário difícil para as mulheres na década de 1950, as raízes desses problemas ainda existem nos dias de hoje, mas com outras roupagens
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