A vida do professor James Murray é retratada a partir do momento em que ele começa a trabalhar na compilação de palavras para a primeira edição do Dicionário de Inglês de Oxford em meados do século 19.
filme sensacional com atuação magnífica de Mel Gibson e Sean Penn mais uma história baseada em fatos reais que te surpreende por ser algo histórico e por todos os detalhes ocorridos realmente é muito bom eu recomendo☄
É incrível a inteligência desses dois ícones tão desconhecidos que nos deram as palavras. Como qualquer comportamento diferente no ser humano já é considerado loucura e o tratamento não é pra ajudar e sim para satisfazer o moral do homem,chega dá vergonha. O filme é longo e às vezes cansativo,mas ainda assim vale a pena conferir e conhecer a verdadeira história dos personagens atrás do livro e hajam palavras!
No ano de 1857, o Professor James Murray (Mel Gibson) assumiu o projeto de compilar aquele que era considerado o maior desafio literário do mundo: o Dicionário de Oxford. Durante as complicadas buscas por informações confiáveis surge o Dr. William Chester Minor (Sean Penn), contribuindo com uma quantidade absurda de verbetes, mas que tem em seu histórico a complicada condição de criminoso detido em um asilo. A mescla de loucura, obsessão, genialidade e dedicação fazem destes dois homens obstinados por algo até então considerado impossível.
Inspirado pela realização de um feito histórico, O GÊNIO E O LOUCO entrega ao expectador um filme com uma temática complicada, mas que se sustenta bem graças à perspicácia do roteiro em entregar algo que mistura a laboriosa vida pessoal dos personagens com seus objetivos. Essa mescla que, associada às interpretações monstruosas de Mel Gibson e Sean Penn, por si só já rendem entretenimento dos mais prazerosos do ponto de vista intelectual.
A mistura de elementos dramáticos com áreas da psicologia soam de forma natural no delicado contexto em que se insere o personagem William, tendo seu ápice com a perfomance de Penn, tanto física quanto interpretativa. Gibson também entrega um personagem com uma grande obstinação que, mesmo freado pelos burocratas e incrédulos de Oxford, segue austero e decidido em seu objetivo quase desumano.
Sob o comando seguro do iraniano Farhad Safinia e com uma ambientação de época magnífica, O GÊNIO E O LOUCO é um filme que será apreciado por poucos, mas que ilustra as potencialidades do cinema em mostrar aspectos que muitos desconhecem da história literária. É uma produção com certos pecados, entretanto, surgem pequenos ante a grandiosidade impelida a este fantástico filme.
Se a história da escritura do Dicionário Oxford for essa mesmo, é absolutamente uma história incrível. Só não dou 5 estrelas porque um filme americano dificilmente resiste a colocar uma pitadinha de conto-de-fadas, e, em alguns momentos, fica um clima meio fantasioso, o que é uma pena, porque a história por si só já é fantástica. E o pecado da adaptação errada do nome do filme, que em inglês é "O professor e o Louco", que aí sim, condiz com a realidade dos dois personagens. O Gênio e o Louco é inapropriado, leva você a pensar que o professor é um gênio (já que o outro é o louco, afinal, está num hospício). Só que no decorrer do filme spoiler: você não consegue enxergar nenhuma genialidade no suposto gênio, que inclusive encontra muitas dificuldades no seu propósito de listar os verbetes. Enxerga apenas um cara culto e esforçado, e pode se perguntar se o título é um desafio para que os espectadores mais sensíveis percebam que o gênio e o louco são um só, o que está no hospício. Enfim, tudo isso até você saber quão equivocada foi a tradução do título.
Um filme interessante, com uma narrativa riquíssima, belas atuações, fotografia belíssima e boa ambientação histórica, porém não apresenta um ritmo tão bom.
Por mais que o filme tenha sido feito a partir de uma história real, nobre, foi chato (e bota chato nisso) até os 35 minutos do segundo tempo, embora houvesse alguns momentos de emoção, tocantes, mas não suficientes pra fazer valer a pena de até então. Foi realmente um grande esforço permanecer ali apenas pra saber o desfecho da história, mas talvez apenas o tenha feito para justificar a quem me indicou. Sou um tipo ignorante que não aprecia filmes "mais bem elaborados e sensíveis"? Não. Mas sei valorizar meu tempo e esse não cumpriu com o investimento, pois que apenas quinze minutos finais de maior "empolgação" não apagam a tristeza de meu dilema em continuar ou não assistindo. Assim como no Os Oito Odiados a primeira hora é arrastada e só com muita persistência (se estiver em casa) cremos na melhora do filme (e valeu a pena pelo restante), esse aqui é uma frustração só. E não duvido que muitos críticos o enalteçam talvez para quererem parecer isso ou aquilo perante seus leitores. Escolham outra opção, a menos que queiram se punir pelos seus pecados. A única coisa positiva é a interpretação dos atores principais e a beleza da viúva. Nada mais. Assistam ao Chaves.
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