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4,2
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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The Playlist
“Lucky” é um filme perfeitamente calibrado para Stanton, e executado em pleno potencial. Um soberbo retrato dedicado a um dos maiores atores da história do cinema.
Boston Globe
O filme é valioso por insistir suavemente nas indignidades e na dignidade da velhice, e é inestimável como lembrança de uma "presença de tela" mais individual. É, simplesmente, um momento encantador no cinema.
Papo de Cinema
Dean Stanton oferece toda a sua energia e fragilidade a um personagem arrebatador. Acompanhamos suas quedas e suas voltas por cima, em momentos de plena magia e encantamento.
Variety
Tudo o que Harry Dean Stanton fez em sua carreira e sua vida o trouxe para o seu momento de triunfo em "Lucky", um pequeno filme modestamente maravilhoso sobre nada em particular e tudo o que é importante.
Cineplayers
É inevitável a emoção de ver a proximidade de Harry Dean – morto em setembro deste ano – com o papel que interpreta. Tal qual sua recente e musical participação na terceira temporada da série "Twin Peaks", o ator parece ciente de seu iminente fim.
Cineweb
John Carroll Lynch, filho do cineasta David Lynch, deixa material para uma reflexão profunda, sem deixar de ser bem-humorada, sobre o envelhecimento. […] Não seria exagero procurar no personagem de Stanton traços de sua própria história.
Collider
"Lucky" é muito mais do que a homenagem a um ator, é uma delicada discussão sobre o tempo e o nada, que teria importância mesmo se Stanton não tivesse morrido no mesmo mês do lançamento do filme.
New York Times
O acúmulo de atualizações pontuais e rostos familiares de longa data, rotinas de pequenas cidades e locais desgastados em poeira, finalmente se fundem em um filme que é maior que a soma de suas partes de cliché.
The Hollywood Reporter
["Lucky"] parece um presente de um excelente ator-personagem para outro, mas nunca [vira um filme do tipo] que [prefere favorecer um] ator à custa do filme.
Washington Post
O que começa de modo trivial gradualmente se transforma em um drama sobre grandes idéias: a mortalidade e o significado da vida; [assim como] o valor dos relacionamentos e a vulnerabilidade que eles exigem.