O Poder de Diane
Média
3,3
publicações
  • The Hollywood Reporter
  • Télérama
  • Cineweb
  • Papo de Cinema
  • O Globo
  • Critikat.com

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

The Hollywood Reporter

por Jordan Mintzer

Peculiar em seus estágios iniciais, mas cada vez mais emocional à medida em que as coisas acontecem, "O Poder de Diane" é muito trabalhado em torno da capacidade de Hesme de oscilar entre o humor excêntrico e o tumulto interno.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

Télérama

por Samuel Douhaire

Através dos diálogos ternos e às vezes ferozes deste quarteto de personagens, Fabien Gorgeat rompe de modo cômico com as regras do gênero. Aqui, são os homens que se comportam como "mães corujas" (sejam eles gays ou héteros) enquanto a mulher seduz como um homem bruto.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Cineweb

por Alysson Oliveira

A transformação da personagem e do filme depende em boa parte da intepretação de Hesme, e não poderia haver uma escolha mais acertada do que ela, que transita entre o pastelão e um drama sóbrio de uma cena para a outra.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Papo de Cinema

por Matheus Bonez

O diretor consegue criar uma complexa psique para Diane, que vive guiada pela impulsividade. Algo que não vai mudar mesmo com a gravidez, ainda que ela possa dar uma leve aquietada. O mais interessante disso tudo é ver Clotilde Hesme sabendo jogar humor e peso dramático na mesma medida.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

O Globo

por Carlos Helí de Almeida

Uma trama tão inconsequente quanto o comportamento de sua protagonista, interpretada com graça e desenvoltura pela atriz Clotilde Hesme, que carrega o filme nos ombros de Diane, que insistem em dar defeito.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Critikat.com

por Fabien Reyre

Diane parece menos uma personagem lutando contra toda forma de ordem que lhe possa trazer, paradoxalmente, felicidade e paz, do que uma irritante adolescente cujas manias e acessos de raiva permanentes acabam por torná-la francamente irritante.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com
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